Olá!
LOGIN
Logue-se Ao Nosso Site
MINHA CONTA
Detalhes da Minha Conta
▶ DESLOGAR
MINHA CONTA
Detalhes da Minha Conta
▶ DESLOGAR

Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida - 1981 - (Trial áudio/Dublado) - Bluray 1080p


Titulo Original: Indiana Jones and the Raiders of the Lost Ark – 1981
Gênero: Ação - Avetura
Direção: Steven Spielberg
8,6 http://www.imdb.com/title/tt0082971/
4,1 https://filmow.com/os-cacadores-da-arca-perdida-t885/

EXCLUSIVO - BLURAY 1080p - TRIAL ÁUDIO (DUBLAGEM CLÁSSICA - TELECINE + DELART)

Postado por: CaNNIbal

Bluray FULL/COMPLETO
Tamanho: 35,5 GB
Formato: MKV
Qualidade: Bluray 1920x1080 - H.264 / AVC / 34.848 Kbps / 23.976 FPS / 16:9 / High Profile 4.1
Duração: 115 min
Audio 1: Inglês - DTS / 5.1 / 48 kHz / 3816 kbps / 24-bit
Audio 2: French - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 640 kbps /
Audio 3: Spanish - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 640 kbps /
Audio 4: Spanish - AC3 / 2.0 / 48 kHz / 224 kbps /
Audio 5: Português - Redublgem - Delart Rio - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 640 kbps
Audio 6: Português - Dublagem Clássica - Telecine - AC3 / 2.0 / 48 kHz / 224 kbps
Legenda 1: English / 20.555 kbps
Legenda 2: English / 24.783 kbps
Legenda 3: French / 22.343 kbps
Legenda 4: Spanish / 16.188 kbps
Legenda 5: Português / 16.024 kbps

BLURAY 1080p - MAIOR
Tamanho: 9.44 GB
Formato: MKV
Qualidade: Bluray 1920x816 - H.264 / AVC / 9.347 Kbps / 23.976 FPS / 16:9 / High Profile 4.1
Duração: 115 min
Audio 1: Português - Dublagem Clássica - Telecine - AC3 / 2.0 / 48 kHz / 224 kbps
Audio 2: Português - Redublagem - Delart Rio - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 640 kbps
Audio 3: Inglês - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 1.509 kbps / 24-bit
Legenda 1: Português
Legenda 2: Inglês

Bluray 1080p MÉDIO
Tamanho: 5,90 GB
Formato: MKV
Qualidade: Bluray 1920x816 - H.264 / AVC / 5.000 Kbps / 23.976 FPS / 16:9 / High Profile 5.2
Duração: 115 min
Audio 1: Português - Dublagem Clássica - Telecine - AC3 / 2.0 / 48 kHz / 224 kbps
Audio 2: Português - Redublagem - Delart Rio - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 640 kbps
Audio 3: Inglês - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 1.509 kbps / 24-bit
Legenda 1: Português
Legenda 2: Inglês

Bluray 1080p MENOR
Tamanho: 2,22 GB
Formato: MKV
Qualidade: Bluray 1920x816 - H.264 / AVC / 2.200 Kbps / 23.976 FPS / 16:9 / High Profile 5.2
Duração: 115 min
Audio 1: Português - Dublagem Clássica - Telecine - AC3 / 2.0 / 48 kHz / 224 kbps
Audio 2: Português - Redublagem - Delart Rio - AC3 / 2.0 / 48 kHz / 192 kbps
Audio 3: Inglês - AC3 / 2.0 / 48 kHz / 160 kbps / 24-bit
Legenda 1: Português
Legenda 2: Inglês

Bluray 720p
Tamanho: 1.34 GB
Formato: MKV
Qualidade: Bluray 1280x544 - H.264 / AVC / 2.200 Kbps / 23.976 FPS / 16:9 / High Profile 5.2
Duração: 115 min
Audio 1: Português - Dublagem Clássica - Telecine - AC3 / 2.0 / 48 kHz / 224 kbps
Audio 2: Português - Redublagem - Delart Rio - AC3 / 2.0 / 48 kHz / 192 kbps
Audio 3: Inglês - AC3 / 2.0 / 48 kHz / 160 kbps / 24-bit
Legenda 1: Português
Legenda 2: Inglês

Resync, Encoder e Uploader: -=| CaNNIbal |=-

Nota do Uploader(CaNNIbal)

Gostaria de deixar bem claro que, todos os arquivos presente aqui são exclusivos do Site MemóriadaTV, não fiz uso de nem um arquivo do TeladeCinema, as duas dublagens foram lançadas juntas no bluray, eu consequi uma cópia do bluray full e usei o mesmo no projeto, todos os arquivos de video foram convertidos diretamente do bluray full com a melhor configuração possivel e a dublagem da telecine ao contrário do teladecinema, vem diretamente do bluray e não sofreu qualquer modificação ou conversão, mantive o arquivo original em todas as versões, inclusive na 720p, já a dublagem da delart apenas os arquivos Full, Maior e Médio, possuim o áudio em 5.1 na qualidade original, sendo que nos arquivos 1080p menor e 720p o áudio foi convertido para 2.0 e está em ótima qualidade. Eu dicidi usar cópiar as curiosidades do poste do Don Costa do Tela e também as screeshots, para poupar trabalho, mas foi apenas isso, nosso poste contém o filme em melhor qualidade de áudio e áudio da net. 
É isso ai, tenham uma ótima sessão e aguardem as continuações.


ASSITIR ONLINE
Assistir Online

Bluray 1080p - FULL
Opção 1: Torrent
Opção 2: MEGA
Opção 3: pCloud
Opção 4: Uptobox
Opção 5: DiskoKosmiko
Opção 6: 1Fichier

Bluray 1080p - MAIOR
Opção 1: Torrent
Opção 2: FileSEND
Opção 3: MEGA
Opção 4: 1Fichier
Opção 5: pCloud
Opção 6: Uptobox
Opção 7: DiskoKosmiko
Opção 8: Ulozto
Opção 9: Userscloud
Opção 10: edisk
Opção 11: Minhateca

Bluray 1080p - MÉDIO
Opção 1: Torrent
Opção 2: FileSEND
Opção 3: MEGA
Opção 4: 1Fichier
Opção 5: pCloud
Opção 6: Uptobox
Opção 7: DiskoKosmiko
Opção 8: Ulozto
Opção 9: Userscloud
Opção 10: edisk
Opção 11: Minhateca

Bluray 1080p - MENOR
Opção 1: Torrent
Opção 2: FileSEND
Opção 3: MEGA
Opção 4: 1Fichier
Opção 5: pCloud
Opção 6: Uptobox
Opção 7: DiskoKosmiko
Opção 8: Ulozto
Opção 9: Userscloud
Opção 10: Samaup
Opção 11: edisk
Opção 12: Minhateca

Bluray 720p
Opção 1: Torrent
Opção 2: FileSEND
Opção 3: MEGA
Opção 4: 1Fichier
Opção 5: pCloud
Opção 6: Uptobox
Opção 7: DiskoKosmiko
Opção 8: Ulozto
Opção 9: Userscloud
Opção 10: Samaup
Opção 11: edisk
Opção 12: Minhateca



Trilha Sonora (MP3) (85,7 MB)
Opção 1: MEGA
Opção 2: 1Fichier
Opção 3: pCloud
Opção 4: Uptobox
Opção 5: DiskoKosmiko

Livro Caçadores da Arca Perdida (EPUB) (356 KB)
Opção 1: MEGA
Opção 2: 1Fichier
Opção 3: pCloud
Opção 4: Uptobox
Opção 5: DiskoKosmiko

HQ Marvel n°1 Caçadores da Arca Perdida em Inglês (CBR) (24,4 MB)
Opção 1: MEGA
Opção 2: 1Fichier
Opção 3: pCloud
Opção 4: Uptobox
Opção 5: DiskoKosmiko

HQ As Obras Completas de Carl Barks 06 (CBR) (82,7 MB)
Opção 1: MEGA
Opção 2: 1Fichier
Opção 3: pCloud
Opção 4: Uptobox
Opção 5: DiskoKosmiko

HQ As Obras Completas de Carl Barks 14 (CBR) (34,9 MB)
Opção 1: MEGA
Opção 2: 1Fichier
Opção 3: pCloud
Opção 4: Uptobox
Opção 5: DiskoKosmiko
Em 1936, o arqueólogo e aventureiro Indiana Jones é contatado pelo governo norte-americano para sair em busca da Arca da Aliança - relíquia religiosa que conteria as tábuas dos Dez Mandamentos e seria fonte de poderes incalculáveis - e encontrá-la antes dos nazistas, que procuram o mesmo tesouro com planos de dominação mundial. Acompanhado pela ex-namorada Marion, Indy enfrentará todo tipo de perigos - dos sanguinários nazistas a templos cheios de armadilhas e serpentes venenosas.



Harrison Ford … Indy
Karen Allen … Marion Ravenwood
Paul Freeman … Dr. René Belloq
Ronald Lacey … Major Arnold Toht
John Rhys-Davies … Sallah
Denholm Elliott … Dr. Marcus Brody
Alfred Molina … Satipo
Wolf Kahler … Colonel Dietrich
Anthony Higgins … Gobler
Vic Tablian … Barranca / Monkey Man
Don Fellows … Col. Musgrove
William Hootkins … Major Eaton
CURIOSIDADES:
Créditos e Edição: Don Costa e TeladeCinema
HQ Marvel Movie Special nº1
A HQ da Marvel saiu em três edições em 1981 e é fiel ao filme. Infelizmente não foi lançada no Brasil e está em inglês.
Livro (novelização) – Os Caçadores da Arca Perdida.
Lançada após o filme, contém informações adicionais sobre os personagens, sem perder a fidelidade ao roteiro. Está em português.
As Obras Completas de Carl Barks, números 06 e 14.
Dois volumes contendo as histórias em quadrinhos que inspiraram algumas cenas do filme.
Informações sobre o filme:
George Lucas começou a idealizar o personagem em 1973 com um argumento chamado “As aventuras de Indiana Smith”, inspirado nas séries “Buck Rogers” e “Flash Gordon” das décadas de 40 e 50.
George Lucas pediu a Philip Kaufman, diretor de “Vampiros de almas”, de 1978, para desenvolver um roteiro. Kaufman inspirou-se na lenda da Arca Perdida dos Dez Mandamentos, que seu dentista havia lhe contado quando ele tinha apenas 11 anos. Kaufman também foi cotado para dirigir o filme.
Tradicionalmente, quando um de seus filmes está prestes a estrear, George Lucas sai de férias para ficar longe de todo o alvoroço. Quando “Guerra nas Estrelas” (1977) chegou aos cinemas, Lucas foi para o Havaí com a família e o amigo Steven Spielberg. Quando as arrecadações para o filme de Lucas foram divulgadas, e estava claro que seu filme ia ser um sucesso, o diretor / produtor ficou relaxado e foi capaz de discutir outros assuntos com seu amigo. Foi neste ponto que Spielberg confessou que sempre quis dirigir um filme de James Bond, em que Lucas disse que ele tinha uma idéia muito melhor – um filme de aventura chamado “Os Caçadores da Arca Perdida”. A conversa surgiu enquanto os dois estavam fazendo um castelo de areia. Depois de sua viagem, eles se reuniram e desenvolveram o roteiro com Lawrence Kasdan.
Steven Spielberg, George Lucas e Lawrence Kasdan. O trio responsável pela criação de Indiana Jones.
Algumas características do personagem “Indiana Jones” foram definidas pouco antes do início das filmagens. Após encontrar-se com Lucas e Spielberg, o artista gráfico e quadrinista Jim Steranko fez quatro pinturas para desenvolver a aparência e o estilo de Indiana Jones em várias cenas de “Os Caçadores da Arca Perdida”. Foi pedido a Steranko que desse à Indy uma jaqueta, “uma como George (Lucas) usa”, que seria uma jaqueta de couro de piloto da época. O próprio Steranko adicionou o chapéu “Hobbs Fedora” e o cinto diagonal “Sam Browne”. O nome, “Indiana” veio do nome do cão de George e Jones foi uma sugestão de Spielberg, substituindo o sobrenome original do personagem que seria “Smith”. Em “Indiana Jones e a Última Cruzada” (1989), foi revelado que “Indiana” também era o nome do cão do personagem na infância. A presença do marcante chicote já constava no roteiro inicial.
Dos traços de Jim Steranko surge um dos mais icônicos personagens do cinema.
Indiana, o cão da raça Malamute, também serviu de inspiração para a aparência de Chewbacca em “Guerra nas Estrelas” (1977).
Durante as filmagens na Tunísia, quase todos os integrantes do elenco e da equipe ficaram doentes, exceto o diretor Steven Spielberg. Provavelmente ele evitou a doença comendo apenas a comida que ele tinha levado com ele: latas e latas de Spaghetti-O’s.
Macarrão enlatado salvou o diretor de intoxicação alimentar.
A famosa cena em que Indy dispara contra um espadachim não estava no roteiro original. Harrison Ford deveria usar o chicote para pegar a espada das mãos de seu agressor depois de uma longa luta, mas a intoxicação alimentar que ele e o resto da equipe tiveram o deixou muito doente para realizar a façanha. Depois de várias tentativas frustradas, Ford sugeriu simplesmente “atirar no vilão idiota”. Spielberg levou imediatamente a idéia adiante e a cena foi filmada com sucesso.
Uma das cenas mais lembradas do cinema foi criada de improviso durante as filmagens.
Há várias referências à filmes anteriores de Lucas. Em uma cena no Poço das Almas você pode notar um pilar de ouro com uma pequena gravura de R2D2 e C3PO de “Guerra nas Estrelas” (1977). Quando Indy sai do submarino nazista, pelo alto-falante você pode ouvir: “ein, ein, drei, acht.” (Alemão para um-um-três e oito), que é uma referência ao filme de estréia de Lucas “THX-1138” (1971). O avião do amigo de Indiana, Jock, no início do filme, tem o número de matrícula “OB-CPO”, que é uma referência à dois personagens de “Star Wars”: Obi Wan Kenobi e C3PO . O prefixo de registro “OB-“, também indica que a ação acontece no Peru.
Hieróglifos e registro da aeronave. Referências à personagens de “Star Wars”.
Steven Spielberg e Melissa Mathison escreveram um script nas pausas nas filmagens feitas durante os deslocamentos. Mathison estava lá para visitar o marido, Harrison Ford e Spielberg ditou a ela uma idéia da história que ele tinha; esse script foi, eventualmente, chamado de “E.T. – O Extraterrestre” (1982).
Ao escaparem do “Poço”, Indy e Marion se encontram com um guarda árabe na saida. Durante alguns segundos, o guarda e o protagonista confrontam olhares e logo Indy simplesmente o nocauteia deixando-o inconsciente. A cena foi editada, retirando-se o encontro e o soco, porém a sequência em que o guarda aparece desacordado foi mantida no filme.
A cena mantida no filme não esclarecia de onde saiu aquele guarda caído (esquerda). O making of do filme esclarece sua origem em uma cena eliminada na edição final (direita).
As cenas vividas na cidade do Cairo, Egito, foram gravadas na Tunísia. Como a ação se passa nos anos 1930, a equipe precisou tirar, e depois recolocar, cerca de 300 antenas de televisão nos telhados das casas.
Jeff Bridges recusou o papel de Indiana Jones. Outros atores considerados para o papel foram Nick Nolte, Steve Martin (que escolheu fazer “Dinheiro do Céu” (1981) em seu lugar), Bill Murray (que desistiu devido a conflitos de agenda com Saturday Night Live (1975 – presente)), Chevy Chase, Tim Matheson, Nick Mancuso, Peter Coyote, e Jack Nicholson. Harrison Ford foi contratado menos de três semanas antes do início das filmagens. Sam Neill foi considerado para o papel de Indiana Jones. Ele acabaria por interpretar um personagem com um chapéu icónico em um filme de Spielberg: dr. Alan Grant em Jurassic Park. Tom Selleck foi a segunda escolha de Steven Spielberg para o papel de Indiana Jones. Harrison Ford foi a sua primeira, mas George Lucas se opôs, já que Ford tinha trabalhado nos dois filmes anteriores de Lucas – “Loucura de Verão” (1973) e “Guerra nas Estrelas” (1977). Selleck não pôde assumir o papel porque ele estava comprometido com o seriado Magnum (1980).
De cima para baixo e da esquerda para direita. Jeff Bridges, Nick Nolte, Steve Martin, Bill Murray, Chevy Chase, Tim Matheson, Nick Mancuso, Peter Coyote, Jack Nicholson, Sam Neill, Tom Selleck e Harrison Ford. Todos candidatos ao papel que acabou ficando com o último. Todas as fotos são das décadas de 70 e 80, para melhor comparação com o personagem.
O chicote usado por Indiana Jones no filme foi vendido em dezembro de 1999 na casa de leilões Christie’s, em Londres, por US $ 43.000. Sua jaqueta e chapéu originais estão em exposição no museu Smithsonian.
Judeu praticante, Spielberg tem um profundo respeito pelo antigo testamento, e fez questão de seguir à risca as instruções para a construção da arca indicadas na Bíblia. Elas são encontradas no Êxodo capítulo 25, versículo 10. A descrição da roupa que veste Belloq, enquanto age como um sumo sacerdote durante a cerimônia no final, é encontrada a partir do Êxodo, capítulo 28.
Originalmente concebida como uma pequena aventura de baixo orçamento, os custos de produção triplicaram para US$ 22 milhões. Por isso, Spielberg tentou economizar o máximo possível para realizar esse filme. Ele comprou imagens de dois filmes anteriores, pois sairia bem mais barato do que filmá-las: o avião DC-3 voando sobre o Himalaya é do filme “Lost Horizon”, de 1973, e a cena de rua ambientada nos anos 1930 foi tirada do filme “The Hindenburg”, de 1975.
Um orçamento apertado forçou o diretor a adquirir cenas de “Lost Horizon” (no alto) e “The Hindenburg” (acima) para inserí-las no filme.
Outra forma de economia foi reutilizar atores, utilizar dublês e até o pessoal da produção. O renomado lutador de luta-livre britânico Pat Roach morre duas vezes neste filme – uma vez como um Sherpa gigante deixado no bar nepalês em chamas e outra vez como o mecânico alemão triturado pela hélice do avião. O ator Vic Tablian, que interpreta o guia de Indiana e tenta matá-lo na selva também atua como o guardião com tapa-olho do macaco no Cairo.
Pat Roach em dois papéis no filme. O ator/lutador também participaria dos outros dois filmes seguintes interpretando diferentes personagens.
O ator Vic Tablian em dois momentos do filme.
Todos os dublês que poderiam atuar como piloto na cena da luta na “Asa Voadora” estavam doentes no dia em que fariam tal cena. Então o, na época, gerente de produção Frank Marshall concordou em substituí-los. Infelizmente para ele, a filmagem levou três dias e boa parte deste tempo ele permaneceu sentado em um cockpit cuja temperatura superava os 50 graus.
O então gerente de produção Frank Marshall colaborando com a produção, sem saber que entraria numa “fria” de mais de 50 graus.
Glenn Randall Jr, o coordenador de dublês, aparece como o mecânico com a chave grifo na asa voadora. O chefe do Departamento de Efeitos Especiais, Dennis Muren, aparece como um espião nazista que está rastreando Indiana Jones no avião. Só seus olhos podem ser vistos, já que seu rosto está oculto por trás da revista que ele está lendo, que é o volume 1 da “Life” número 2 (30 de Novembro 1936), que tem as páginas 42-43 dedicadas às pinturas aquarelas de Adolf Hitler, na época considerado apenas um estadista alemão com um hobbie diferente.
Um dos poucos integrantes da produção que não estavam doentes naquele dia, o coordenador de dublês Glenn Randall é recrutado para atuar.
Dennis Muren, atuando como um extra, segura uma revista estampando um Hitler que era, na época, apenas mais um estadista. Apesar de acompanhar a produção, Dennis não trabalhou nela com o departamento de efeitos especiais, mas trabalharia neste departamento em sua contiuação “Indiana jones e o Templo da Perdição”.
Três diferentes dublês foram usados para substituir Harrison Ford: Vic Armstrong (principal cena – montando o cavalo/saltando do cavalo para o caminhão), Martin Grace (principal cena – estátua caindo no Poço das Almas) e Terry Leonard (principal cena – sendo arrastado pelo caminhão).
Harrison Ford e o dublê Vic Armstrong. Caracterização e maquiagem complementam a semelhança física em cena.
A cena em que Indiana passa por baixo do caminhão, prende o chicote no chassi e sobe pela traseira é uma homenagem ao famoso dublê Yakima Canutt que executa essa difícil façanha completa no seriado “Legião do Zorro – episódio 9 – The Golden Arrow” (1939) e no filme “No Tempo das Diligências” do mesmo ano, sendo que no filme ele não subiu de volta.
Yakima Canutt executa façanha inédita em “Legião do Zorro” (esquerda) e “No Tempo das diligências”
Terry Leonard já havia tentado essa façanha sem sucesso em “A Lenda do Cavaleiro Solitário” (1981). Ele estava empolgado com a chance de tentá-la novamente, mas só concordou em fazer a cena se seu amigo e colega Glenn Randall Jr. estivesse dirigindo. O veículo foi especialmente construído para ter a suspensão mais alta do que o normal, de modo a permitir uma folga para o dublê passar por baixo de forma segura. O centro da estrada também foi escavado para permitir maior abertura. A câmera foi ajustada para filmer em 20 frames por segundo em vez do tradicional 24 fps. Em outras palavras, a cena foi filmada em “velocidade rápida”, dando a impressão de que o caminhão estava mais rápido do que sua velocidade real.
O dublê Terry Leonard finalmente consegue executar a proeza que perseguia há anos, mas mesmo a meticulosa preparação da cena não eliminava todos os riscos.
Harrison Ford tomou o lugar do dublê e foi arrastado pelo caminhão em algumas tomadas que exigiam um close, ferindo gravemente suas costelas. Harrison Ford realmente estava sentindo dor a bordo do navio de carga quando Marion tenta encontrar um lugar do corpo que “não doa”. Além da lesão nas costelas ele rompeu um ligamento do joelho quando o a “Asa Voadora” da cena da luta com o mecânico careca passou por cima de sua perna esquerda.
Um obstinado Harrison Ford assume o lugar do dublê para um close, sofrendo lesões nas costelas.
Durante a perseguição, Harrison Ford despacha todos os seus três dublês, que estavam interpretando soldados alemães. Terry Leonard interpreta o motorista do caminhão, que recebe um soco e é jogado para fora da cabine. Vic Armstrong e Martin Grace interpretavam dois soldados pendurados na lateral do caminhão antes de serem derrubados. A sequência completa da perseguição do caminhão levou cerca de oito semanas para ser filmada.
Terry Leonard, antes de ser socado e empurrado para fora do caminhão,
Martin Grace (à frente) e Vic Armstrong antes de serem derrubados. Todos os dublês de Ford atuando no filme.
Há um pequeno erro geográfico em um dos mapas que mostram o deslocamento do personagem. Ele mostra a Tailândia. Acontece que o filme se passa em 1936 e, nesta época, o país se chamava Sião. O nome foi mudado para Tailândia somente em 23 de junho 1939.
Um pequeno erro geográfico, que não desvaloriza a meticulosa recriação histórica do filme.
A pedra que Indiana empurra para sair do Poço das Almas é muito bem caracterizada, parecendo bem pesada. Porém, acompanhando o restante da cena, percebe-se, pela sua sombra, que ela pula como uma bola de borracha ao cair no chão.
O movimento da sombra denuncia o baixo peso da pedra.
O canyon onde Indy ameaça explodir a Arca é o mesmo onde oa Jawas sequestram R2-D2 em “Star Wars”.
Também filmado na Tunísia, “Guerra nas Estrelas” (1977) também utilizou a mesma locação.
De acordo com o livro lançado após o filme, a inscrição no “Cajado de Ra” trazia uma advertência para que não se olhasse para o interior da arca. Foi por isso que Indiana soube evitar o mesmo destino que recaiu sobre os nazistas. Também há uma conhecida passagem bíblica, em Samuel 06:19, onde Deus “feriu” os homens de Bete-Semes por olhar diretamente para a Arca.
Nos Estados Unidos, o longa originalmente recebeu a censura “R”, em que menores de 17 anos só podem assistir ao filme acompanhados de um responsável, por conta da cena da morte de Belloq. Para conseguir a classificação PG (que apenas avisa sobre um possível conteúdo inapropriado, mas não proíbe a entrada de menores), Spielberg sobrepôs imagens de chamas sobre a cena da explosão da cabeça de Belloq.
Em uma das primeiras versões do roteiro, Indiana Jones viajava à Xangai para recuperar uma peça do “Cajado de Ra”. Duas sequências ambientadas em Xangai – uma perseguição numa mina e Indy usando um gongo para se defender de um tiroteio – foram usadas em “Indiana Jones e o Templo da Perdição” (1984).
A pedra gigante que persegue Indiana Jones no início do filme foi feita de fibra de vidro e pesava quase 100 kilos. O designer de som Ben Burtt disse que, a fim de obter os efeitos sonoros apropriados para a pedra gigante, ele e a equipe de som tentaram empurrar pedregulhos ladeira abaixo em uma colina, mas os sons que eles obtiveram não eram os que precisavam. Mais tarde naquele dia, quando eles estavam voltando em um Honda Civic passando por uma estrada de cascalho, Burtt notou que o som gerado pelo carro era exatamente o que eles estavam procurando, então ele pegou um microfone e segurou perto de um dos pneus traseiros do Civic para registrar o efeito.
Algumas cenas em que os alemães falavam não foram traduzidas e nem tem legendas. No esconderijo do submarino, quando o guarda encontra Indiana Jones tentando se disfarçar de soldado e o confunde com um soldado relaxado ele diz em alemão, “Bom dia! Cansado? Por que você estava dormindo? Limpe-se! E endireite sua camisa, para que você não se pareça com um porco em sua corte marcial. Levante-se …”Ele é interrompido por um soco de Indiana. Em outra cena, pouco antes da luta em torno da “asa voadora”, Gobler (Anthony Higgins) diz à Dietrich (Wolf Kahler) em alemão: “O avião está pronto. Ele já pode ser carregado.”.
Para aumentar a autenticidade, dois curtos diálogos foram mantidos em alemão.
Quando o chapéu de Indy foi feito, a borda foi moldada de forma a cobrir os olhos para a proteção e para ajudar a esconder os rostos nas cenas em que estavam sendo usados dublês.
Os efeitos dos fantasmas no clímax foram criados filmando marionetes embaixo d’água, em câmera lenta, através de uma lente desfocada para alcançar uma qualidade etérea. Para o close do rosto de um dos fantasmas, foi utilizado o rosto de uma modelo com a mesma lente desfocada.
Marionetes e modelo deram vida aos fantasmas do filme.
Durante a cena em que Indiana ameaça nazistas com a bazuca, você pode ver claramente uma mosca rastejando na boca de Paul Freeman. Ao contrário da crença popular, ele não engoliu o inseto. Freeman explicou em uma entrevista anos depois que a mosca voou para longe no instante em que ele pronunciou a palavra “bad”, mas Spielberg percebeu isso e decidiu que seria engraçado cortar alguns quadros do filme para que a mosca não fosse vista voando para longe. Isso fez com que parecesse que Freeman a comeu, e ele aceitou a brincadeira. A revista “Empire Magazine”, mediante pesquisa, elegeu esta cena como uma das cenas mais comuns em que as pessoas pressionavam o botão “Pause” em seus videocassetes.
Na sequência, de cima para baixo, a edição de um inquieto e bem humorado Spielberg faz Freeman “comer” uma mosca.
Estréia no cinema de Alfred Molina. Sua primeira cena em seu primeiro dia de filmagem envolveu o fato de ser coberto por tarântulas. No início elas ficavam imóveis e não davam o clima aterrorizante que o diretor queria. Spielberg pediu ao tratador que fizesse algo para movimentá-las. A razão da imobilidade inicial, disse o tratador, é que eram todas aranhas macho. Mas bastou colocar uma fêmea no grupo para que todas as tarântulas começassem a se mover freneticamente pelo corpo do ator. Segundo Molina, em uma entrevista anos depois, ele não estava “atuando” nesta cena. Seu pavor era bem real.
Estréia no cinema, em uma grande produção, primeiro dia de filmagens e coberto de tarântulas. Realmente, um dia inesquecível para o jovem Alfred Molina.
O ídolo sagrado dos Hovitos, que o personagem Indiana Jones encontra no início do filme, é uma reprodução da deusa da fertilidade azteca “Tlazolteotl”. É uma imagem estilizada de uma mulher de cócoras dando a luz.
Ídolo encontrado por Indiana (esquerda) e imagem real da deusa “Tlazolteotl”.
O macaco levantando a pata e dizendo (na sua própria língua) “Heil Hitler” foi imaginado por George Lucas e é uma das duas cenas favoritas de Steven Spielberg. Na revista Empire, Frank Marshall disse que eles conseguiram com que o macaco fizesse a saudação, colocando uma uva em uma vara de pescar e oferecendo ao macaco para alcançar a uva, que estava pendurada fora do alcance da câmera. Levou cerca de 50 tomadas antes que a cena ficasse perfeita. O dublador Frank Welker, conhecido pelas imitações de animais, fez os sons do macaco, incluindo o som que ele faz na saudação. (Welker posteriormente faria sons semelhantes para o personagem Abu, o macaco-aranha no filme da Disney “Aladdin” (1992).
No alto, durante a saudação nazista do macaco, o som que ouvimos é a voz de Frank Welker, um dos mais prolixos e versáteis dubladores de Hollywood.
Ao filmar a sequência de Poço das Almas, os produtores vasculharam cada pet shop em Londres e no sul da Inglaterra adquirindo toda serpente que encontravam. Portanto, há cobras que são identificáveis de muitas áreas geográficas diferentes. No entanto, uma vez que todas as cobras estavam no set, ficou claro que não havia o suficiente. Assim Steven Spielberg teve a ideia de utilizar várias mangueiras e pernas de calças velhas cortadas misturadas às cobras. Olhando atentamente, você pode dizer quais são as cobras reais e quais não são.
Foram utilizadas, aproximadamente, 7000 serpentes na cena, sem contar as mangueiras e as calças cortadas.
Uma placa de vidro separa Harrison Ford da altamente perigosa cobra que o encara quando ele cai. A serpente realmente pulverizou veneno sobre o vidro. Era possível ver o reflexo da cobra no vidro até a versão do VHS. Depois, para as versões de DVd e Bluray, esses pequenos erros foram corrigidos digitalmente.
Até a versão do VHS era possível ver o reflexo da cobra no vidro que a separava do ator.
Reflexos que ficam mais evidentes quando vistos de outro ângulo.
A cobra chegou a atacar o ator em uma tomada, ejetando veneno.
O nome do interrogador nazista sádico nunca é mencionado no filme, mas é Toht, pronunciado como Tod, a palavra alemã para “Morte”. O papel foi oferecido à Klaus Kinski, mas ele recusou. Kinski escolheu trabalhar em Venom (1981), porque o salário era melhor. Michael Sheard também fez o teste para o papel. Ronald Lacey, que havia desistido de atuar para se tornar um agente, foi escolhido porque ele fazia Steven Spielberg se lembrar de Peter Lorre. Toht só fala um total de quatorze linhas em Inglês. O resto de seu diálogo é em alemão.
Uma pequena semelhança com Peter Lorre (esquerda) garantiu à Ronald Lacey (centro) o papel do personagem Toht (direita).
Apesar de ter a equipe dos sonhos de qualquer estúdio, com George Lucas e Steven Spielberg por trás do filme, ele foi recusado por todos os estúdios de Hollywood. Só depois de muita persuasão a Paramount concordou em realizá-lo.
A cena em que o caminhão tomba é uma cena que deu errado. Era para o caminhão virar por meio de explosivos colocados chão, assim que tocasse o barranco. Mas o explosivo não era poderoso o suficiente e o dublê simplesmente forçou o caminhão a tombar virando o volante como pode ser visto no filme pronto. O prazo restrito não permitiu que quaisquer novas tentativas fossem feitas.
Uma cena que deu errado foi mantida no filme devido à falta de tempo para refazê-la.
Foi a maior bilheteria de 1981.
O hidroavião da Pan American que Indiana Jones pega para o Nepal, era um Short Solent Mark III modificado para assemelhar-se a um Martin M-130 com o nome de “China Clipper”. Os produtores entraram em contato com o proprietário da embarcação sobre o seu uso no filme e ele respondeu que estava feliz em ajudar, mas informou que apenas um dos motores do aparelho tinha sido restaurado. Por isso, no filme, vemos apenas essa única hélice funcionando. Além disso, a fim de transmitir o fato de que era uma aeronave de passageiros, o diretor pôs vários assistentes de produção vestidos com roupas da época e filmou-os simplesmente passando pela porta do avião.
Apenas o motor da ponta direita funcionava no modelo restaurado. Mas a pintura o deixou como novo.
A ilha onde a Arca é aberta, com base no mapa usado durante o deslocamento do submarino, parece ser a ilha de Christiana, ao sul de Santorini, no Mar Egeu. O mapa, muito resumido, não permite identificá-la com precisão.
Em vez de usarem o logotipo da Paramount padrão usado entre 1975-1987, o logotipo de abertura foi uma versão do usado entre 1914 e 1952, que dizia: “A Paramount Picture”. A única diferença é que ele também tem a frase “A Gulf + Ocidental Companhia”. Este logotipo também foi utilizado nas seqüências no lugar dos logos vigentes em cada época de seus respectivos lançamentos.
Para homenagear as antigas matinês, o filme utiliza como base o logotipo antigo da Paramount (esquerda), só que colorizado, ao invés do logo padrão da época (direita).
O logotipo utilizado é uma mistura de ambos e colorizado.
Na abertura do filme, o logotipo da Paramount se mescla à uma montanha real, que é a Montanha Kalalea, em Kaua’i, Hawaii. Curiosamente, ela é apelidada de “King Kong”, porque lembra o perfil do macaco gigante.
Na novelização do filme, é revelado que Marion tinha apenas 14 anos quando Indiana a namorou, dando uma confirmação para sua fala, “Eu era uma criança. Estava apaixonada. Era errado e você sabia!”
Todos os veículos alemães utilizados na sequência da perseguição no deserto são réplicas de veículos alemães pré-Segunda Guerra Mundial reais. Já o Mercedes-Benz 320 é, na verdade, um Jaguar MK9 com um corpo de MK5 modificado. Dois deles foram construídos para o filme pela Classic Cars of Coventry. O caminhão de carga é uma réplica Mercedes-Benz LG3000 construída em um GMC CCKW.
Amy Irving e Debra Winger foram consideradas para o papel de Marion. Sean Young foi usada como Marion no teste de tela para todos os que fizeram o teste para o papel de Indiana. Tim Matheson e John Shea foram utilizados para o teste de tela de Karen Allen. A jovem Sean Young viria a estrelar, ao lado de Ford, “Blade Runner, o Caçador de Androides” (1982). Maureen McCormick também fez o teste para o papel de Marion Ravenwood.
Amy Irving, Debra Winger, Sean Young e Maureen McCormick estavam cotadas para o papel de Marion.
A filmagem na Tunísia foi insuportável para o elenco e a equipe de produção. A única coisa que serviu de alento à Steven Spielberg e George Lucas durante as filmagens foi saberem que, com a idade de 54 anos, David Lean suportou 14 meses de calor escaldante enquanto filma “Lawrence da Arábia” (1962) no local.
Na costa atlântica da França, na cidade de La Rochelle, existem abrigos para submarinos alemães, construídos pelos nazistas em 1942. Um destes abrigos serviu de set para as cenas do ancoradouro do submarino alemão. O produtor Robert Watts ficou espantado em ver como o abrigo estava bem preservado – até mesmo o graffiti nas paredes.
O modelo de submarino em tamanho real utilizado no filme foi o mesmo construído para o filme “O Barco – Inferno no Mar” (1981) de Wolfgang Petersen.
A cena de abertura no templo perdido sul-americano é, em parte, baseada em duas aventuras em quadrinhos da Disney escritas pelo lendário artista Carl Barks, cujos quadrinhos inspiram muito, até hoje, George Lucas e Steven Spielberg. Explorando um templo perdido, Pato Donald, seus sobrinhos e Tio Patinhas devem escapar de uma sucessão de armadilhas, como dardos voadores, uma lâmina de decapitação, uma pedra enorme, um túnel inundado com torrentes de água jorrando, etc, na história ” The Prize of Pizarro” (“Uncle $crooge” nº 26, de junho à agosto de 1959 – no Brasil, “As Minas do Rei Toleimon”), que chegou às bancas quando Lucas e Spielberg, ambos fãs declarados de histórias em quadrinhos, tinham, respectivamente, 15 e 12 anos de idade. Em outra história de Barks, “The Seven Cities of Cibola” (“Uncle $ crooge” nº 7, de Setembro de 1954 – no Brasil, “As Cidades do Ouro”), tem uma cidade perdida e um ídolo valioso com uma armadilha que aciona uma pedra redonda gigante esmagando tudo em seu caminho. As duas revistas contendo essas histórias (As Obras Completas de Carl Barks, números 6 e14) estão disponíveis para download no inicio da postagem.
Uma das primeiras cenas do filme trazem uma clara inspiração nos quadrinhos marcantes na juventude dos cineastas.
E foram várias as cenas inspiradas nas histórias de Carl Barks.
Inclusive nos filmes seguintes, como esta cena de “Indiana Jones e o Templo da Perdição” (1984).
CARL BARKS
Nascido em uma fazenda, o artista teve infância e juventude marcadas pela pobreza. Depois de exercer uma série de profissões braçais, começou a carreira de desenhista trabalhando para a revista de humor The Calgari eye-opener, para a qual elaborava cartuns protagonizados por belas ninfetas. Na década de 1930, ingressou no Estúdio de animação de Walt Disney, destacando-se como gag-man para os desenhos animados do Pato Donald. Todavia, quando a editora Dell passou a publicar histórias em quadrinhos inéditas com as personagens Disney, Barks deixou o Estúdio e se tornou artista free-lancer da nona arte.
Sua primeira incursão pelas HQs, Disney – a história “O tesouro do Pirata”, realizada em 1942 junto com Jack Hanna, com base em um desenho animado nunca realizado – foi um sucesso. A partir de então, elaborou mais de 500 histórias. Trabalhando em seu sítio, localizado na Califórnia, Barks foi um exemplo de quadrinista autoral que realizou uma obra consistente. Por 30 anos, foi autor de roteiros e desenhos (sua mulher, Garé, ajudava-o com a arte-final), colocando sua visão de mundo nas histórias que criava, inclusive sua opinião política, bastante conservadora. Era um artista completo, pois roteirizava, arte finalizava e criava os diálogos de todas as suas produções. Considerado pelos fãs como o “Bom Homem dos Patos”, só ficou conhecido, contudo, após a aposentadoria, já que na época os quadrinistas não eram creditados nas revistas.
Mas Barks merece todo o crédito por ter tornado tão popular os personagens que desenhou, e muitos dos quais foi o criador.
Um homem que não se formou na escola regular, conseguiu adquirir boa parte de sua cultura dos livros que guardava, e do seu grande poder de observação aos detalhes e dedicação às tarefas. Consultava com regularidade suas revistas “National Geographics” para recriar com precisão os locais onde se passavam suas histórias. E Barks criou centenas delas, ambientadas em todos os recantos do mundo moderno e antigo. Sua capacidade de criar roteiros românticos e recheados de aventuras e perigos aos personagens o tornaram uma referência no mundo dos quadrinhos.
Criou personagens icônicos, como Pardal, Gastão, Irmãos Metralha, Maga Patalógica, Mac Môney, Margarida, Vovó Donalda entre vários outros, incluindo-se aí sua maior criação, o Tio Patinhas, cada um com uma personalidade única e profunda. Até hoje, qualquer um que seja excessivamente inventivo ou absurdamente pão duro corre o risco de ser apelidado respectivamente de “Professor Pardal” ou “Tio Patinhas”, tal era a força destas características nestes personagens. Seu traço único influenciou até gênios do outro lado do mundo. Um dos maiores magakás da história, Osamu Tezuka, considerado o pai do mangá moderno e criador de mangás famosos como “A Princesa e o Cavaleiro”, “Astro Boy” e “Kimba, o Leão Branco”, disse ser fã da obra de Barks, que o influenciou muito em seu próprio trabalho.
Infelizmente, Barks adoeceu no fim do século passado e não resistiu à ação da leucemia, morrendo em sua casa no ano 2000, aos 99 anos, em Grants Pass, Oregon.
O artista deixou alguns discípulos, como os norte-americanos Keno Don Rosa e William Van Horn, o chileno Victor Arriagada Ríos, mais conhecido como Vicar, os italianos Romano Scarpa e Giorgio Cavazzano, o holandês Daan Jipes e o argentino Daniel Branca, que continuaram a sua obra reproduzindo o seu estilo e, principalmente, as bases do seu trabalho que incluem; personagens fortes e profundos; roteiros interessantes e fluentes, além de precisão histórica e geográfica.
Todos estes pontos influenciaram, também, os cineastas nascidos nas décadas de 40 e 50, cujos trabalhos também seguem as regras do “Homem dos Patos”, em que as histórias bem contadas e personagens fortes criam filmes únicos que serão lembrados por gerações. Boa parte do cinema americano produzido nas décadas de 70, 80 e 90 tem ao menos um pouco da influência deste senhor, cujo fantástico trabalho na “Nona Arte” fez surgir diretores e roteiristas igualmente criativos e talentosos, responsáveis por algumas das melhores obras já criadas na “Sétima Arte”.
Carl Barks (1901 – 2000)
Fontes: imdb.com, biography.com, news.moviefone.com, nerdspot.com.br, 2.bp.blogspot.com, indianajonesbrasil.blogspot.com.br, screenjunkies.com, originaltrilogy.com, aveleyman.com, indianajones.de, acmewebpages.net, moviestillsdb.com, movie-dude.co.uk, film.org.pl, propstore.com, vanityfair.com, nationalgeographic.com, listal.com, agibiteca.com.br , omelete.uol.com.br e thecarlbarksfanclub.com .

=>> país: EUA 
=>> duração original: 115 minutos 
=>> estúdio: Paramount Pictures… 
=>> distribuidora: Paramount Pictures…

3 comentários:

  1. bacana Cannibal, pretende postar a trilogia com tds dublagens?

    ResponderExcluir
  2. Cannibal quando acho que o Memória está no topo você se supera ainda mais.
    Pretende lançar as continuações do Arqueólogo mais famoso do cinema também nesta qualidade ?

    ResponderExcluir
  3. ++++++++++++ clássico dos clássicos nossaa irado massa adorei, só faltou os detalhes das dublagens, da tv e dvd e etc porr favorr coloquem pra nois saber, gosto mt de saber qual foi de qual aquele esquema q vcs sempre fazem detalhado mt bom,, e tds dublagens irado massa, nossa o melhor site do brasil, preservado tds dublagens e a clássica tb, posta mais opções de dowload ja qui o torrent não tem infelizmente sempre deixem disponiveis os servidores usercloud & diskokosmiko são mt faceis de baixar, os outros pra mim já axo complikaderimo impossível de bx, mas ai geral do memoria, e o karate kid 3 vcs vão postar tb ??? de resto amo esse site, boa semana pra vcs todos qui fazem a nossa alegria.de nois cinéfilos amantes dos filmes antigos.. !!!!

    ResponderExcluir

REGRAS DOS COMENTÁRIOS
1 – Todos os comentários são lidos e se possível respondidos.
2 – Não serão toleradas faltas de respeito (com ninguém) quem fizer isso terá o comentário deletado e não diga que não foi avisado.
3 – Link Quebrado é só informar que vamos corrigir o mais rápido possível.
4 – Permitimos a divulgação de links de sites, blogs, foruns e etc, desde que não seja feito spam ou seja algo proposital.
(O Compartilhamento vai além de postar filmes, divulgar também é compartilhar)

Obrigado!