De Volta Para o Futuro - Parte 3 - 1990 - (Tetra Áudio/Dublado) - Bluray 1080p


Titulo Original: Back to the Future Part III – 1990
Gênero: Aventura/Comédia/Ficção Cientifica
Direção: Robert Zemeckis
IMDb: 7,4 http://www.imdb.com/title/tt0099088/
Filmow: 4,2 https://filmow.com/de-volta-para-o-futuro-parte-ii-t381/

Bluray 1080p - TETRA ÁUDIO - (DUBLAGEM CLÁSSICA - BKS) Trilha Sonora + Trilha Sonora Especial Estendida Comemorativa do 25º Aniversário + Game Back To The Future 3 + Making Of Parte 3 Legendado.

Postado por: Don Costa

Bluray 1080p - MAIOR
Tamanho: 7.83 GB
Formato: MKV
Qualidade: Bluray 1080p
Duração: 118 min.
Audio 1: Português - Dublagem Clássica - BKS - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 640 Kbps
Audio 2: Português - Redublagem - Double Sound - DTS / 5.1 / 48 kHz / 768 Kbps
Audio 3: Português - Redublagem - Delart - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 640 Kbps
Audio 4: Inglês - DTS / 5.1 / 48 kHz / 1509 Kbps
Legenda: Português/Inglês

Bluray 1080p - MENOR
Tamanho: 2.49 GB
Formato: MKV
Qualidade: Bluray 1080p
Duração: 118 min.
Audio 1: Português - Dublagem Clássica - BKS - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 384 Kbps
Audio 2: Português - Redublagem - Double Sound. - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 384 Kbps
Audio 3: Português - Redublagem - Delart - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 384 Kbps
Audio 4: Inglês - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 384 Kbps
Legenda: Português/Inglês

Bluray 720p
Tamanho: 1.87 GB
Formato: MKV
Qualidade: Bluray 720pp
Duração: 118 min.
Audio 1: Português - Dublagem Clássica - BKS - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 384 Kbps
Audio 2: Português - Redublagem - Double Sound. - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 384 Kbps
Audio 3: Português - Redublagem - Delart - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 384 Kbps
Audio 4: Inglês - AC3 / 2.0 / 48 kHz / 128 Kbps
Legenda: Português/Inglês

Remasterização e Legendagem: -=| Don Costa |=-
Encoder e Uploader: -=| Don Costa e CaNNIbal |=-
Créditos para a dublagem clássica BKS: -=| Sparrow, Leppard, Johnahex, Rodolfoalbiero e Darth Douglas. |=-
Créditos Delart: -=| comunidade “Não à Redublagem”. |=-

Nota do Uploader(CaNNIBal)

Mais um filme que merece ser preservado, já sabendo que em pouco tempo o mesmo se encontraria OFF, resolvi trazer ele para cá, adicionei muitos servidores, versões novas. 

Enfim, como sempre, desejo uma excelente sessão para todos!


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Trilha Sonora 1 (MP3) (42,4MB)
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Trilha Sonora 2 (MP3) (316MB)
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Game Back To The Future III (.EXE) (1,51MB)
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Making Of Parte 3 (MKV) (783MB)
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Senha: memoriadatv.com        (Brincadeira, não tem senha não ^^)
Após de receber uma carta de Doc (Christopher Lloyd) datada de 1885, Marty (Michael J. Fox) viaja ao Velho Oeste, no dia 2 de setembro do mesmo ano, tendo apenas cinco dias para salvar a si e aos seus amigos e voltar para o futuro.



Michael J. Fox … Marty McFly / Marty McFly Jr / Marlene McFly
Christopher Lloyd … Doctor Emmett Brown
Lea Thompson … Lorraine


A REMASTERIZAÇÃO DA TRILOGIA:
No fim deste mês seriam completados 18 meses desde que iniciei este projeto de remasterização da trilogia “De Volta Para o Futuro”. O ponto de partida foi uma rara dublagem da Delart (avião) criado apenas para a parte 3, disponibilizado pela comunidade “Não À Redublagem” do extinto Orkut, áudio este que compõe o arquivo desta postagem. Desde o início, o objetivo era postar todos os três filmes de uma vez, por volta de junho do ano passado, mas a tarefa mostrou-se muito mais complicada do que eu imaginava. Os quatro áudios com os quais iria trabalhar (dois deles na parte 3), estavam por demais degradados, e consertar cada trecho problemático em cada um dos áudios levaria muito tempo. Porém isso teve um lado bom. Com o passar do tempo fui aprendendo mais e mais sobre remasterizações e sobre os programas utilizados para realizá-las, o que me ajudou a dar um salto enorme na qualidade das minhas postagens, quando comparadas aos meus trabalhos anteriores. Como conseqüência, pude limpar, filtrar e consertar as falhas desses áudios de forma mais elaborada, além de mesclá-los com o áudio original inglês de seis canais criando um 5.1 real dessas dublagens anteriormente em stéreo. Também foi possível fazer extensas pesquisas para encontrar o material extra disponibilizado nas três postagens, formando um importante acervo para os fãs da trilogia e do cinema em geral. Foram quase 18 meses de um trabalho bem lento, intercalado com muitas outras postagens que lancei no período, mas que se mostrou bastante agradável, mesmo nos tópicos mais difíceis. Vou sentir falta das vozes destes personagens a que me acostumei a ouvir rotineiramente nos últimos meses em cada uma das várias dublagens diferentes, e passo a me dedicar, agora, ainda mais às outras remasterizações igualmente difíceis, nas quais já estou trabalhando há alguns meses. Espero, sinceramente, que o resultado aqui apresentado agrade aos fãs da trilogia tanto quanto me agradou, e que esteja à altura da importância de uma das maiores trilogias do cinema. Esta será a última remasterização gigante (duologias, trilogias, quadrilogias e séries) postada por mim. Como agora me encontro restrito à um máximo de duas horas diárias em frente ao computador (sem prorrogação) por ordens médicas, estes projetos gigantes que consumiam meses passariam a durar anos, inviabilizando-os. Obviamente postarei até o último episódio aquelas que já foram iniciadas, como Batman, Além da Imaginação e Fantomas. Mas as demais futuras postagens serão somente de filmes isolados, mesmo que façam parte de uma franquia. Ainda assim conseguirei postar, no máximo, dois filmes por mês. Ao completar a postagem desta trilogia, eu deixo os meus agradecimentos pelo apoio recebido de todos os marujos e visitantes do site e pelos áudios enviados através dos colaboradores que tornaram possíveis estas postagens.
Um grande abraço à todos.

A REMASTERIZAÇÃO DA PARTE 3:
Desta vez, além da dublagem clássica BKS e da redublagem Double Sound, consegui uma rara dublagem da Delart para criar este tetra áudio. As fontes de áudio da dublagem BKS estavam em uma condição razoável de qualidade, com os problemas típicos presentes em quaisquer TV-rips ou VHS-rips mais antigos. Inicialmente foram aplicados vários filtros para eliminar os chiados, cliques e zumbidos presentes nas fontes. Posteriormente elas foram equalizadas e normalizadas para atingirem o mesmo nível de amplificação. Cada uma das fontes possuía trechos com melhor ou pior qualidade, embora todas elas tivessem vários pequenos cortes ao longo de todo o áudio, um problema típico de gravações magnéticas caseiras, dos nossos saudosos VHSs. Peguei o que cada fonte tinha de melhor e montei uma trilha completa, consertando cada um dos espaços vazios ao longo dela. Mesmo as falhas que aconteciam em cima das vozes puderam ser consertadas aproveitando uma característica dos personagens neste filme. Quase sempre Marty está surpreso ou exaltado, Buford Tannen mantem-se ameaçador e Doc Brown permanece didático a maior parte do tempo. Assim, os tons das vozes dos personagens principais são praticamente as mesmas ao longo de todo o filme, e as palavras – às vezes até frases – repetidas por eles puderam ser copiadas de um trecho para substituir outro sem que se notem diferenças. Apenas uma frase de Tannen não pôde ser reconstruída por esse método e teve de ser substituída pelo áudio da dublagem Delart, cujo dublador tem a voz mais parecida com a do dublador da BKS. Após todos os trechos serem consertados e o áudio limpo, ele foi convertido de stéreo para mono e foi introduzido como o canal central do áudio 5.1 inglês, substituindo o canal central original. Agora começa o processo de sincronia fina ao longo de todo o áudio, já que o áudio deve estar com os seis canais perfeitamente sincronizados para evitar ecos, reverberações e saturação indesejada. Muitos trechos do canal central inserido tiveram de ser substituídos pelos trechos correspondentes do canal central original pois nesta dublagem identifiquei que a sonoplastia (passos, tiros, batidas, etc.) em alguns pontos também era diferente da sonoplastia original, fazendo com que alguns sons dentro de um determinado trecho não coincidissem. Por último, todos os diálogos principais que também apareciam nos outros canais foram editados e substituídos pelos diálogos em português, porém mantendo as suas características como amplificação, delay, fade, eco, reverberação, etc, que tive de reproduzir como eram. Mesmo com todo o trabalho em cima deste áudio ele não ficou perfeito, embora tenha uma qualidade muito superior ao do áudio base, pois tanto o meu conhecimento em remasterizações, quanto a capacidade dos programas que uso apresentam limitações. Abaixo o gráfico mostrando o resultado final da remasterização.

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Acima, dublagem BKS remasterizada em seis canais.
Já a dublagem Delart foi trabalhada a partir de uma única fonte. O áudio estava em bom estado, apesar de apresentar um chiado forte em alguns trechos que não puderam ser totalmente eliminados pois isso destruiria, também, as vozes. Os filtros utilizados eliminaram a maior parte dos chiados, cliques e estalos. As poucas falhas encontradas foram corrigidas utilizando trechos do próprio áudio Delart, mantendo, portanto, toda a sonoplastia e vozes originais. Após fazer a conversão desse arquivo de stéreo para mono, ele foi introduzido como canal central do mesmo áudio inglês utilizado na remasterização da dublagem BKS em substituição ao canal original. Novamente foi necessária a sincronização ao longo de todo o áudio, pois uma assincronia de poucos milésimos seria perceptível, seja utilizando caixas stéreo ou as seis caixas do home theater. Por último, assim como ocorreu na remasterização da dublagem BKS, todas as falas principais que ainda apareciam em inglês nos demais canais foram editadas e substituídas pelas falas da dublagem, porém mantendo as suas características. Notemos que nas duas remasterizações foi utilizado o áudio em inglês de seis canais para criar os áudios dublados também em seis canais. Assim, eventualmente serão ouvidas vozes ao fundo com diálogos em inglês quando houver aglomerações de pessoas em cena. Optei por não alterar estes trechos para não comprometer a qualidade final geral dos arquivos. Abaixo, o gráfico mostra o resultado final da remasterização.

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Acima, dublagem Delart remasterizada em seis canais.

A TRILHA SONORA 1:

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Lançada simultaneamente com o filme, esta trilha sonora não alcançou o mesmo sucesso das duas trilhas anteriores, obtendo as menores vendas da trilogia. Isso se deveu, em parte, pela ausência da versão original da música “Doubleback”, que ficou de fora devido a restrições de direitos autorais. O arquivo está no formato MP3 e um tamanho de apenas 42,4 MB.
Track listing
1. Main Title (03:05)
2. It’s Clara (The Train Part II) (04:33)
3. Hill Valley (02:20)
4. The Hanging (01:40)
5. At First Sight (03:12)
6. Indians (01:10)
7. Goodbye Clara (02:57)
8. Doc Returns (02:50)
9. Point Of No Return (The Train Part III) (03:45)
10. The Future Isn’t Written (03:35)
11. The Showdown (01:28)
12. Doc To The Rescue (00:51)
13. The Kiss (01:51)
14. We’re Out Of Gas (01:15)
15. Wake Up Juice (01:11)
16. A Science Experiment? (The Train Part I) (03:05)
17. Doubleback (01:30) Composed by ZZ Top / Arranged by Alan Silvestri
18. End Credits (04:34)
Total Duration: 00:44:52

A TRILHA SONORA 2:

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Lançada no fim de 2015, esta trilha sonora comemora o 25º aniversário do lançamento do terceiro filme da franquia. Muito mais completa do que a trilha original, ela é composta por dois CDs que contém toda a trilha original, toda a partitura original das músicas incidentais presentes ao longo da projeção do filme e algumas versões alternativas de várias composições. A canção original “Doubleback” interpretada pelo grupo ZZ Top continuou de fora, mas aqui ela ganha uma versão instrumental estendida assim como aparece na cena do baile. O arquivo está no formato MP3, mas possui um Bit Rate de 320 kbps que o deixa com uma excelente qualidade, embora o tamanho aumente consideravelmente, totalizando 316MB. Um pequeno Digital Booklet reproduzindo o encarte dos CDs contendo informações sobre a trilha e o filme (em inglês) no formato PDF também está incluso no arquivo.
Tracklist
Disc 1 (Total Time: 60:41)
THE FILM SCORE:
1. Back To Back / Court House (1:25)
2. Main Title (2:43)
3. Into The Mine / Tombstone / It’s Me (3:18)
4. Warmed Up (1:30)
5. Indians (Film Version) (1:10)
6. Safe And Sound (:42)
7. Hill Valley (2:20)
8. The Hanging (1:42)
9. We’re Out Of Gas (1:17)
10. There Is No Bridge / Doc To The Rescue (1:26)
11. At First Sight (3:17)
12. Yellow (:47)
13. The Kiss (1:57)
14. You Talkin’ To Me? (:36)
15. The Future Isn’t Written (3:36)
16. Goodbye Clara (3:02)
17. What’s Up Doc / Marty Gallops / To The Future (1:45)
18. Wake Up Juice (1:12)
19. Callin’ You Out / Count Off (1:59)
20. The Showdown / The Kick (2:13)
21. A Science Experiment (The Train – Part I) (3:11)
22. It’s Clara (The Train – Part II) (4:36)
23. Point Of No Return (The Train – Part III) (3:49)
24. It’s Destroyed / Back To The Girlfriend / It Erased (3:41)
25. Doc Returns (2:52) 26. End Credits (4:01)
Disc 2 (Total Time: 48:39)
ALTERNATES:
1. Back To Back / Court House (Alternate) (:33)
2. I’m Back / Main Title (Alternate) (2:49)
3. Into The Mine /
Tombstone (Alternate) (3:19)
4. Warmed Up (Alternate) (1:47)
5. Indians (Alternate) (1:20)
6. The Hanging (Alternate) (1:44)
7. Goodbye Clara (Alternate Segment) (:52)
8. Count Off (Alternate) (1:30)
9. The Kick (Alternate) (:44)
10. Doc Returns (Alternate) (2:40)
SOURCE MUSIC:
11. Clock Dedication / Battle Cry Of Freedom (1:03)
12. Doubleback (Extended Version) (3:12)
13. Turkey In The Straw (3:00)
14. My Darling Clementine (2:51)
15. Saloon Piano Medley (1:44)
16. Arkansas Traveler (2:49)
17. Devil’s Dream (2:48)
18. Pop Goes The Weasel (2:59)
19. Virginia Reel (Tip-Top) (2:57)
ADDITIONAL MUSIC:
20. I’m Back (Alternate No. 2) (1:07)
21. Into The Mine (Alternate No. 2) (1:53)
22. Indians (Alternate No. 2) (1:11)
23. Doc Returns (Alternate No. 2) (3:02)

O GAME “BACK TO THE FUTURE III”:

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Este game lançado para o Sega Genesis é diferente daquele criado pela LJN – “Back To The Future Part II & III” – lançado para o NES e disponibilizado na postagem de “De Volta Para o Futuro Parte 2”. O jogo foi lançado em 1991 para o Sega Mega Drive / Genesis, Amiga, Amstrad CPC , Atari ST, Commodore 64, DOS, Sega Master System, e o ZX Spectrum. Cada versão do jogo tem mais ou menos as mesmas características e todas são vagamente baseadas no filme. O jogo foi desenvolvido pela Sonda Software e publicado pela Works Imagem e Arena Entertainment (para Sega). A versão do Sega possui quatro níveis diferentes (há algumas diferenças entre as versões).
Nível 1: Resgate de Clara
Os jogadores controlam Doc Brown em um cavalo enquanto ele corre para salvar Clara Clayton de cair no precipício. Os jogadores têm de correr e saltar sobre os obstáculos ao mesmo tempo em que usam uma pistola para atirar nos inimigos e em alguns objetos, além de se abaixarem ocasionalmente para não serem atingidos por outros. Em alguns momentos faz tudo isso ao mesmo tempo. Na versão DOS, há também segmentos onde Doc pode coletar uma espingarda para disparar em várias direções.
Nível 2: Atire no alvo
Os jogadores controlam Marty enquanto ele atira em alvos em intervalos determinados. Uma fase bónus pode ser obtida ao atingir um bom nível de acerto nos patos multi-coloridos.
Nível 3: Marty vs. Os homens de Buford
Os jogadores controlam Marty enquanto ele usa pratos de torta para combater os homens de Buford, e, eventualmente, o próprio Buford.
Nível 4: O trem
Os jogadores controlam Marty enquanto ele corre através do trem, recolhendo registros de velocidade necessárias para fazer o trem acelerar até 88 milhas por hora (142 km / h), cortando os inimigos e evitando obstáculos, tais como ganchos ou baforadas de fumaça.
O jogo agradará aos mais saudosistas que varavam noites e noites na adolescência jogando este e outros títulos, daqueles maravilhosos consoles dos anos 80/90, gastando muitas horas para conseguir avançar, embora os jogos fossem pequenos e com poucas fases. E a razão era simples. Era impossível jogar. Mesmo nos níveis mais fáceis não se conseguia passar de fase sem sofrer fortes câimbras nos dedos ou um ataque epilético. Às vezes as duas coisas juntas. Neste jogo em particular, conseguiram a proeza de fazer o primeiro nível mais difícil que os demais. Mesmo após memorizar todos os comandos você não consegue ultrapassar todos os obstáculos, desviar de todos os objetos e atirar em todos os bandidos desta interminável fase dos infernos. Mas, caso o jogador tenha uma paciência e serenidade equivalentes ao de um monge budista, poderá suplantar esta fase e até se divertir com o restante do jogo. Ele é pequeno (1,51 MB) e está no formato EXE, necessitando de instalação. É compatível com Windows 7, 8, 8.1 e 10. Aqui joguei no Windows 7 e no Windows 10 por várias horas e não tive problemas, além do fato de não ter conseguido passar pela bendita primeira fase.
ATENÇÃO: POR SER UM ARQUIVO AUTO EXECUTÁVEL (.EXE) DEVE-SE TER EXTREMO CUIDADO AO INSTALÁ-LO, POIS, DEPENDENDO DA CONFIGURAÇÃO DO SISTEMA, PODE CAUSAR PROBLEMAS EM SUA MÁQUINA. AQUI, JOGUEI POR VÁRIAS HORAS EM VÁRIOS DIAS DIFERENTES, TANTO NO WINDOWS 7, QUANTO NO WINDOWS 10, E NÃO TIVE NENHUM PROBLEMA.

O MAKING OF PARTE 3:

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Mostra os bastidores, as histórias e as curiosidades desta terceira parte da trilogia. Todo o material está legendado, embora alguns itens estejam em um português mais próximo ao de Portugal. Isso ocorreu porque não encontrei legendas para todos os itens e precisei criar as minhas próprias legendas neles, além de pegar algumas legendas em PT-PT. Assim as legendas ficarão levemente diferentes entre um item e outro, mas nada que atrapalhe o entendimento do que está sendo dito. Todos os vídeos estão em MKV e possuem um tamanho total de 783MB. O material contém:
Cena Deletada (1:18)
Design da Campanha (1:18)
Design da Cidade de Hill Valley (1:08)
Erros de Gravação (1:35)
Histórias do Futuro – O Charme da Terceira Vez (17:07)
Histórias do Futuro – O Teste do Tempo (17:00)
Os Bastidores da Trilogia – Capítulo 3 (16:20)
Os Segredos da Trilogia de “De Volta Para O Futuro” (20:41)
The Making of Back to the Future Part III (7:32)
ZZ Top – Doubleback DTS (Videoclipe) (4:09)

INFORMAÇÕES DO FILME:

Quando Doc e Marty estão no drive-in preparando o DeLorean para a viagem à 1885, Marty menciona Clint Eastwood e Doc responde “Clint, quem?” Nesta cena, há cartazes de filmes na parede do drive-in mostrando “A Revanche do Monstro” (1955) e “Tarântula!” (1955), que contém algumas das primeiras aparições em filmes de um, então desconhecido, jovem Eastwood. Os produtores pediram permissão à Clint Eastwood para usar o seu nome no filme. Ele consentiu e ficou muito contente com a homenagem, principalmente ao saber que ele seria usado como um pseudônimo do personagem Marty no velho oeste.

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Cartazes de “A Revanche do Monstro” e “Tarântula!”. Referências á Clint Eastwood em início de carreira.
Thomas F. Wilson, que interpreta Buford Tannen, realiza, ele próprio, todas as acrobacias montado em seu cavalo. Ele também faz o truque onde laça Marty para tentar enforcá-lo em seguida. E na cena em que Marty estava sendo linchado, Michael J. Fox foi acidentalmente enforcado, ficando inconsciente por um alguns segundos. Ele registra isso em sua autobiografia “Lucky Man”, lançada em 2002.

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Thomas F. Wilson (direita) dispensou dublês em todas as cenas de que participou.
Em cada um dos filmes da trilogia, um músico ou grupo musical faz uma participação especial. No primeiro filme foi o grupo californiano “Huey Lewis and the News”, que também criou a música tema do filme. O segundo filme contou com a participação do músico Flea, baixista do grupo “Red Hot Chili Peppers”. Flea também faz uma ponta no final do terceiro filme. Mas, além de Flea, esta terceira parte também contou com a participação dos texanos do “ZZ Top”. Na época o trio de estilo blues-rock já era veterano no cenário musical e, segundo o Guiness BooK, em 2011 foi confirmada como a mais longeva formação de um grupo musical, alcançando 40 anos de carreira com a mesma formação. Esse Record será alterado este ano para “45 anos de carreira”, pois a banda continua em atividade. De acordo com o livro “Billy Gibbons: Rock & Roll Gearhead”, o grupo “ZZ Top” estava visitando o set e foi convidado para ser a banda da cidade no filme. Durante um teste, a câmera quebrou. Enquanto esperam a reparação, Michael J. Fox perguntou se eles poderiam tocar “Hey Bom Lookin”, o que eles fizeram prontamente. Depois, mais pedidos foram feitos. Duas horas mais tarde, alguém perguntou se a câmara já tinha sido reparada. Robert Zemeckis respondeu que ela tinha sido consertada há muito tempo, mas ele simplesmente não queria parar a apresentação da banda.

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Em cena (no alto), com o diretor Zemeckis (ao centro) ou no cartaz promocional (acima). O ZZ Top conseguiu se tornar tão icônico quanto o filme do qual participou.
Muitos sites de fãs de cinema e da trilogia informam que o beijo de Doc com Clara marca a primeira cena de beijo de Christopher Lloyd em sua carreira no cinema, mas na verdade ele teve uma cena de beijo na tela com Lesley Ann Warren em “Os Sete Suspeitos” (1985).
Marty usa um prato de torta Frisbie para desarmar “Cachorro Louco”. Em 1871, a Frisbie Pie Company começou suas atividades em Connecticut. Seus pratos, que vinham com as tortas, eram usados como forma de diversão ao serem atirados pelos alunos no campus da Yale e estes, eventualmente, levaram à invenção dos frisbees, discos plásticos usados como brinquedos e esporte. Foi daí que Marty teve a idéia de usar o prato de torta como arma.

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Populares no mundo todo, os frisbees surgiram a partir de pratos de torta.
O personagem de Seamus McFly foi originalmente escrito para Crispin Glover, mas o ator já tinha declinado de participar, inclusive, da Parte 2.
A definição de parte da trama se passar em 1885 foi, em parte, devido à uma sugestão de Michael J. Fox, que tinha comentado com os produtores sobre como ele sempre pensou que seria divertido atuar em um filme de faroeste.
Em “De Volta para o Futuro” (1985), Doc diz à Marty que ele se inspirou para criar o capacitor de fluxo depois de bater a cabeça na pia do banheiro enquanto tentava pendurar um relógio em cima do vaso sanitário. Em “De Volta para o Futuro Parte III” (1990), quando Doc enlouquece depois de ver Marty em sua casa e corre para o banheiro, você pode ver o relógio pendurado acima do vaso em que ele escorregou.

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O item que inspirou o invento de Doc pode ser visto de relance.
O ator e ex-presidente Ronald Reagan foi originalmente convidado para desempenhar o papel do prefeito Hubert por causa de seu apreço pelo primeiro filme da trilogia. Ele, relutantemente, recusou o papel, e o personagem foi para Hugh Gillin.
A personagem de Clara Clayton foi criada em referência à Clara Clemens, filha de Samuel Clemens, verdadeiro nome de Mark Twain. Clara Clemens saiu em um passeio de trenó com seu futuro marido, Ossip Gabrilowitsch, quando o cavalo se assustou com um jornal varrido pelo vento e saiu em disparada enquanto Gabrilowitsch perdia o controle. No topo de uma colina, ao lado de uma queda de 20 metros, o trenó virou, jogando Clemens para fora, momento em que seu vestido ficou preso no arreio do cavalo ainda em disparada. Gabrilowitsch saltou para o chão e pegou o cavalo pela cabeça, parando-o quando ele estava prestes a mergulhar no precipício, arrastando Clemens junto. Apesar do susto, a moça sofreu apenas ferimentos leves. Os filhos de Mary Steenburgen insistiram para que a atriz aceitasse o papel de Clara Clayton, embora ela sempre tivesse deixado claro em entrevistas que jamais recusaria o convite para atuar no filme.

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Clara Clayton (esquerda) e Clara Clemens (direita). Salvas da morte pelos futuros maridos.
Neste filme, Mary Steenburgen interpreta Clara Clayton, uma mulher do século XIX que se apaixona por um viajante do tempo que veio do século XX. Em “Um Século EM 43 Minutos” (1979), ela interpretou Amy Robbins, uma mulher do século XX, que se apaixona por um viajante do tempo que veio do século XIX.

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Se apaixonar por viajantes do tempo não é fato inédito para as personagens da atriz.
Buford Tannen é preso pelo assistente do xerife Strickland, em vez do próprio xerife. Durante a prisão, quando a fala “assaltar a diligência de Pine City” é dida, a câmera corta para Marty e Emmett. Há uma razão para isso: Buford foi originalmente preso pelo assassinato do xerife Strickland. A cena do crime foi retirada por ser considerada muito sombria para um filme de família, e a fala foi dublada para fazer referência ao roubo da diligência.
Não são apenas as famílias dos protagonistas que passaram as características dos personagens ao longo das décadas. Alguns comerciantes também. O nome na carroça de estrume em 1885 é “A. Jones”. Em “De Volta para o Futuro” (1985) e “De Volta para o Futuro II” (1989), o nome no caminhão de esterco em 1955 é “D. Jones”. Já o comerciante de cavalos em 1885 é Joe Statler. Em “De Volta para o Futuro” (1985) há um anúncio para “Statler Toyota” no ano de 1985. Em 1955, um “Statler Motors Studebaker” é visível perto do teatro da cidade.

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Gerações de comerciantes também acompanharam o desenvolvimento da cidade.
Os três veteranos no salão foram interpretados por Dub Taylor, Harry Carey Jr. e Pat Buttram, que interpretaram integrantes de grupos ou gangues, bêbados, e figurantes em centenas de westerns e séries de televisão. Pat Buttram também é um conhecido dublador com inúmeros trabalhos de dublagem. Talvez o mais conhecido deles seja ter dado a voz ao xerife de Nottingham na animação da Disney “Robin Hood” (1973).

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Homenagem à três figurantes veteranos do cinema e da TV.
No decorrer do ano que levou para filmar “De Volta para o Futuro Parte II” (1989) e “De Volta para o Futuro Parte III” (1990), Michael J. Fox passou por grandes emoções em sua vida pessoal. Em 30 de maio de 1989 nasceu seu primeiro filho, Sam Michael Fox, imediatamente alçado ao posto de xodó da família. Infelizmente por outro lado ele perdeu seu pai, William Fox, meses depois, falecendo em 6 de Janeiro de 1990. A morte do pai de Michael J. Fox atrasou as filmagens em duas semanas.
O cinema drive-in foi construído especificamente para este filme. Foi construído na região do Monument Valley, e demolido imediatamente depois das filmagens. Nenhum filme jamais foi exibido lá.

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Um enorme cenário para gravar uma única cena demonstra o meticuloso trabalho de produção.
Michael J. Fox, Christopher Lloyd, Lea Thompson, Thomas F. Wilson, James Tolkan, Marc McClure (cena deletada – Part II), e J. J. Cohen são os únicos atores a aparecer em todos os três filmes da trilogia.
Uma garrafa de molho Tabasco é visível no saloon durante a cena do “suco despertador”. Ele tem a concepção correta, de acordo com o período de tempo mostrado no filme.

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A precisão da caracterização dos personagens se estende à todos os itens em cena.
Este filme marca a única vez na trilogia, em que Doc Brown interage com um membro da família Tannen.
Clara pode ser vista atrás de Marty e Doc enquanto estes olham para o mapa na estação de trem. Na mesma imagem, o relógio que seria colocado na torre pode ser visto próximo à Clara, e ele marca precisamente 10:04, a hora exata em que ele está destinado a parar no futuro. Na cena anterior, o relógio pode ser visto ao fundo sendo descarregado do trem enquanto Doc e Marty conversam com o condutor sobre a velocidade do trem.

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O roteiro do filme é riquíssimo e muitas cenas mostram detalhes que apenas olhos atentos conseguem identificar.
A primeira cena neste filme, onde Marty volta para o futuro na máquina do tempo, alimentado por um relâmpago que golpeia a torre do relógio, aparece em todos os três filmes.
Um conhecido recurso literário que introduz no final de um livro acontecimentos, locais, situações ou citações que aparecem também em seu início, como que fechando um ciclo, é utilizado na trilogia “De Volta Para o Futuro”. A canção “The Power of Love” é tocada tanto durante a segunda cena da série (no instante em que Marty sai da casa de Doc no início do primeiro filme), quanto na penúltima cena da trilogia (quando Needles desafia Marty para um racha no final do terceiro filme).
De acordo com o relógio atrás deles, Doc e Marty tem sua foto tirada às 8:08. Este é outro dos detalhes ocultos nas cenas, e faz uma referência à velocidade de 88 mph, que o DeLorean deve alcançar antes que ele possa viajar através do tempo. Muitos membros da produção deram idéias para estes detalhes ocultos enquanto outros fizeram figuração. Nesta mesma cena da foto do relógio aparece o fotógrafo do festival que é, na verdade, o diretor de fotografia do filme, Dean Cundey, fazendo uma ponta.

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Criando referências escondidas nas cenas como o relógio (no alto), ou com participações em cena (acima). Membros da produção fizeram bem mais do que suas funções normais no filme.
Em 1976, o ator Matt Clark interpretou Kelly, um barman em “Josey Wales – O Fora da Lei” (1976), que em determinada cena servia o personagem Josey Wales, interpretado pelo ator Clint Eastwood. Já em “De Volta Para o Futuro – Parte 3” ele interpreta Chester, o barman que serve “Clint Eastwood”, pseudônimo utilizado pelo personagem Marty McFly. Outro ator de “De Volta para o Futuro III” que estava em “Josey Wales – O Fora da Lei” é Bill McKinney, que interpretou o maquinista do trem no filme de Zemeckis e o vilão “pés vermelhos” Quantrill no filme de 1976.

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Matt Clark como o barman Chester (no alto) e como o barman Kelly (acima à esquerda), enquanto contracena com o personagem “Clint Estwood” em 1985 e com o ator Clint Estwood em 1976.
Antes de enviar Marty de volta à 1885, Doc menciona que eles usarão a área do teatro drive-in para que Marty não bata em alguma árvore ou obstáculo que exista no passado. “Em De Volta para o Futuro” (1985), uma das primeiras coisas Marty faz em 1955 é, exatamente, bater em um pinheiro do fazendeiro Peabody que existia no passado.
Este foi o primeiro filme a usar o novo logotipo de abertura dos estúdios da Universal criado em comemoração ao seu 75º aniversário. O logo foi utilizado até 1997, embora sem os dizeres “75º aniversário”, obviamente presentes apenas no ano de 1990.

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Estréia do novo logo comemorativo da Universal.
O homem no saloon que se apresenta como vendedor de arame farpado com quem Doc Brown conversa não tem o nome citado, mas é John Warne Gates, que era um vendedor para o sul da Wire Company de St. Louis, Missouri, que se fundiu com a empresa Wire de William Edenborn para formar a Braddock Wire Company, a partir do qual foi consolidada a Iron and Wire Company, constituída em 1888. Com a ajuda do advogado de Chicago Elbert Henry Gary ele criou um monopólio na indústria bancária dos EUA em 1898 com a American Iron and Wire Company, que foi vendida em 1901 à JP Morgan, em um acordo (também negociado por Gary) para se tornar parte do novo conglomerado US Steel. Gates, foi um dos fundadores da The Texas Company, que tornou-se a companhia de petróleo Texaco. Esta é uma outra referência à empresa Texaco, que está representado no primeiro e segundo filme e (devido a esta referência) em todos os filmes da trilogia.
Diferentemente dos filmes anteriores, toda a cidade de Hill Valley de 1885 foi construída numa área distante dos estúdios da Universal. Ainda assim, pela disposição dos prédios é possível dizer que o saloon em 1885 está no mesmo local que o Café do Lou em 1955, a academia de ginástica em 1985, e o café 80, em 2015.
Michael J. Fox comparou as filmagens da trilogia com “estar de volta à escola”, pois parecia que alguém estava sempre ensinando-lhe algo para os filmes. No decorrer das filmagens da trilogia, Fox foi ensinado a andar de skate, tocar uma guitarra, montar um cavalo e manejar uma arma.

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Equitação foi uma das disciplinas do aluno Michael J. Fox durante a trilogia.
Por cerca de três semanas Robert Zemeckis voava diariamente para Los Angeles, depois do seu dia de filmagens do clímax em “De Volta para o Futuro Parte III” (1990), para aprovar a edição de som que Bob Gale estava supervisionando na montagem de “De Volta para o Futuro Parte II” (1989). Ele, então, levantava-se às 04:30 na manhã do dia seguinte para voar de volta ao norte da Califórnia a fim de continuar com as filmagens do dia. Para “De Volta para o Futuro Parte II” (1989) e III (1990), dois anos foram gastos construindo os sets de filmagem e completando os scripts. Eles foram filmados lado a lado por mais de onze meses, a fim de tirar proveito da pausa prolongada de Michael J. Fox de “Caras e Caretas” (1982 – 1989), que estava chegando ao fim de sua temporada e não seria renovada. Enquanto a Parte III estava sendo filmada, a Parte II estava sendo editada.
A pistola que Doc usa em 1955 para sinalizar à Marty para partir no drive-in é uma Colt Single Action Army, também conhecida como “Colt Peacemaker”, e é a mesma arma que ele usa para tentar combater os terroristas líbios em 1985 durante o primeiro “De Volta Para o Futuro”. Uma arma clássica do Velho Oeste que confirma a afirmação de Doc de que ele sempre foi um fã da era dos cowboys.

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No alto e ao centro, Doc usa o seu Colt 45. Acima, o primeiro Colt, ainda um protótipo, produzido em 1872 sob o número de série “1”.
Na década de 1880, a locomotiva a vapor mais rápida em serviço ativo era a Eight Wheeler Steam Engine (configuração de roda 4-4-0), com uma velocidade máxima de 45 milhas por hora. Assim, Marty e Doc foram confrontados com a tarefa de dobrar a velocidade do motor a vapor mais rápido que existia.
O filme tem lugar entre os dias 12 e 16 de novembro de 1955, entre os dias 2 e 7 setembro de 1885 e em 27 de Outubro de 1985.
A locomotiva a vapor usada neste filme é chamada Sierra nº 3, pintada para parecer da década de 1880. Locomotivas a vapor deste tipo na verdade foram criadas em 1896. A locomotiva a vapor do filme, Sierra nº 3, recentemente retornou ao serviço em Railtown 1897 State Historic Park, na Califórnia após uma extensa restauração, e agora é usada em passeios turísticos.

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A velha Sierra nº 3 no dia de estréia após a restauração.
Na novelização do filme, o menino que devolve a arma à Marty pergunta-lhe de onde ele tirou a idéia de usar a porta de ferro do forno por baixo das roupas, e Marty responde que ele viu em um filme. O menino pergunta à Marty o que é um filme. Antes que Marty pudesse responder, uma mulher chama o menino pelo nome “David … David Llewelyn Wark Griffith”. Este, obviamente, é o nome real do pioneiro cineasta “D. W. Griffith”, que, tendo nascido em 1875, teria entre nove e dez anos de idade em 1885, época em que a história do filme se passa.
Há uma série de marcas (situações semelhantes) que a produção inseriu nos filmes, como que posicionando o espectador, além de dar um toque de humor. 1)Em todos os filmes Marty é nocauteado, e quando acorda ele sempre diz “Mãe?”, com Lea Thompson sempre presente, onde ela informa exatamente quanto tempo ele esteve dormindo e onde ele se encontrava no momento. 2) Em cada filme da trilogia Thomas F. Wilson acaba coberto de estrume. 3) Em cada um dos três filmes um tema comum é que Marty sempre acaba em um estabelecimento público, pouco depois de chegar ao seu destino e é confrontado por um Tannen gritando “Ei McFly!” (Em “De Volta para o Futuro” (1985), logo após Marty chegar em 1955, ele entra num café e seu pai, George McFly, está sentado ao lado dele. Biff Tannen entra e grita “Ei McFly!”, ao que Marty reconhece, mas não percebe que Biff está gritando com seu pai. Em “De Volta para o Futuro Parte II” (1989), pouco depois de chegar em 2015 com Doc, Marty está no Café 80, quando Griff Tannen (neto de Biff) grita “Ei McFly!” para o futuro filho de Marty (Marty Júnior), que acaba de entrar antes dele. Em “De Volta para o Futuro Parte III” (1990), logo após chegar em 1885 Marty entra no salão e é confrontado por Buford “Cachorro Louco” Tannen que grita “Ei McFly!” confundindo Marty com o tataravô de Marty, Seamus McFly). 4) Há sempre uma cena com Marty sendo perseguido por um Tannen e sua gangue.
Na cena em que Doc e Clara estão observando as estrelas é possível notar uma estrela cadente. Mas ela não está lá apenas para deixar a cena mais bela. Na verdade, há uma explicação para esta marca. Enquanto filmava “Tubarão”, reza a lenda que Spielberg e sua produção acidentalmente filmaram a estrela cadente que você pode vislumbrar brevemente no filme – você pode vê-la durante o terceiro ato no barco, na seqüência noturna, enquanto ela se move atrás da cabeça de Brody. Desde então, Spielberg optou por incluir uma estrela cadente no fundo de seus filmes, nem que seja em apenas um filme de uma franquia, como um amuleto de boa sorte, geralmente antes do clímax ou de um grande acontecimento.

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“De Volta Para o Futuro III” (no alto) e “Tubarão” (acima). Dirigindo ou produzindo, estrelas cadentes se tornaram a marca de Spielberg em seus filmes.
Quando Marty caminha ao longo dos trilhos da ferrovia e, finalmente, chega à cidade, ele encontra a estação ferroviária. Então ele entra na cidade, enquanto a câmera lentamente se ergue acima da estação e, finalmente, mostra Marty a uma curta distância com uma ampla imagem da cidade. Esta cena é filmada exatamente da mesma maneira que a cena em “Era Uma Vez no Oeste” (1968), quando Jill chega à estação.

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A sequência da chegada à cidade (acima) homenageia um dos maiores filmes do cinema, que tem uma sequência idêntica (no alto).
Vamos partir do princípio de que, se você construir uma máquina do tempo, viajar para algum período remoto no passado ou no presente, permanecer por lá precisamente por trinta anos e viajar de volta para a data em que partiu, para todos que assistiram a sua partida a viagem foi instantânea e todos estarão com a mesmíssima idade, mas você estará trinta anos mais velho. Assim, existe pistas suficientes em todos os três filmes para reconstruir as viagens do DeLorean precisamente (com precisão de alguns minutos, na pior das hipóteses, exceto a chegada do Biff de 2015 em 1955, e as viagens pessoais de Doc) e fazermos algumas observações interessantes: Sem contar com o tempo percorrido por Doc, o DeLorean passou quase 71 anos (em sua própria escala de tempo) da sua primeira viagem no tempo até a sua destruição; No momento em que Marty fez o seu retorno final a 1985, ele estava aproximadamente 14 dias, 3 horas e 27 minutos mais velho do que ele deveria ser; Jennifer, por outro lado, estava 7 horas e 26 minutos mais jovem do que ela deveria estar.
Ao longo da trilogia, o Delorean e suas duplicatas criadas nas diversas épocas fizeram 15 viagens através do tempo. São elas: 1) O cachorro de Doc, Einstein, é enviado um minuto para o futuro a fim de testar a máquina. 2) Marty viaja de volta a 1955 a partir de 1985. 3) Marty retorna a 1985 a partir de 1955. 4) Doc viaja para 2015 e encontra o início dos problemas da família de Marty. 5) Doc retorna a 1985 a partir de 2015. 6) Doc leva Marty e Jennifer para o futuro até 2015 a partir de 1985. 7) Biff viaja de 2015 à 1955 para dar-se o almanaque de esportes, criando assim uma linha de tempo alternativa. 8) Biff volta a 2015 a partir de 1955. 9) Doc, Marty e Jennifer voltam para o 1985 alternativo a partir de 2015. 10) Marty e Doc viagem de volta a 1955 partindo do 1985 alternativo para pegar o almanaque de esportes de Biff. 11) Doc viaja acidentalmente de 1955 à 1885 quando o Delorean é atingido por um raio. 12) Marty viaja de 1955 à 1885 para resgatar Doc. 13) Marty retorna a 1985 saindo de 1885. 14) Doc e sua família viajam ao futuro, em ano não determinado, para aperfeiçoar sua “Locomotiva-Máquina-do Tempo” , viagem afirmada por Doc ao responder para Marty, no fim do filme, que já esteve no futuro. 15) Doc, Clara e os filhos, com sua “Locomotiva-Máquina –do-Tempo”, saem de algum ponto do futuro ou do passado para 1985 com o intuito de apresentar à Marty e Jennifer as crianças Jules e Verne, buscar o cão Einstein e dar à Marty uma foto sem danos onde aparecem Marty e Doc Brown na frente do relógio. Há mais viagens feitas por Doc com sua Locomotiva, como ele mesmo afirmou, mas estas são as 15 viagens confirmadas. Abaixo um gráfico mostra a Linha de Tempo e as viagens de toda a trilogia.

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Gráfico dá uma idéia clara sobre as viagens da máquina do tempo.
Se a máquina do tempo Delorean fosse equipada com um hodômetro temporal que medisse os anos viajados para o passado ou para o futuro, ela teria viajado um total de 570 anos no tempo, antes de ser destruída. Somemos os anos de todas as viagens efetuadas ao longo da trilogia e, por uma questão de simplicidade, descartemos quaisquer viagens curtas, como o salto de um minuto que Einstein dá ao futuro em 1985 e o dia seguinte em que Doc vai ao futuro em 2015, assim como os horários exatos para cada salto listado: 1) de 1985 a 1955 = 30 anos (viagem original de Marty a 1955). 2) 1955 a 1985 = 60 anos (o retorno de Marty a 1985). 3) de 1985 a 2015 = 90 anos (a viagem de Doc para 2015). 4) retorno de 2015 a 1985 = 120 anos (Doc volta a 1985 para avisar Marty e Jennifer). 5) de 1985 a 2015 = 150 anos (a viagem de Doc, Marty e Jennifer a 2015). 6) de 2015 a 1955 = 210 anos (a viagem do velho Biff a 1955 para entregar o Almanaque ao seu eu mais jovem). 7) de 1955 a 2015 = 270 anos (o retorno do velho Biff). 8) de 2015 a 1985 = 300 anos (a viagem de Doc e Marty para o 1985 alternativo). 9) de 1985a a 1955 = 330 anos (viagem de Doc e Marty a 1955 para recuperar o Almanaque e restaurar a linha do tempo de 1985). 10) de 1955 a 1885 = 400 anos (a viagem de Doc para 1885, quando o Delorean foi atingido por um raio). 11) 1955 a 1885 = 470 anos (o Delorean foi enterrado em 1885 e permaneceu em repouso durante 70 anos antes de ser descoberto em 1955 e utilizado para a viagens a 1885). 12) de 1885 a 1985 = 570 anos (o retorno de Marty para 1985 e viagem final do Delorean).
O relógio da “torre do relógio” começou a trabalhar às 8:00 do dia 5 de Setembro de 1885. A data é fornecida pela legenda na fotografia que Doc dá à Marty no final do filme. O raio atinge a torre do relógio às 22:04 no dia 12 de novembro de 1955. Isto significa que a torre do relógio operou por exatamente 70 anos, 2 meses, 7 dias, 2 horas e 4 minutos.
A cena em que Marty beija Jennifer na varanda foi a única cena do terceiro filme filmada enquanto “De Volta para o Futuro Parte II” (1989) ainda estava sendo rodado.
Michael Winslow, famoso por conseguir reproduzir inúmeros sons diferentes com a boca, realizou os efeitos sonoros dos pés de Michael J. Fox durante a sequência de breakdancing no saloon.

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A cena da dança no saloon (no alto) e Michael Winslow em um dos seus papéis mais famosos na franquia “Loucademia de Polícia” (acima á esquerda) e em imagem recente (acima à direita).
No momento em que foi destruída, a máquina do tempo continha componentes de todas as épocas em que visitou nos filmes – tornando-se o maior símbolo da transgressão da lei da conservação da energia, lei esta que é um dos maiores empecilhos para a realização de viagens no tempo: o chassi do DeLorean de 1980, o Mr. Fusion de 2015 (substituindo o reator de plutônio), os tubos, válvulas e transistores de 1955 (substituindo um microchip queimado) e as rodas de trem de 1885.
Em meados de 1990, havia planos para a realização de “De Volta Para o Futuro Parte IV”. Um roteiro discutido envolveria Doc e sua família indo para Roswell, em 1947, com Michael J. Fox aparecendo apenas em uma participação especial. No início de 2000, Michael J. Fox conversou sobre fazer um “De Volta Para o Futuro Parte IV”, onde ele seria um Marty McFly mais velho servindo de mentor para um membro da família mais novo. Obviamente nenhum projeto jamais saiu do papel.
O excelente trabalho executado pela equipe de efeitos especiais fez com que ninguém percebesse que o trem que cai no fundo da ravina era, na verdade, um modelo. Não só fizeram modelos do trem em escala, como também do DeLorean e da própria estrada de ferro. Mas o perfeito ângulo de filmagem impediu que esses modelos fossem notados.

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Modelos em escala criaram a ilusão perfeita de um acidente real.
A excelente montagem final criada na sala de edição mesclou com perfeição todos os elementos filmados em tamanho real e em escala.

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Acima, os elementos em escala real que entraram em cena.
Duas versões do DeLorean foram usadas para a cena do esmagamento da máquina do tempo. Um deles era simplesmente uma metade achatada, enquanto o outro foi parcialmente destruído com pequenas explosões. Antes de filmar a destruição da máquina do tempo/DeLorean, os cineastas consultaram o maquinista do trem de carga de locomotiva diesel (O VCRY # 9, que pertencia à Railway Ventura County), que iria esmagar o DeLorean em pedaços. Quando perguntado se, despedaçando o carro, haveria algum risco do comboio descarrilar e se ele preferia ser substituído por um dublê, o maquinista respondeu: “Você está brincando? Eu estive esperando para fazer isso por toda a minha vida!”
Na cena em que Doc e Marty tentam utilizar cavalos para atingir 88 milhas por hora, apenas as tomadas distantes continham, realmente, cavalos. Nos closes, o DeLorean estava acoplado à um carro responsável pelo deslocamento, tanto do DeLorean, quanto da câmera.

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Os closes (ao centro e acima) seriam impossíveis com os cavalos acoplados ao DeLorean (no alto).
A ilusão criada no cinema não vem apenas dos efeitos especiais. Modelos, perspectivas forçadas, cenários e gravações em velocidades alteradas ajudam a compor cenas que seriam impossíveis de serem realizadas “ao vivo”. Os dublês também são importantíssimos nesta tarefa, embora muitas vezes, como no caso dos closes na cena do trem, os próprios atores tiveram de fazer as cenas, que, embora estivessem protegidos por todos os equipamentos de segurança, sempre envolviam um certo risco. Todos esses recursos foram bastante utilizados especialmente nas cenas com o trem no fim do filme.

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Cenários elaborados (esquerda), filmagens em perspectiva (centro) e dublês como Marguerite Happy – que substituiu Mary Steenburgen cavalgando e saltando do cavalo para o trem (direita), são itens vitais para se criar sequências incríveis como as mostradas no filme.

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Três momentos de uma mesma cena: a dublê Jennifer Watson substitui a atriz Mary Steenburgen no trem em alta velocidade (no alto), a atriz encara a gravação de um close de ponta cabeça em baixa velocidade (ao centro) e a cena do close como mostrada no filme (acima).

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O departamento de efeitos especiais completa o trabalho de entregar ao público momentos mágicos, em imagens de tirar o fôlego que só existem no mundo dos sonhos… e também no mundo do cinema.
Em uma produção deste porte, com tantos detalhes, sempre é possível ocorrer um ou outro pequeno erro que não foi identificado antes do filme ser lançado. A seguir temos alguns deles: 1) Os guerreiros indígenas a cavalo que estão sendo perseguidos pela cavalaria quando Marty chega em 1885 não poderiam estar ali porque, naquela data, as hostilidades tinham terminado e os índios estavam confinados em reservas. 2) Depois de Marty chegar em 1885, ele janta na casa de seus tataravôs. Durante o jantar, Maggie pede para falar com o marido em particular no outro quarto. Neste quarto, cabides de arame estão pendurados na parede atrás deles. Cabides de arame foram inventados por Alfred J. Parkhouse soment em 1903. 3) Em uma cena, durante o duelo entre Marty e Tannen, uma bandeira moderna do estado da Califórnia pode ser vista em um dos edifícios. Este projeto só foi desenvolvido em 1911, depois do original ter sido descartado após o Grande Terremoto de San Francisco em 1906. 4) Quando Doc demonstra o plano no modelo da estrada de ferro, as palavras “ponto sem retorno” estão escritas em um livro. Esse livro é “The Young and Field Literary Readers: Book Four”, que foi originalmente publicado em 1910. 5) Quando Doc e Marty seqüestram o trem, eles dizem para a tripulação desacoplar os carros da locomotiva. Os acopladores, no entanto, são modernos acopladores de junta tipo-AAR, as primeiras versões dos quais não foram adotadas pelas ferrovias norte-americanas até depois de um ato do Congresso em 1893. A maioria dos engates até então, e até mesmo por algum tempo durante o período de transição, eram de construção do tipo articulation-and-pin (pino único), mais velhos e mais perigosos. 6) O Doc de 1955 afirma que seu “futuro eu” poderia ter desembarcado na Idade das Trevas e seria queimado como herege. No entanto, fica claro em toda a trilogia que o DeLorean só pode viajar através do tempo e não do espaço, de modo que o Doc de 1985 teria desembarcado na Califórnia na Idade das Trevas (aproximadamente entre 1000-1500 D.C.), época em que o cristianismo era desconhecido dos habitantes locais. 7) Quando Doc Brown e Clara estão falando sobre o livro de Julio Verne 20.000 Léguas Submarinas, Clara afirma que o livro foi escrito 10 anos antes. Na verdade, 20.000 Léguas Submarinas foi publicado em 1870, portanto 15 anos antes de 1885, quando o filme se passa. 8) Quando Marty está entrando na caverna para fugir dos índios não há nenhuma flecha presa no DeLorean, mas ao verificar a área externa do carro dentro da caverna, a flecha está lá. 9) Quando Marty está fugindo de Buford Tannen e seu bando após seu primeiro encontro no saloon, um membro da produção usando shorts azuis e uma camiseta branca pode ser visto correndo ao lado de uma câmera no lado esquerdo da tela.

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De cima para baixo: cabide de arame moderno, bandeira moderna, livro de 1910, engate criado somente uma década depois e membro da produção pego pela câmera. Pequenos detalhes difíceis de serem detectados em uma superprodução.
Muitos dos locais e sets de estúdio usados para filmar a trilogia “De Volta Para o Futuro” ainda estão de pé hoje. Veja como eles mudaram ao longo dos anos, e como estão os locais reais em comparação com o que foi mostrado filme. Nas fotos superiores, os locais como eram entre 1985 e 1990 e, nas inferiores, como eles se encontravam entre 2009 e 2015 (dependendo de quando a foto foi tirada).
Locações reais de “De Volta Para o Futuro Parte I”:
Na cena de abertura do filme, Marty está na casa de Doc e descobre que os relógios estão atrasados e que ele também está atrasado para a escola. Então, ele se afasta do laboratório de Doc com seu skate, atravessa o estacionamento do Burger King, e pega uma carona (clandestina) por uma rua movimentada. O laboratório de Doc era, na verdade, apenas uma fachada temporariamente construída no estacionamento, por isso agora ele não existe mais. Mas o estacionamento ainda está lá.
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O Burger King também está lá. Ele está localizado em Burbank, a cidade que abriga o Walt Disney Studios e a Warner Bros Studios. O endereço é 535 N. Victory Blvd,  Burbank (a norte de W. Cypress Ave.).  Na cena, Marty e a caminhonete estão indo para o norte.
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Este centro de recreação em Burbank foi o local de filmagem da “Batalha das Bandas”, que incluiu Marty e sua banda “The Pinheads”. Nesta cena, eles se apresentaram aos juízes, mas foram rejeitados. O local é o McCambridge Park Recreation Center e está localizado em 1515 Glenoaks Blvd.
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Marty McFly monta seu skate em Lyon Estates, enquanto volta para casa perto do início do “De Volta Para o Futuro”. A rua onde ele entra em Lyons Estates, está a três quadras à oeste de Roslyndale em Arleta. Ele se dirige ao sul sobre o que é a Sandusky Avenue, onde se cruza com a Kagel Canyon Street. Vemos, então, Marty descer a sua rua para casa, passando aquelas envelhecidas  portas “Lyon Estates”. Você pode ver essas portas reais em exposição durante o passeio da Universal Studios. No mundo real, a rua da casa de Marty é um longo caminho entre Whittier & Burbank. É a Roslyndale Avenue, uma rua de classe média na área de Pacoima / Arleta, no vale de San Fernando. Mas, embora a casa de Marty esteja em Roslyndale Avenue, a vista aérea da rua onde ele entra com o skate foi gravada três ruas à oeste de Roslindale, descendo à  sudeste da Sandusky Avenue, na esquina entre Sandusky & Kagel Canyon Street.
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Marty se choca contra o celeiro de Twin Pines Ranch na primeira vez que ele chega em 1955. Não há muito para ver neste local, apenas uma visão de longa distância a partir da estrada. Mas, pelo menos, o lado de trás superior é visível. A localização real está em Placenta Canyon Rd., em Newhall, pouco visível na Disney Golden Oak Ranch.
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Marty pára ao longo de uma estrada rural, em 1955, quando ele descobre os portões de entrada para a sua futura casa, em “De Volta Para o Futuro”. Hoje, isso ainda é uma estrada de terra. Ela divide dois campos de uma propriedade privada margeando a Cucamonga Avenue, em Corona, ao sul do presídio feminino da Califórnia. Está a cerca de 60 milhas ao sudeste da Universal Studios.
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A casa de Lorraine em 1955 é uma propriedade privada e continua praticamente igual à mostrada há 30 anos. Ela está localizada na 1727 Bushnell Ave., em South Pasadena.  South Pasadena está a cerca de 17 milhas ao sudeste da Universal City.
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“Hill Valley High School” é uma instituição de ensino médio real (com um nome falso) e está localizado a cerca de 30 milhas de distância da área da Universal em Burbank. Na realidade, ela é a Whittier High School, localizada em  12417 E. Philadelphia St., em Whittier, CA. Os principais edifícios da Whittier High School, construída em 1905, tem a mesma aparência hoje, quando comparados à época das filmagens. A cafeteria foi demolida e o paisagismo atrás da escola, onde George nocauteou Biff, mudou. Whittier pode ser mais conhecida como a escola do ex-presidente Richard Nixon. Ele estudou lá entre 1928 e 1930 – cerca de 25 anos antes da visita de Marty.
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Marty McFly e Lorraine Baines (futura mãe de Marty) chegam na  Hill Valley High School para estacionar antes do baile. Esta área da Whittier High School  é conhecida como “a ferradura”. É onde os cavalos eram deixados pelos estudantes quando a escola foi construída em 1905. Ela está um pouco diferente da mostrada no filme e os carros não podem mais estacionar ali.

No final de “De Volta Para o Futuro”, prestes a voltar para 1985, o DeLorean vai até o fim da rua onde Doc pintou uma faixa no chão a fim de demarcar o local de onde o DeLorean deveria partir. Este é o lugar onde Doc desenhou uma linha através da rua e disse à Marty para começar a dirigir o DeLorean. A linha de partida do DeLorean está localizada muito perto do túnel rodoviário River, do outro lado da rua do Teatro Grego em Griffith Park, Los Angeles.

Marty  volta a 1985 e chega ao Lone Pine Mall, ex-Twin Pines Mall, para testemunhar Doc levando um tiro e ver-se viajar para 1955. Este é de fato um shopping verdadeiro. Apenas o nome é falso. Mas não está nem perto da casa de Marty. Seu nome real é Puente Hills Mall e sofreu algumas alterações em 30 anos. A JC Penney é agora uma academia 24-Horas e uma árvore bloqueia a vista. A grade onde Marty se apoiou perto da entrada Colima Road, ainda está lá, mas está pintada com uma cor diferente. Ele está localizado a 40 milhas à leste, em City of Industry. O endereço exato é 1600 Azusa Ave., City of Industry, CA. Você vai encontrá-lo mesmo ao lado da Pomona (60) Freeway, na saída da Azusa Ave.
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No final do filme, Marty  adverte Doc  de que eles não têm estrada suficiente para alcançar 88 mph. Brown responde com sua fala famosa, “Estradas? Para onde vamos, nós não precisamos de estradas,” antes do DeLorean voar para longe ao norte sobre o que é, realmente, a 9300 Roslyndale Avenue, em Arleta.
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Locações reais de “De Volta Para o Futuro Parte 2”:
Tanto a casa de Biff quanto a casa de seu vizinho onde ele joga a bola no telhado em 1955 mudaram muito pouco em trinta anos. A sua localização real está em 1809 Bushnell Ave. em South Pasadena. Abaixo a casa de Biff, a entrada da garagem e a casa vizinha.
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Locações reais de “De Volta Para o Futuro Parte 3”:
Oljato-Monument Valley é uma vasta região localizada no estado norte-americano de Utah, no Condado de San Juan. Foi lá que a produção montou o drive-in utilizado para a viagem de 1955 para 1885. O drive-in foi montado apenas para gravar a cena. Depois ele voltou a ser desmontado.
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O set construído para a cidade de Hill Valley em 1885, permaneceu de pé por cerca de seis anos após as filmagens, até que foi consumido em um incêndio provocado pelos relâmpagos de uma tempestade. O local tinha algumas milhas quadradas e ficava entre as cidades de Chinese Camp, Keystone & Yosemite Junction. Não resta quase nada dela, exceto algumas placas espalhadas. É possível chegar até a área passando por Keystone Ranch on Hwy. 120, onde os trilhos do trem viram para longe da estrada.
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Vestindo roupas do velho oeste de sua recente viagem à 1885, Marty chega em casa, em 1985, perto do fim de “De Volta Para o Futuro Parte III.” Esta casa está praticamente inalterada em um bairro operário de Arleta. A casa é uma residência privada localizada em 9303 Roslyndale Avenue.
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Marty e Doc deixam Jennifer no ano de 1985 alternativo, e assim que a ordem da linha do tempo foi restaurada, ela acorda no ano de 1985 normal. Quando Marty volta do velho oeste, ele vai até sua varanda para acordá-la. A casa continua exatamente como era há trinta anos e está na cidade de Monrovia, embora o local exato não tenha sido divulgado.
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Numa das últimas cenas do filme, Marty atravessa a Ravina Clayton em 1885 através de uma ponte que existiria em 1985. Tenha em mente que a ponte vista à distância (nas cenas do filme) é falsa – não há nenhuma ponte real aqui, apenas o cruzamento da via férrea. Alguns dos sinais também são falsos. Mas todo o resto é real, incluindo a faixa, os sinais da estrada de ferro, e os edifícios vistos no fundo.
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O trecho de trilhos que Marty percorre após passar pelo cruzamento é apenas uma curta saída levando para longe das pistas principais (que transportam trens Amtrak de L. A. de Santa Barbara) em direção à um estaleiro naval de armazenamento a três quadras do cruzamento.
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Em suma, esses trilhos vão para um ponto sem saída. Hoje os trilhos estão todos oxidados pela não utilização, o que indica que eles provavelmente não têm sido usados há anos,
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o que ajuda a explicar por que as pessoas vivem em apartamentos junto à esses trilhos.
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Todo o elenco e os membros da produção da trilogia se reuniram para as comemorações dos trinta anos de “De Volta Para o Futuro”. Quase todos os componentes ainda estão na ativa, mesmo Michael J. Fox, apesar da nítida dificuldade de atuar em decorrência do Mal de Parkinson, doença que acometeu o ator desde a década de 90. As festividades ocorreram por todo o ano de 2015, com eventos, exibições, festas e participações em programas de rádio e TV.
imageAs festividades em comemoração aos trinta anos da trilogia reuniu elenco e produção.

imageNo geral, o elenco principal está muito bem após tantos anos, inclusive Mary Steenburgen (direita) que, aos 63 anos, continua com um rosto jovial, mesmo levando em conta as cirurgias plásticas que ela jura, por tudo que é mais sagrado, que não fez.

Uma ausência sentida foi a de uma atriz lembrada com muito carinho pelos fãs. Wendie Jo Sperber, que interpretou Linda McFly, irmã de Marty. Aos 39 anos, Wendie foi diagnosticada com câncer de mama. Enquanto sua carreira certamente ficou comprometida, a comediante continuou a buscar papéis. Ela até apareceu em um episódio de câncer de mama pungente de “Murphy Brown” (1988-1998). Seu câncer entrou em remissão em um determinado momento, mas voltou com força total em 2002 e se espalhou por todo seu corpo. Em vez de se deixar abater, Wendie estendeu a mão e fundou o Centro de Suporte weSPARK Câncer, em Sherman Oaks, Califórnia, no qual ofereceu serviços gratuitos, incluindo grupos de apoio, informações sobre as últimas pesquisas e aulas, dando uma ajuda inestimável aos pacientes com câncer, seus familiares e amigos. Sua determinação altruísta ao longo de sua doença ajudando os outros não passou despercebida, ganhando vários prêmios. Oito anos após o primeiro diagnóstico, em 29 de novembro de 2005, Wendie perdeu sua batalha. Ela lutou anos contra o câncer tendo ao seu lado seus pais e dois filhos de um casamento anterior. Ela tinha 47 anos quando faleceu.
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Wendie Jo Sperber. Altruísmo, mesmo nos momentos mais difíceis da doença.
Fontes: Imdb.com, aveleyman.com, whatculture.com, gamefabrique.com, amazon.com, soundtrackcollector.com, bitrebels.com, seeing-stars.com, blazepress.com, ocregister.com, backtothefuture.wikia.com, panamintcity.com, dailymail.co.uk, greenvilleonline.com, armasdefogo.org, quotesgram.com, theskinny.co.uk e altfg.com.

=>> país: EUA 
=>> duração original: 116 minutos 
=>> estúdio: Universal Studios 
=>> distribuidora: Universal

6 comentários:

  1. Caramba detonou cannibal agora sim a trilogia de volta para o futuro completa em alta qualidade. muito obrigado por mais esse filme.

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  2. Cannibal meu amigo show demais, teria como disponibilizar o Arquivo grande também no Mega? Abraço e obrigado por compartilhar.

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  3. Esses 3 filmes são as mesmas versões postadas no tela?

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  4. Cara, de boa, amo vocês hahaha muito obrigado!

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