De Volta Para o Futuro - Parte 2 - 1989 - (Trial Áudio/Dublado) - Bluray 1080p


Titulo Original: Back to the Future Part II – 1989
Gênero: Aventura/Comédia/Ficção Cientifica
Direção: Robert Zemeckis
IMDb: 7,8 http://www.imdb.com/title/tt0096874/
Filmow: 4,2 https://filmow.com/de-volta-para-o-futuro-parte-ii-t381/

Bluray 1080p - TRIAL ÁUDIO - (DUBLAGEM CLÁSSICA - BKS) Trilha Sonora (Soundtrack) + Trilha Sonora Especial Instrumental (Score Limited Edition) + Game Back to the Future (portable) + Making Of Legendado + TVRip da Globo Exclusivo

Postado por: Don Costa

Bluray 1080p - MAIOR
Tamanho: 6.45 GB
Formato: MKV
Qualidade: Bluray 1080p
Duração: 116 min.
Audio 1: Português - Dublagem Clássica - BKS - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 640 Kbps
Audio 2: Português - Redublagem - Double Sound. - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 384 Kbps
Audio 3: Inglês - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 640 Kbps
Legenda: Português/Inglês

Bluray 1080p - MENOR
Tamanho: 2.38 GB
Formato: MKV
Qualidade: Bluray 1080p
Duração: 116 min.
Audio 1: Português - Dublagem Clássica - BKS - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 640 Kbps
Audio 2: Português - Redublagem - Double Sound. - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 384 Kbps
Audio 3: Inglês - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 640 Kbps
Legenda: Português/Inglês

Bluray 720p
Tamanho: 2 GB
Formato: MKV
Qualidade: Bluray 1080p
Duração: 116 min.
Audio 1: Português - Dublagem Clássica - BKS - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 384 Kbps
Audio 2: Português - Redublagem - Double Sound. - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 384 Kbps
Audio 3: Inglês - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 384 Kbps
Legenda: Português/Inglês

A SÉRIE ANIMADA – SEGUNDA TEMPORADA (13 episódios):
Tamanho: 200 MB aproximadamente por episódio
Formato: MKV
Qualidade: DVD-rip – 480p (704*478) 4:3, AVC, 23976 FPS, 768 Kbps.
Duração: 116 min.
Audio 1: Português - Dublagem Clássica - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 192 Kbps
Audio 2: Inglês - AC3 / 2.0 / 48 kHz / 192 Kbps
Legenda: Português/Inglês

Remasterização e Legendagem: -=| Don Costa |=-
Encoder: -=| Don Costa e CaNNIbal |=-
Uploader: -=| CaNNIbal |=-
Créditos para a dublagem clássica BKS: -=| Jonhahex, Rodolfo Albiero e Leppard. |=-

Nota do Uploader(CaNNIBal)

Mais um filme que merece ser preservado, já sabendo que em pouco tempo o mesmo se encontraria OFF, resolvi trazer ele para cá, adicionei muitos servidores, versões novas. 
E atenção meus amigos, fiquem ligados, pois teremos uma novidade exclusiva no de volta para o futuro 3, se você já baixou o arquivo do tela, já vai se despedindo do mesmo, pois irei atualizar ele com uma novidade exclusiva do nosso site.

Enfim, como sempre, desejo uma excelente sessão para todos!


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Trilha Sonora (MP3) (42.3MB)
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Game Back To The Future 2 e Game BTTF 2&3 (EXE) (1.8MB)
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Making Of – 2ª parte – 2002 (MKV) (169MB)
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Making Of e Extras – 2010 (MKV) (668MB)
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Documentário “De Volta Para o Presente” (MKV) (407MB)
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Trilha Sonora 2 Expanded Edition (M4A) (214MB)
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A Série Animada – Segunda Temporada – Pasta com os Arquivos
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Senha: memoriadatv.com        (Brincadeira, não tem senha não ^^)
Marty, depois de encontrar sua namorada, vai até 2015 para impedir que seu filho seja preso. Porém Biff, um velho inimigo de família, descobre onde Marty e o Dr. Brown esconderam a máquina do tempo e volta ao passado para entregar um livro com resultados de jogos da temporada para ele mesmo. Agora Marty e o Doutor precisam correr contra o tempo para impedir que o presente e o futuro sejam alterados pelos acontecimentos. Ele aprende da maneira mais complicada possível como é perigoso tentar mudar o presente.


SCREENS DA ANIMAÇÃO:


Michael J. Fox … Marty McFly / Marty McFly Jr / Marlene McFly
Christopher Lloyd … Doctor Emmett Brown
Lea Thompson … Lorraine
Jeffrey Weissman … George McFly
Thomas F. Wilson … Biff Tannen / Griff
Elisabeth Shue … Jennifer
James Tolkan … Strickland
Casey Siemaszko … 3-D
Billy Zane … Match
J.J. Cohen … Skinhead
Charles Fleischer … Terry
E. Casanova Evans … ‘Michael Jackson’ Video Waiter
Casey Siemaszko … 3-D
Billy Zane … Match
Harry Waters Jr. … Marvin Berry
Donald Fullilove … Goldie Wilson
Lisa Freeman … Babs
Cristen Kauffman … Betty


A REMASTERIZAÇÃO
Para realizar esta remasterização eu utilizei, como base de vídeo, um bluray-rip francês, que reencodei até chegar aos dois tamanhos adequados para disponibilizar na postagem. Isso me garantiu a melhor imagem possível para o arquivo maior. Já os áudios foram retirados de TV-rips (BKS) e do bluray nacional (Double Sound). O áudio da Double Sound precisou apenas de um leve ajuste na sincronia, mas o áudio da BKS precisou ser montado e restaurado a partir das fontes enviadas pelos marujos do Tela citados acima.
Foram utilizados cinco diferentes fontes do áudio BKS para fazer esta remastrização. Por serem áudios oriundos de TV-rips, cada um deles tinha características diferentes com pontos positivos e negativos, mas todos foram vitais para se atingir o resultado final aqui apresentado. Os melhores pontos de cada áudio-fonte foram selecionados e copiados para uma trilha base, onde foram montados e editados, estágio no qual todos os cortes e trechos com falhas foram consertados. Depois essa trilha passou por vários filtros para retirada de chiados, cliques ou ruídos de fundo.
Assim como no filme anterior, essa trilha, ainda em stéreo, foi decodificada em um único canal mono a fim de ser incorporada ao áudio 5.1 inglês substituindo o canal central original. A escolha do áudio de 6 canais em inglês como áudio base em detrimento do uso do áudio, também de 6 canais, da redublagem Double Sound se deve à melhor qualidade do surround do áudio inglês, com som mais cristalino e mais elementos de fundo (palco sonoro), proporcionando uma maior imersão nas cenas. Também, devido ao uso do surround inglês, em algumas cenas serão perceptíveis que as conversas ao fundo, como pessoas na rua ou clientes da lanchonete, estarão em inglês, mas nada que atrapalhe ou desvie o foco das conversas principais em português. Além disso, a melhor qualidade e quantidade de elementos dos canais adicionais justificam esta escolha.
Uma vez que o canal central foi introduzido, iniciou-se o processo de sincronia fina para ajustar todas as partes dos áudios-fontes aos canais originais do áudio inglês. Vale lembrar que, por serem de origens diferentes, as partes dos áudios-fontes da BKS tinham FPS diferentes e não puderam ser ajustados de forma automática, sendo necessária a ação de ajuste manual por toda a extensão do filme.
Por último, cada trecho dos demais canais que continha algum diálogo principal em inglês foi editado, mas sem perder as suas características como delay, reverberação, amplitude, fade, etc, que foram reproduzidas exatamente como o original.
Devido aos vários elementos utilizados na remasterização e à qualidade geral desses áudios exibidos pelas antigas TVs analógicas, o resultado final não ficou tão bom quanto o do filme anterior, mas busca se aproximar do que seria um lançamento completo em bluray deste filme, incluindo o áudio BKS 5.1 remasterizado, e criando mais uma opção para quem até hoje só tinha acesso à esta dublagem através das exibições lançadas pela TV, com cortes, falhas e ruídos de fundo. Por esse motivo, o resultado final fica melhor quando apreciado em um home theater onde os canais são projetados separadamente no ambiente, embora funcione bem, também, no som stéreo da TV. Esse áudio só não funciona muito bem com fones de ouvido, pois as limitações deste acessório acabam evidenciando as irregularidades que não puderam ser consertadas com os programas amadores que utilizo.
A imagem abaixo mostra o resultado acabado do áudio BKS remasterizado e as diferenças entre o canal dublado introduzido e os demais canais originais.
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A TRILHA SONORA 1:
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Lançada no mesmo ano do filme, a trilha sonora teve boas vendas no mercado fonográfico, assim como a trilha anterior, mesmo não tendo um hit como carro chefe. Aqui, todas as faixas são composições instrumentais de Alan Silvestri, algumas delas releituras da música tema. O disco está no formato mp3 e tem o tamanho total de 42,3MB.
A TRILHA SONORA 2 – EXPANDED EDITION – INTRADA SPECIAL COLLECTION:
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DE VOLTA AO FUTURO – PARTE 2
Composta e regida por Alan Silvestri
Intrada Special Collection Vol. 336
A Intrada Expanded Edition do álbum “De Volta Para o Futuro II” chega depois de um longo atraso da franquia, anteriormente disponível apenas em um álbum da MCA fora de catálogo. É um trabalho mais contemplativo, até o teaser da Parte III está incluído. Ao contrário da gravação analógica para o primeiro filme, a Parte II foi gravada digitalmente em um extinto formato Mitsubishi PRODIGI, mas, felizmente, a Warner Bros Sound ainda tinha um equipamento que facilitou a nova transferência. A restauração foi realizada pelas mãos confiáveis de Mike Matessino, que reuniu tudo gravado em um conjunto de 2 CDs. O primeiro disco contém 65 minutos e apresenta a pontuação como ouvida no filme. O segundo disco contém extras com características complementares. O arquivo está no formato m4a e tem um tamanho total de 214MB
CD 1 The Score
  1. Back To Back/It’s Your Kids (2:38)
    02. Main Title (Extended Version) (3:19)
    03. The Future (5:23)
    04. Chicken/Hoverboard Chase (3:12)
    05. A Flying DeLorean? (4:29)
    06. I’m In The Future/Biff Steals DeLorean (2:12)
    07. Chicken Needles/Jenn Sees Jenn (2:55)
    08. Biff’s World/27th Floor (2:08)
    09. My Father (2:04)
    10. “Alternate 1985” (3:04)
    11. Gray’s Sports Almanac/If They Ever Did (4:26)
    12. Something Inconspicuous (1:33)
    13. You’ll Never Lose/Old New DeLorean (3:18)
    14. Pair O’ Docs (1:26)
    15. The Book (4:49)
    16. Nobody/Tunnel Chase (5:45)
    17. Burn The Book (2:24)
    18. He’s Gone (0:41)
    19. Western Union (1:52)
    20. I’m Back/End Logo (0:59)
    21. The West (0:57)
    22. End Credits (4:38)
  2. Total CD1 Time: 64:02
CD 2 The Extras
  1. Back To Back (Alternate) (1:02)
    02. Main Title (Alternate) (3:54)
    03. The Future (Alternate) (5:23)
    04. Hoverboard Chase (Alternate) (2:50)
    05. A Flying DeLorean? (Alternate) (4:31)
    06. Biff’s World (Alternate) (1:34)
    07. If They Ever Did (Alternate Segment) (2:06)
    08. You’ll Never Lose (Alternate) (2:52)
    09. Western Union (Alternate #1) (2:04)
    10. I’m Back (Alternate #1) (0:34)
    11. Western Union (Alternate #2) (1:59)
    12. I’m Back (Alternate #2) (0:25)
    13. End Logo (Alternate) (0:17)
    14. The West (Alternate) (1:17)
    15. End Credits (Alternate) (4:38)
  2. Total CD2 Time: 35:26
OS GAMES “BACK TO THE FUTURE – PART 2” E “BACK TO THE FUTURE 2 E 3”:
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A Probe Software criou “Back to The Future II” para Amiga, Atari ST, PC, Commodore 64, ZX Spectrum, Amstrad CPC e Sega Master System. Lançado em 1990, o jogo era praticamente igual em todas as versões, com diferenças apenas nos gráficos. Marty está em cima do seu hoverboard e precisa atravessar a fase, recolhendo itens para que a prancha continue funcionando. O jogo possui os mesmos problemas que a maioria dos jogos daquela época. Jogabilidade ruim e nível de dificuldade desbalanceada, sendo, muitas vezes, mais difícil nas fases iniciais que nas finais. Em algumas versões, como a de PC, ao menos existe a opção de lutar contra outros personagens, enquanto na do Master System só podemos fugir e desviar dos perigos, pois se o personagem encostar em qualquer ítem ativo na tela perde uma vida.
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Já a LJN lançou, no mesmo ano, “ Back to the Future Part II & III” para NES. Quase tão ruim quanto o anterior, este jogo ao menos tentou se aproximar um pouco mais dos filmes. A jogabilidade mudou para um side-scrolling horizontal com puzzles. Marty tem que matar inimigos pulando em cima deles (alguns parecem que saíram direto do Super Mario Bros.) e juntar chaves para acessar as salas com puzzles, e encontrar os itens que o jogo pede. Ir até o final é uma tarefa árdua, pois as fases são enormes e o game não fornece nenhuma maneira de salvar o seu progresso, nem mesmo por passwords. A única maneira de avançar é um código, anteriormente encontrado em sites especializados, que te leva direto para a segunda metade da trama. Os dois jogos são bem pequenos (total de 1,80MB), estão no formato exe e devem ser instalados antes de se jogar.
ATENÇÃO: POR SEREM ARQUIVOS AUTO EXECUTÁVEIS (.EXE) DEVE-SE TER EXTREMO CUIDADO AO INSTALÁ-LOS, POIS, DEPENDENDO DA CONFIGURAÇÃO DO SISTEMA, PODEM CAUSAR PROBLEMAS EM SUA MÁQUINA. AQUI, JOGUEI POR VÁRIAS HORAS EM VÁRIOS DIAS DIFERENTES, TANTO NO WINDOWS 7, QUANTO NO WINDOWS 10, E NÃO TIVE NENHUM PROBLEMA.
O MAKING OF – PARTE 2 (2002):
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Contém entrevistas, informações de bastidores, storyboards e fatos que marcaram as gravações desta sequência, além do trailer original. Este making of tem aproximadamente 30 minutos, está no formato .mkv e tem um tamanho de 169MB. O material está legendado em português.
O MAKING OF (2010):
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Este making of, muito mais completo, está presente no lançamento da trilogia em 2010, e contém, além dos bastidores do filme, cenas deletadas, erros de gravação, design de produção, estudos de design do DeLorean, evolução dos efeitos especiais e uma pequena palestra sobre a física presente na trilogia, apresentada pelo físico Dr. Michio Kaku. Os ítens contidos no arquivo são exatamente os seguintes:
A Física de De Volta Para o Futuro com o Dr. Michio Kaku (8:25)
Cenas Deletadas (5:45)
Criando a Viagem No Tempo (2:41)
Criando o DeLorean (3:31)
Evolução dos Efeitos Visuais nas Cenas (18:23)
Histórias do Futuro – O Tempo Voa (28:37)
O Design de Produção (2:55)
Storyboarding (1:29)
The Making of Back to the Future Part II (6:40)
Os Bastidores da Trilogia – Capítulo 2 (15:30)
Todo o material está, agora, legendado e constitui um material muito interessante para os fãs da obra, até pelas imagens presentes nele. Como não encontrei todas as legendas necessárias, fui obrigado a fazer as minhas próprias legendas em algumas partes e utilizar legendas mais próximas ao idioma de Portugal. Então, as legendas mudarão levemente de formato entre um e outro segmento, mas nada que atrapalhe a compreensão do vídeo. O material totaliza quase uma hora de duração, está no formato mkv e tem um tamanho total de 668MB.
DOCUMENTÁRIO “DE VOLTA PARA O PRESENTE”.
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Este interessante documentário feito para a tv se concentra nos conceitos futuristas do filme “De Volta Para o Futuro Parte II”. São avaliados, principalmente, os pontos onde a futurologia dos produtores errou ou acertou. A narração está em português, e as entrevistas estão em inglês, porém legendadas. O arquivo está no formato MKV e seu tamanho é de 407MB.
INFORMAÇÕES SOBRE O FILME
O projeto original do roteiro tinha Doc e Marty viajando para 1967, em vez de voltar a 1955, para parar Biff. Marty mais uma vez encontra sua mãe e, acidentalmente, a impede de sair de férias com seu pai, assim impedindo sua própria concepção e pondo em perigo a sua existência mais uma vez. Ao longo das cenas de 1967, o Doc de 1985 está continuamente se escondendo de sua contraparte de 1967, mas a dupla precisa de ajuda da versão mais jovem do cientista, já que o “Sr. Fusão” está quebrado.
Assim como o filme anterior lançou no cinema o ator Billy Zane, este aqui também foi a estréia de outro ator que ficaria famoso. Elijah Wood. Ele interpreta um dos dois meninos que conversam com Marty sobre o vídeo game dos anos 80 na lanchonete de 2015, logo no início do filme. Anos depois, o ator seria o protagonista de uma das maiores obras do cinema; a trilogia “O Senhor dos Anéis”. O outro garoto é John Thornton, que não seguiu com a carreira artística após pequenos papéis em séries de TV, deixando a profissão em 1992.
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Um jovem Elijah Wood (em destaque) debuta no cinema. O início discreto de uma grande carreira.
Os principais atores tinham se comprometido com as continuações assim que souberam da intenção dos estúdios em realizá-las, antes mesmo de quaisquer scripts serem escritos. No entanto, havia um problema nas negociações com Crispin Glover (George McFly em “De Volta para o Futuro” (1985)), que afirmou que à ele foi oferecido uma quantia monetária correspondente a menos de metade do que Lea Thompson e Thomas F. Wilson receberiam para retornar. Crispin acreditava que isto era devido ao produtor Bob Gale não ter gostado da desaprovação de Crispin sobre o final do primeiro filme (onde os McFlys receberam dinheiro e bens materiais como recompensa) que foi uma mudança no script original. Durante as negociações para a sequência, a agente de Crispin expressa aos produtores que ele queria uma compensação justa, além de uma cláusula de aprovação do script no seu contrato. Bob Gale teria se recusado a ceder a qualquer um destes pedidos, além de oferecer um salário menor do que a primeira oferta, em torno de U$125.000,00, segundo Crispin. Já Bob Gale afirma que o ator fez exigências simplesmente absurdas para entrar no projeto, e que deu duas semanas para que seu agente retornasse com uma proposta mais razoável. Após a recusa do ator, Gale reescreveu o script do segundo filme para diminuir o tempo na tela de George McFly. Jeffrey Weissman foi escalado como George e, usando moldes do rosto de Crispin feitas no set do primeiro filme, criaram próteses faciais para deixar Jeffrey semelhante à Crispin, de modo que pudessem recriar trechos do filme original para incorporá-los à esta continuação. Todos as cenas em que George McFly aparece neste filme (exceto a aparição na reprise da cena final do filme anterior) ele está sendo interpretado por Weissman.
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Crispin Glover (no alto) e Jeffrey Weissman (acima). Próteses faciais garantem a semelhança.
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Os atores em seus personagens (no alto) e nos dias atuais (acima).
Crispin Glover processou os cineastas, pois eles não tinham permissão para usar sua imagem na Parte 2, seja através das próteses feitas a partir do seu rosto ou da reprise da cena final do primeiro filme. O ator acabou retirando a ação depois que o caso foi resolvido fora do tribunal com um pagamento de U$ 765.000,00 por parte da empresa de seguros da Universal, que decidiu que seria mais barato pagar Crispin do que realmente ir a julgamento. O Screen Actors Guild, posteriormente, introduziu novas regras sobre o uso lícito da imagem dos atores. Hoje há uma tabela de preços para uso da imagem dos atores captadas em trabalhos pelos quais eles já foram pagos, e que sejam reutilizadas em sequências ou demais materiais promocionais.
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Os poucos segundos em cena (acima) foram o estopim para o processo movido pelo ator.
Em uma convenção da Q & A, Christopher Lloyd recordou ser um dos integrantes do elenco e da equipe da produção que foram convidados à Premiere Real do filme em Londres. Uma vez que Michael J. Fox não pode comparecer, ele foi um dos primeiros a cumprimentar os membros da família real, incluindo a falecida princesa Diana, e se sentou perto dela. Lloyd recorda que a risada mais alta da Princesa durante o filme foi na cena em que Biff tem um caminhão de esterco despejado sobre ele. Na Premiere Real do filme anterior, foi Michael J. Fox que se sentou bem ao lado da princesa.
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Diana cumprimenta Amy Irving na Premiere do filme anterior (1985). A Princesa de Gales também era fã da trilogia.
No baile da escola, Biff é mostrado “batizando” o ponche com uma bebida alcoólica. Em “De Volta para o Futuro” (1985), George aparece bebendo um pouco de ponche antes de enfrentar Biff no estacionamento. Existem várias discussões em sites de fã-clubes que indicam que a coragem não característica de George na cena original é atribuída ao fato dele estar levemente alcoolizado por beber um pouco daquele ponche batizado. Os roteiristas/produtores não confirmam e nem desmentem esta informação.
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Álcool no ponche (no alto) pode ser o responsável pela súbita coragem de George ao enfrentar Biff logo após bebê-lo (acima).
A data no jornal USA Today em 2015 é 22 de outubro, um dia após a chegada de Marty e Doc ao futuro. Este também é o aniversário de Christopher Lloyd. O ator completou, em 2015, seu 77º ano de vida.
Nos cinco anos desde que o “De Volta para o Futuro” (1985) original foi feito, Michael J. Fox tinha se esquecido de como andar de skate.
A borda da torre do relógio que Doc quebrou em 1955, enquanto tentava re-conectar o cabo que transferiria a energia do raio ao DeLorean, ainda está quebrada em 2015, demonstrando que todo o prédio teve a sua arquitetura preservada exatamente como estava naquela noite de 12 de novembro.
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Fachada com a borda quebrada bem abaixo do relógio. Preservação do cenário mais importante da trilogia.
Quando a Jennifer de 1985 descobre-se em sua casa de 2015, sua filha Marlene (interpretado por Michael J. Fox) aparece no topo das escadas, dizendo:”_Mamãe! Mamãe, é você? “. Estas são as exatas palavras faladas por Marty (também interpretado por Michael J. Fox) em cada um dos filmes da trilogia, quando ele é nocauteado e acorda em um lugar desconhecido.
O renomado cientista Carl Sagan considerou este o melhor filme já feito sobre viagens no tempo. Ele elogiou a precisão no trato das múltiplas linhas de tempo, como o que realmente aconteceria se a viagem no tempo fosse possível. Em “Back to the Future: The Game”, Carl Sagan é o codinome utilizado por Doc Brown ao visitar a Hill Valley de 1931.
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Codinome utilizado por Doc (esquerda e centro), Carl Sagan (1934 – 1996) é um dos mais respeitados cientistas do século XX(direita).
Robert Zemeckis e Bob Gale admitiram em comentário no DVD que não pensavam, originalmente, em fazer uma seqüência para “De Volta para o Futuro” (1985), e que o final em aberto do primeiro filme tinha sido criado apenas como uma piada definitiva. No entanto, quando os planos para uma seqüência foram feitos pelo estúdio, eles escolheram permanecer envolvidos na continuação de sua criação, e até mesmo estender para duas continuações. Zemeckis afirmou que se soubesse que faria uma seqüência, ele teria a certeza de que a namorada de Marty, Jennifer, não estaria no carro no final do primeiro filme. Este fato limitou demais as possibilidades de roteiro para a seqüência. A solução foi colocá-la para dormir logo no início do filme, estado em que ela permaneceu ao ser deixada para trás no ano de 1985 alternativo. Outro problema foi o carro voador. Eles não inventariam um carro voador se soubessem que haveria uma seqüência, pois isso aumentaria consideravelmente os gastos com efeitos especiais – como realmente aumentou – no filme seguinte.
Na época em que o filme estava sendo produzido começava a se desenvolver o processo de efeitos especiais digitais no cinema. No entanto, não existe uma única tomada com efeitos especiais digitais neste filme. Todos os efeitos são ópticos. E o mais complicado deles é o chamado Vistaglide, que é um sistema robótico de controle de movimento de câmera onde um computador controla os itens como foco, zoom, posição e a linha de divisão durante cada passagem pelo cenário, permitindo a perfeita montagem e integração de duas ou mais tomadas diferentes em uma única cena. Dessa forma foi possível colocar em uma mesma cena um ator contracenando e interagindo com ele mesmo de maneira perfeita. Existem três cenas em que o sistema foi utilizado. a sequência do jantar em 2015, o velho Biff de 2015 falando com o jovem Biff de 1955 na garagem e o Doc de 1955 conversando com o Doc de 1985 na praça do relógio da torre. A fim de criar a seqüência do jantar com o deslizamento da imagem, a câmara teve de ser dividida em três partes e Michael teve que gravar em três tomadas diferentes para interpretar seu eu mais velho, o Marty Jr. e sua filha Marlene. De Volta para o Futuro Parte II (1989) foi o primeiro filme a realizar interação entre o mesmo ator na tela duas vezes como dois personagens diferentes. Durante as filmagens desta seqüência, entre as tomadas, houve um terremoto, e temiam que os itens que estavam no cenário tivessem se movido, o que impediria que as cenas ficassem perfeitamente editadas. Para surpresa da produção, no entanto, tudo estava exatamente em seu lugar para a seqüência.
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A utilização do sistema Vistaglide (no alto) exige toda uma preparação dos cenários, atores e dublês (acima).
Quando a “Hill Valley” foi criada para o original “De Volta para o Futuro” (1985), eles construíram a cidade na condição intocada de 1955 e filmaram o meio do filme. Depois a danificaram e a envelheceram para a cidade de 1985, e filmaram o início e o final do filme. Quando eles decidiram filmar “De Volta para o Futuro Parte II” (1989), tiveram de limpá-la, configurá-la e restaurá-la para a mesma condição em que estava em 1955 – os sets originais ainda existiam. No fim das contas verificou-se que custou mais para reconstruí-la do que para construí-la a partir do zero.
Os placares que Biff ouve no rádio enquanto dirige são os resultados reais de 12 de novembro de 1955, e o jogo UCLA / Washington que ele e o velho Biff ouvem na garagem, de fato, acaba com o kicker do UCLA, Jim Decker, fazendo o field goal no último segundo para vencer.
Robert Zemeckis explicou em uma entrevista em 1990 que “_os hoverboards flutuam com energia magnética”. Ele também acrescentou, “_eles foram inventados há anos, só que grupos de pais mais conservadores não permitem que os fabricantes de brinquedos os lancem no mercado. Mas nós temos em nossas mãos alguns e os colocamos no filme.” Ele só estava brincando, é claro, mas, curiosamente, a Mattel (cujo logotipo apareceu nos adereços do Hoverboard) logo se viu sobrecarregada com telefonemas e cartas de clientes perguntando onde poderiam comprar um. Embora eles pareçam bastante convincentes no filme, os hoverboards eram simplesmente adereços de madeira presos aos pés dos atores. Para fazer com que os hoverboards voassem, os atores eram suspensos por cabos, que foram, então, apagados durante a pós-produção.
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O excelente trabalho da equipe de efeitos especiais fez com que muitos pensassem que os hoverboards realmente fossem reais.
Vinte e seis anos depois do lançamento do filme, a The Lexus Corp., com o auxílio de supercondutores (arrefecidos por nitrogênio líquido) e ímãs (na placa e enterrados no chão debaixo dela), construiu um hoverboard funcional. Uma outra empresa, a Hendo, também construiu um protótipo que não necessita de refrigeração e trabalha com motores que criam um campo magnético que “literalmente se empurra contra si mesmo, gerando a força que faz a prancha levitar sobre o chão”, mas que no atual estágio, necessita que a superfície sobre a qual ele trabalhe seja composta por condutores não-ferromagnéticos. Apesar de funcionarem, estes protótipos ainda estão longe de se tornarem práticos o suficiente para serem utilizados no dia-a-dia.
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Hoverboards da The Lexus Corp. (no alto) e da Hendo (acima). Protótipos funcionais de um dos ícones mais lembrados do filme.
A camisa que Doc veste na maior parte do filme mostra um desenho de uma mulher a cavalo e um trem, prenunciando o clímax do terceiro filme.
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Mais do que um gosto duvidoso, a estampa da camisa de Doc revela uma cena do filme posterior.
Elisabeth Shue foi escalada como Jennifer para esta continuação, e todas as cenas do encerramento de “De Volta Para o Futuro” (1985) foram re-filmadas para o início deste filme. Claudia Wells (a Jennifer em “De Volta para o Futuro”) não pôde reprisar seu papel, uma vez que ela necessitou dar uma pausa em sua carreira para cuidar de sua mãe que tinha sido diagnosticada com câncer. Ela voltaria a atuar somente em 2008, para o filme independente “Still Waters Burn”. Os cinco anos que separavam os dois filmes e a detalhada reprodução da cena feita pela talentosa equipe de produção fizeram com que poucos percebessem as mudanças. Abaixo mando um vídeo com uma montagem que compara as duas cenas.
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O talento de toda a equipe fica patente na detalhada recriação da última cena do filme anterior.
Robert Zemeckis considera este um dos seus filmes favoritos – e mais estranhos.
Doc menciona à Marty que ele visitou uma clínica de rejuvenescimento no futuro, para fazê-lo parecer mais jovem. Este texto foi escrito para que Christopher Lloyd não tivesse que usar constantemente a maquiagem de velho para as duas seqüências, já que ele iria representar, principalmente, a encarnação do Doc de 1985. Lembrando que o Doc de 1985 estava maquiado para parecer bem mais velho do que Christopher Lloyd era na realidade.
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“Plástica” futurista de Doc (acima) poupou várias horas de maquiagem para envelhecer Christopher Lloyd (no alto).
Muito pouco dos trajes originais do baile “Encanto Submarino” foram realmente utilizados para a produção da seqüencia. Lea Thompson foi a única atriz presente que vestiu o seu mesmo vestido do filme original.
A produção deste filme (e de De Volta para o Futuro Parte III (1990)) foi adiada por três anos, porque Robert Zemeckis estava ocupado fazendo “Uma Cilada Para Roger Rabbit” (1988).
Quando o Marty McFly do futuro tenta tocar sua guitarra, ele toca parte do riff principal de “Power of Love”, composta por Huey Lewis e The News, a música-tema de “De Volta para o Futuro” (1985).
Em 08 de setembro de 2011 a Fundação Michael J. Fox de Pesquisa para o Mal de Parkinson (Michael J. Fox Foundation (MJFF) for Parkinson’s Research) anunciou que seriam leiloados no eBay 1.500 pares de tênis futuristas MAG Nike baseados nas sapatilhas usadas por Michael J. Fox no filme, e especialmente fabricados pela Nike para o leilão. O primeiro par foi vendido para o rapper Tinie Tempah, com o lance vencedor de U$ 37.500,00. Já o rapper americano Kid Cudi pagou aproximadamente o mesmo valor por cada par, mas comprou logo quatro pares do calçado. Tudo em nome de uma boa causa.
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Os tênis criados para o leilão (esquerda), e os rappers Tinie Tempah (centro) e Kid Cudi direita).
Muitos programas da década de 1980 são apresentados nas televisões dentro da lanchonete Cafe 80s, incluindo “Caras e Caretas” (1982) e “Taxi” (1978), estrelados por Michael J. Fox e Christopher Lloyd, respectivamente.
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Michael J. Fox e Christopher Lloyd também protagonizam dois dos programas mostrados na lanchonete.
A tagline do filme “Tubarão 19” é “Desta vez é realmente, realmente pessoal”. Na marquise aparece o nome do diretor, “Max Spielberg”, que é o filho do produtor executivo Steven Spielberg. Max nasceu em junho de 1985, no mesmo ano do lançamento do primeiro filme da trilogia. Spielberg também escreveu a resposta de Marty ao ver o holograma, “O tubarão ainda parece falso”. Estas palavras refletem exatamente a reação de Spielberg ao filme “Tubarão IV: A Vingança” (1987).
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Spielberg faz uma crítica indireta à “Tubarão IV” que, reconhecidamente, tem um dos piores tubarões já mostrados na franquia.
No primeiro roteiro, Marty não veria um letreiro para “Tubarão 19” quando chegasse em 2015. Em vez disso, o cinema mostraria “Godzilla – 2015”, quase prevendo em cheio o filme que estaria realmente em cartaz, já que o mais recente Godzilla foi lançado em 2014.
Apesar de Marty McFly comentar que seu filho “se parece com ele”, há uma notável diferença entre os dois (além de uma manga da jaqueta com defeito e uma camiseta branca): Marty McFly Jr tem olhos castanhos, enquanto que seu pai tem os olhos claros (isso pode ser visto mais claramente na cena com Griff no Cafe 80s).
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Cor dos olhos ajuda a diferenciar os personagens.
O papel de Marlene McFly foi originalmente escrito para Crispin Glover.
Em 21 de outubro de 2015 vários cinemas pelo mundo exibiram o filme para comemorar a data exata em que Doc, Marty e Jennifer chegam ao futuro. No Brasil, muitos cinemas foram além e exibiram maratonas com os três filmes em seqüência cobrando somente um único ingresso.
A torre do hotel do “Biff Casino” era um hotel real. Para as filmagens foram utilizadas as dependências do “Plaza Hotel and Casino” no centro de Las Vegas, Nevada.
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Hotel e Cassino de Las Vegas foi utilizado como locação para as filmagens.
Quando Marty passeia em 2015, ele olha na vitrine de uma loja de antiguidades, onde vemos a jaqueta jeans que ele usava em 1985, um boneco de Roger Rabbit e um jogo “Tubarão” (1987) da Nintendo. “Uma Cilada Para Roger Rabbit” (1988) também foi dirigido por Robert Zemeckis. Há também uma filmadora JVC Super VHS de 1988. Todos os itens fazem referência à filmes de Zemeckis e Spielberg.
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Vitrine do antiquário com itens que remetem às obras do diretor e do produtor.
Pouco antes de Marty e Doc deixarem 2015, há uma rápida imagem do painel de controle da máquina do tempo mostrando a “última época” em que a máquina estava como sendo “12 de novembro de 1955 18:38”. Se eles tivessem notado isso, teriam percebido que alguém tinha usado a máquina do tempo na ausência eles.
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Painel do tempo indicando a data e a hora precisas em que Biff foi ao passado.
Originalmente apenas uma seqüência tinha sido planejada, e não uma trilogia. O roteiro para esta seqüência, que teria simplesmente o nome de “Paradox”, incluía todos os elementos de ambos, “De Volta para o Futuro Parte II” (1989) e “De Volta para o Futuro Parte III” (1990), mas compactada para caber em um filme. Por isso os dois filmes começaram a ser rodados ao mesmo tempo. No entanto, conforme as filmagens avançavam, perceberam que não importava como os cortes e as edições seriam feitas, o filme sempre ultrapassaria 2 horas e meia de exibição, considerado longo demais pelos produtores. Neste ponto decidiram dividir o filme em dois, e que seriam lançados em rápida seqüência.
O vídeo game “Wild Gunman” (1984) no Cafe 80s foi feito especialmente para o filme. O “Wild Gunman” era um jogo de pistola de luz (lightgun) real feito para o Nintendo Entertainment System (NES), mas nunca foi um gabinete de arcade dedicado. Era, no entanto, sempre incluído nas listas dos dez melhores acessórios para jogos da Nintendo, por isso a lightgun estava no gabinete. Os efeitos sonoros ouvidos no filme são do jogo real, mas os gráficos na tela são totalmente novos, desenhados para se destacarem com mais facilidade no filme e tem uma melhor definição. Ironicamente, o jogo em si tinha uma animação muito melhor. Também há um gabinete de Pac-Man, logo atrás dos clientes que estão nas bicicletas ergométricas. Ele está desligado e tem um aviso que diz: “artefato de valor inestimável, não toque”.
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O jogo do filme (no alto) e a versão real da Nintendo (acima). Ganho de definição para se adequar ao filme.
O paradoxo causado pela presença de dois Biffs, dois Martys e dois Docs em 1955 poderia ser ainda pior, pois, por algumas horas, existiam nada menos que quatro máquinas do tempo, ao mesmo tempo, na cidade: 1- a do primeiro filme, que levou Marty acidentalmente para 1955 e que estava sendo preparada pelo Doc de 1955 na praça do relógio; 2 – a que o velho Biff roubou em 2015 para entregar o almanaque ao jovem Biff de 1955 (e que deixou estacionada escondida em algum lugar); 3 – a que Doc e Marty estão usando para voltar à 1955 e recuperar o almanaque (estacionada atrás do outdoor na estrada); 4 – a que está escondida na mina desde 1885 e que levou Doc até o velho oeste.
A placa no escritório do Sr. Strickland identifica-o como “SS Strickland”. Embora tenha sido especulado que ele representa “o superintendente da escola” (school superintendent), um álbum de fotos incluído na edição de luxo de “Back to the Future: The Game” apresenta seu nome como sendo Stanford S. Strickland (nascido em 1925).
Flea estava em turnê com o Red Hot Chili Peppers e, de acordo com ele, fez um longo vôo para filmar suas cenas, dormindo por apenas duas horas na noite anterior. Ele filmou as suas cenas em um único dia e, em seguida, voou de volta para a turnê naquela mesma noite.
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O baixista Flea fez participações nos dois filmes que fecham a trilogia.
O “Cafe 80s” em 2015 é um conglomerado de duas encarnações anteriores do local. Em 1955, foi o “Café do Lou” e, em 1985, foi uma academia. Enquanto o “Cafe 80s” é principalmente uma lanchonete, também há pessoas malhando em bicicletas ergométricas.
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Vista panorâmica do cenário do “Café 80s”.
Muitas falas foram cortadas da cena do jantar em 2015. Quando Marty Sênior diz: “Eu perdi essa coisa toda”, ele está se referindo a uma cena cortada onde Lorraine menciona que o tio Joey teve a liberdade condicional recusada novamente.
Havia muitas discussões sobre o significado da imagem de um “99 invertido” que aparece logo após o DeLorean ser atingido por um raio e desaparecer no céu. Muitos diziam que se tratava de uma pista sobre a quantidade de anos em que a máquina do tempo foi enviada ao passado, enquanto outros discorriam sobre teorias da conspiração que envolvia mensagens subliminares, illuminati, satanismo (a imagem seria um “66” que receberia mais um “6” através das contas mais absurdas) e tudo o mais que se pode imaginar. Mas os roteiristas esclareceram que a imagem se trata apenas das “trilhas em espiral” do par de chamas que as rodas do DeLorean fizeram quando ele girou rapidamente até 88 mph depois de ser atingido pelo raio. “_As pessoas se esquecem de que não bastava energizar o capacitor de fluxo para que a máquina do tempo funcionasse. Era necessário que ela atingisse 88 milhas por hora no momento em que o capacitor estiver carregado, e isso aconteceu quando o raio danificou os controles de vôo fazendo o carro girar rapidamente sobre o seu próprio eixo” – explicou Bob Gale.
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Alvo de muitas discussões, imagem que surge após o DeLorean desaparecer confundiu alguns espectadores.
Quando Jennifer é levada inconsciente para sua casa pelas duas oficiais em 2015, os nomes das oficiais são Reese e Foley. Estes são nomes que o diretor Zemeckis e o roteirista Bob Gale usam para todos os agentes da polícia ou do governo em seus filmes. Uma das atrizes (oficial Foley) é Stephanie E. Williams. Mas o rosto da oficial Reese quase não aparece, dificultando a identificação da atriz que a interpretou. Para piorar, ela não foi creditada no filme. A atriz que interpretou a oficial Reese era, na verdade, Mary Ellen Trainor, que era esposa de Robert Zemeckis na época, casamento que durou até o ano 2000. A atriz participou de vários filmes de sucesso, como a quadrilogia “Máquina Mortífera” (1987 – 1998), “Tudo Por Uma Esmeralda” (1984), “Os Goonies” (1985), “Duro de Matar” (1988), “Congo” (1995), entre outros. Em junho deste ano, a Associated Press anunciou que a atriz faleceu no dia 20 de maio em sua casa na Califórnia. A causa da morte não foi divulgada. Ela tinha 62 anos e deixa um filho, que teve com Zemeckis.
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As oficiais Reese e Foley, e as atrizes Mary Ellen Trainor (centro) e Stephanie E. Williams (direita).
De acordo com Michael J. Fox, ele descobriu que ia ter uma seqüência de “De Volta Para o Futuro” (1985) quando ele assistiu a versão VHS e as palavras “To Be Continued” apareceram no final. Ele imediatamente ligou para seu agente para se certificar de que ele estaria no projeto.
Este foi o primeiro filme a ser lançado em videocassete pela MCA / Universal Home Video.
Cheryl Wheeler Duncan, dublê de Darlene Vogel, se feriu seriamente durante as filmagens da seqüência da perseguição com os hoverboards quando, devido a um defeito técnico nos cabos que a sustentava, ela resvalou no pilar de concreto e caiu. Ficou algumas semanas hospitalizada, mas voltou à ativa naquele mesmo ano. Foi o único acidente sério durante toda a trilogia.
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A dublê Cheryl Wheeler Duncan e a atriz Darlene Vogel (ao centro). Acidente ilustra a importância dos dublês no cinema.
Na cena em que Biff e suas amigas estão na banheira de água quente, o filme assistido por eles é “Por Um Punhado de Dólares” (1964), estrelado por Clint Eastwood. Há várias referências sobre esse filme em “De Volta para o Futuro Parte III” (1990).
A música “Beat It” tocada no “Cafe 80s” e a animação de Michael Jackson na tela informando o menu aos clientes no mesmo restaurante não são as únicas referências ao cantor no filme. Você pode ver vários posters de Michael Jackson na parede do quarto que Marty invade pensando ser a sua casa no ano de 1985 alterativo. Entre os posters há um de “Off The Wall” e um de “Thriller”.
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Não importa se o ano é o de 1985 real ou alternativo. O rei do pop não perde a majestade.
A imagem de duas mulheres nuas que está na tela da grande TV quando Marty Jr. diz “sai arte”, é “E o ouro de seus corpos (Et l ou de leurs corps)”, de Paul Gauguin. O original está no Museu de Orsay, em Paris, França.
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Obra de Paul Gauguin faz uma pequena aparição no filme.
No filme o Chicago Cubs venceu a World Series, mas na realidade o Kansas City Royals foram os campeões do mundo de 2015. A última vez em que os Royals venceram a World Series foi em 1985, ano em que se passa parte do primeiro filme e parte deste segundo também.
Depois de Biff retirar o seu bastão preso no DeLorean ao retornar a 2015, ele começa a contorcer-se de dor, aparentemente sofrendo as dores por causa do esforço e por ter batido no próprio abdômem acidentalmente. Robert Zemeckis afirmou que, na verdade, Biff estava experimentando a mesma coisa que Marty na cena do baile no primeiro filme: desaparecendo da história. A idéia era que, voltando no tempo para dar o almanaque de esportes para seu ‘eu’ mais jovem, Biff, de alguma forma, alterou seu próprio futuro de modo que ele já não existiria mais em 2015. De acordo com rascunhos do script original, a Lorraine esposa de Biff (e mãe de Marty) se rebelou contra os abusos de Biff e atirou nele, matando-o em 1996. A cena deletada, e que aparece nos extras do DVD, torna isso muito mais claro à medida em que vemos Biff desaparecer. A cena está presente nos extras do making of de 2010, disponível aqui na postagem.
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Em cena deletada, Biff começa a desaparecer após alterar o seu próprio futuro.
Várias sequências foram elaboradas para o filme, mas acabaram descartadas nas muitas revisões do roteiro. Entre elas estão:
1 – Durante a perseguição dos hoverboards em 2015, Marty pega carona em um carro voador que o puxa para o céu a uma altitude muito elevada. Quando Marty não consegue mais se segurar e cai, ele é resgatado por Doc em uma van voadora.
2 – No alternativo ano de 1985, depois de saberem a data em que o jovem Biff recebeu o almanaque, e após Doc nocautear Biff com a porta da máquina do tempo, Marty e Doc têm que escapar com o DeLorean durante um tiroteio policial. Quando os circuitos de vôo do carro são danificados pelas balas que os atingiram, Doc mergulha a máquina do tempo em linha reta em direção ao solo, a fim de chegar a 88 mph.
3 – Enquanto Marty e Doc tentam recuperar o almanaque, o Sr. Fusão (e em versões posteriores, os circuitos de tempo) é danificado pelo fazendeiro Peabody (um personagem que Marty encontrou no primeiro filme, ao invadir o celeiro de sua fazenda assim que chegou em 1955), que ainda acha que o DeLorean é uma nave espacial.
Perto do final do filme, quando Marty está tentando recuperar o almanaque no carro de Biff, eles atravessam um túnel. Este é o mesmo túnel que o detetive Eddie Valiant (Bob Hoskins) atravessa para chegar à Toon Town em “Uma Cilada Para Roger Rabbit” (1988), que também foi dirigido por Robert Zemeckis e estrelado por Christopher Lloyd (Doc Brown). O túnel está localizado em Griffith Park, Los Angeles, e liga os dois lados do parque.
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“Uma Cilada Para Roger Rabbit” (no alto), “De Volta Para o Futuro 2” (ao centro) e o túnel Griffith Park (acima) utilizado como locação.
Quando Marty está caminhando na praça central em 2015, é possível ver, rapidamente, um pintor retratando o local. Na verdade essa pintura realmente foi feita e, posteriormente, colocada em leilão, sendo arrematada por U$ 2.000,00.
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Rara imagem (no alto) de pintura feita durante a filmagem (acima em destaque).
O departamento de arte também fez um excelente trabalho, não só na caracterização dos personagens, como também na criação de uma Hill Valley do passado, do presente e do futuro. O requinte dos detalhes atingiu até as partes promocionais e os periódicos circulantes em cada época.
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Cartazes e jornais foram reproduzidos com riqueza de detalhes para tornar críveis as épocas da cidade através dos tempos.
Fontes: Imdb.com, aveleyman.com, showbizgeek.com, forums.stevehoffman.tv, people.com, dailymail.co.uk, mentalfloss.com, pinterest.com, buzzfeed.com, geektyrant.com, bitrebels.com, mashable.com, aceshowbiz.com, cheatcc.com, nintendo.com, universalstudioshollywood.com, cinema.uol.com.br, eonline.com, backtothefuture.wikia.com, techradar.com, businessinsider.com, tecmundo.com.br e musee-orsay.fr.

=>> país: EUA 
=>> duração original: 116 minutos 
=>> estúdio: Universal Studios 
=>> distribuidora: Universal

6 comentários:

  1. cade os links do desenho animado e do tvrip da globo ? obrigado pelo postagem

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  2. Legal demais !
    Esta trilogia é demais, vou aproveitar este espaço para fazer um pedido poderia postar também o Arquivo Maior no Mega, vai facilitar nossa vida.
    Antecipo agradecimentos.

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  3. Não tem o link do TVRip, ainda vão postá-lo? Obrigado pela atenção e por trazerem esse ótimo registro.

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  4. amo esse filmee puxa clássico,, so fiquei triste porque nao tem os extras todos dispoiniveis para nois baixar ou assistir e nem o desenho ???

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