De Volta Para o Futuro - 1985 - (Trial Áudio/Dublado) - Bluray 1080p


Titulo Original: Back to the Future – 1985
Gênero: Aventura/Comédia/Ficção Cientifica
Direção: Robert Zemeckis
IMDb: 8,5 http://www.imdb.com/title/tt0088763/
Filmow: 4,4 https://filmow.com/de-volta-para-o-futuro-t380/

Bluray 1080p + REMUX - TRIAL ÁUDIO - (DUBLAGEM CLÁSSICA - BKS) Trilha Sonora (Soundtrack) + Trilha Sonora Especial Instrumental (Score Limited Edition) + Game Back to the Future (portable) + Making Of Legendado + TVRip da Globo Exclusivo

Postado por: Don Costa

Bluray Remux
Tamanho: 26.5 GB
Formato: MKV
Qualidade: Bluray 1080p - Remux
Duração: 116 min.
Audio 1: Português - Dublagem Clássica - BKS - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 384 Kbps
Audio 2: Português - Redublagem - Double Sound. - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 384 Kbps
Audio 3: Inglês - DTS / 5.1 / 48 kHz / 4.250 Kbps
Audio 4: German/Alemão - DTS / 5.1 / 48 kHz / 6768 Kbps
Legenda: Português/Inglês/German

Bluray 1080p - MAIOR
Tamanho: 5.70 GB
Formato: MKV
Qualidade: Bluray 1080p
Duração: 116 min.
Audio 1: Português - Dublagem Clássica - BKS - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 384 Kbps
Audio 2: Português - Redublagem - Double Sound. - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 384 Kbps
Audio 3: Inglês - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 384 Kbps
Legenda: Português/Inglês

Bluray 1080p - MENOR
Tamanho: 2.13 GB
Formato: MKV
Qualidade: Bluray 1080p
Duração: 116 min.
Audio 1: Português - Dublagem Clássica - BKS - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 384 Kbps
Audio 2: Português - Redublagem - Double Sound. - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 384 Kbps
Audio 3: Inglês - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 384 Kbps
Legenda: Português/Inglês

Bluray 720p
Tamanho: 1.74 GB
Formato: MKV
Qualidade: Bluray 1080p
Duração: 116 min.
Audio 1: Português - Dublagem Clássica - BKS - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 384 Kbps
Audio 2: Português - Redublagem - Double Sound. - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 384 Kbps
Audio 3: Inglês - AC3 / 5.1 / 48 kHz / 384 Kbps
Legenda: Português/Inglês

TVRip da GLOBO - Exclusivo
Tamanho: 1 GB
Formato: MKV
Qualidade: TVRip - Globo 1989 - Com Comerciais
Duração: 146 min.
Audio 1: Português - Dublagem Clássica - BKS
Legenda: Sem Legenda

Remasterização e Legendagem: -=| Don Costa |=-
Encoder: -=| Don Costa e CaNNIbal |=-
Uploader: -=| CaNNIbal |=-
Créditos do TVRip GLOBO: -=| Teus |=-

Nota do Uploader(CaNNIBal)

Mais um filme que merece ser preservado, já sabendo que em pouco tempo o mesmo se encontraria OFF, resolvi trazer ele para cá, adicionei muitos servidores, versões novas e também o TVRip exclusivo, sim, você leu certo, trouxemos o TVRip Gravado em 1989 da globo, com comerciais e tudo, agora sim, podemos dizer que é um poste completo. 
E atenção meus amigos, fiquem ligados, pois teremos uma novidade exclusiva no de volta para o futuro 3, se você já baixou o arquivo do tela, já vai se despedindo do mesmo, pois irei atualizar ele com um novidade exclusiva do nosso site.

Enfim, como sempre, desejo uma excelente sessão para todos!


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Bluray 1080p - REMUX
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Trilha Sonora 1 (Motion Picture Soundtrack) (MP3) (36MB)
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Trilha Sonora 2 (Intrada Special Collection) (FLAC) (499MB)
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Game Back To The Future (.Exe – Portable) (2,2GB)
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Making of – parte 1 (MKV/MP4) (146MB)
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Bastidores- Histórias do Futuro Parte 1(MKV) (553MB)
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Nos Bastidoes da Trilogia Parte 1 (MKV) (509MB)
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Senha: memoriadatv.com        (Brincadeira, não tem senha não ^^)
Marty McFly é o típico adolescente norte-americano dos anos 80, que é enviado de volta no tempo, para 1955, por uma invenção (o DeLorean) do excêntrico Dr. Brown. Enquanto estiver no passado, Marty deve tomar cuidado para não interferir em nada, para que o futuro não seja alterado. Porém, sua futura mãe acaba se apaixonando por ele, e as coisas começam a dar errado.



Michael J. Fox … Marty McFly
Christopher Lloyd … Dr. Emmett Brown
Lea Thompson … Lorraine Baines
Crispin Glover … George McFly
Thomas F. Wilson … Biff Tannen
Claudia Wells … Jennifer Parker
Marc McClure … Dave McFly
Wendie Jo Sperber … Linda McFly
George DiCenzo … Sam Baines
Frances Lee McCain … Stella Baines
James Tolkan … Sr. Strickland
J.J. Cohen … Skinhead
Casey Siemaszko … 3-D
Billy Zane … Match
Harry Waters Jr. … Marvin Berry
Donald Fullilove … Goldie Wilson
Lisa Freeman … Babs
Cristen Kauffman … Betty


A REMASTERIZAÇÃO
Para realizar esta remasterização utilizei, como base de vídeo, um bluray-rip francês, que reencodei até chegar aos dois tamanhos adequados para disponibilizar na postagem. Isso me garantiu a melhor imagem possível para o arquivo maior. Já os áudios foram retirados de um VHS-rip (BKS) e do bluray nacional (double sound). Não houve a necessidade de nenhuma modificação na redublagem Double Sound, mas a dublagem BKS passou por uma forte restauração sem, no entanto, perder o essencial do áudio. Inicialmente esse áudio passou por um processo de limpeza através de diversos filtros, onde foram retirados os chiados, os ruídos de fundo, os estalos e cliques. Durante esse processo, muitos dos sons originais de fundo (trilha sonora, sons ambientes, diálogos em segundo plano, etc) ficaram inaudíveis ou foram completamente apagados. A solução foi transformar este áudio, anteriormente stéreo, em um áudio mono a fim de introduzi-lo como o canal central do áudio original inglês de seis canais. A opção pela utilização do áudio em inglês como base, e não o da redublagem Double Sound que também tem seis canais, foi devido à melhor qualidade do surround do áudio inglês, onde o som ambiente era mais vívido e cristalino, e a sensação de imersão nas cenas era levemente superior. Assim, em alguns aspectos, a remasterização do áudio BKS ficou até melhor que o áudio original Double Sound em alguns pontos.
Antes da inserção propriamente dita, todo esse áudio mono foi consertado nos pontos falhos, nos cortes e nas partes que continham sons estranhos, frutos do envelhecimento da fita. Todos estes trechos foram preenchidos pelo áudio do canal central inglês e, nos pontos em que o erro acontecia em cima da dublagem eu preenchi com sons da própria dublagem, mantendo-a intacta. Isso só foi possível devido ao fato dessas falhas apresentarem uma duração máxima de 0,048 segundos, embora a média ficasse em 0,027 segundos.
Depois, ao inserir este canal mono em substituição ao canal central do áudio em inglês, foi necessária uma sincronização constante ao longo de todo o áudio já que, embora tivessem o mesmo FPS, ainda existiam pequenos cortes não identificáveis no processo anterior, o que fazia a sincronia variar levemente ao longo do filme. Esta variação poderia até passar despercebida em uma inserção direta do áudio stéreo no vídeo, mas não é tolerada em uma mesclagem de canais, onde uma diferença de poucos milésimos de segundo entre eles causaria reverberação, eco ou saturação indesejada do áudio.
Depois da sincronização dos canais passei para a última fase, que foi a edição dos demais canais que ainda continham diálogos em inglês em alguns pontos. Em todos estes pontos os diálogos em inglès foram substituídos pela dublagem do canal central, porém deixando intactas as suas características, como amplificação, delay, fade e outros efeitos diversos, que tive de reproduzir exatamente como eram.
Apesar de não ter ficado perfeito, pois não foi possível resolver todos os problemas do áudio original, acredito que o resultado final venha a agradar aos exigentes fãs da franquia, no ano em que a estréia do primeiro filme completa seu trigésimo aniversário.
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O gráfico acima deixa clara a diferença entre o canal dublado introduzido e os demais canais originais do áudio inglês.
A TRILHA SONORA 1:
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Faixas:
1. “The Power of Love – Huey Lewis and the News
2. “Time Bomb Town” – Lindsey Buckingham
3. “Back to the Future” – The Outatime Orchestra
4. “Heaven Is One Step Away” – Eric Clapton
5. “Back in Time” – Huey Lewis and the News
6. “Back to the Future Overture” – The Outatime Orchestra
7. “The Wallflower (Dance with Me Henry)” – Etta James
8. “Night Train” – Marvin Berry and the Starlighters
9. “Earth Angel (Will You Be Mine)” – Marvin Berry and the Starlighters
10. “Johnny B. Goode” – Marty McFly with the Starlighters
Lançada em maio de 1985, a trilha sonora de “De Volta Para o Futuro” (Motion Picture Soundtrack) fez um sucesso tão grande quanto o próprio filme, com sua icônica música tema, em dois momentos, e as canções que marcaram toda uma geração. O disco obteve excelentes vendas nos anos posteriores, mantendo o mesmo ritmo com o lançamento do cd em 1990. O arquivo que envio na postagem está em MP3, possui boa qualidade e um tamanho bem reduzido (36 MB).
A TRILHA SONORA 2:
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Faixas:
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“Back to the Future: Intrada Special Collection” é uma edição oficial limitada de CD duplo, incluindo a composição total de Alan Silvestri para “De Volta Para o Futuro” (1985). Foi lançado pela gravadora Intrada em 24 de novembro de 2009. O primeiro disco contém a partitura completa orquestral como registrado na edição final do filme, juntamente com duas faixas de origem que Silvestri escreveu. O segundo disco é composto por abordagens alternativas que Silvestri criou com uma grande parte da composição em um tom mais sombrio, mais grave. Nenhuma das canções do álbum Motion Picture Soundtrack estão incluídas neste álbum, que contém apenas músicas instrumentais gerais , e os trechos compostos para momentos no filme em que a composição de Silvestri foi substituída, ou editada com canções ou músicas originais. O lançamento foi uma edição limitada de 10.000 unidades e vendeu cerca de 6.000 até o final de janeiro de 2010. Em 19 de julho, 2014, a Intrada anunciou que estava negociando um novo acordo para lançar uma versão do CD Box da trilha sonora, que deverá incluir as mesmas faixas do primeiro CD, desta edição limitada de disco duplo e das trilhas da segunda e terceira partes da trilogia. O lançamento deste Box deveria coincidir com o 30º aniversário do filme, mas até agora não há nenhuma notícia oficial sobre isso. O arquivo que envio na postagem está no formato FLAC, portanto sem perdas ou compressões, o que garante a melhor qualidade possível, embora seu tamanho fique grande para os padrões de áudio (499MB).
O GAME BACK TO THE FUTURE:
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Este game, criado pela Telltale Games inicialmente para PC, é dividido em cinco capítulos, lançados entre 2010 e 2014, e tem como base a história de uma aventura original que se passa sete meses após os eventos dos filmes, com Marty saindo em busca do desaparecido Dr. Brown. O enredo foi escrito pelo coescritor e produtor da trilogia, Bob Gale, e utiliza o mesmo sistema de escolhas de outros títulos da Telltale Games, no qual é possível tomar decisões que alteram o rumo do enredo. A dublagem conta com a participação especial de vários atores do filme, como Christopher Lloyd (Dr. Brown), Tom Wilson (Biff Tannen) e Claudia Wells (Jennifer Parker). Michael J. Fox, que interpretava Marty McFly originalmente, apenas fez participações especiais no jogo e deixou o personagem para o ator A.J. LoCascio. O jogo segue os moldes clássicos das aventuras de apontar e clicar, onde o jogador deve escolher um objeto com o qual vai interagir, e clicar nele, abrindo diversas formas de interação. Entretanto, como na maioria dos jogos da TellTale, há severas críticas com relação aos controles. Não basta apertar para esquerda ou para direita para controlar o personagem. Às vezes, ao apertar a tecla para a direção que se deseja ir, Marty vai para o lado oposto. Isso confunde e irrita, pois a cada mudança de câmera, os controles se embaralham outra vez e é necessário aprendê-los novamente. Por sorte isso pode ser resolvido apenas clicando no objeto que se deseja interagir e o computador se encarrega de ir até ele. Os quebra-cabeças são simples, mas ainda assim engenhosos. Dificilmente o jogador vai se sentir perdido. E mesmo para esses casos, existe um sistema de dicas que não entrega o que se deve fazer, mas dá pistas mais explícitas para não acabar com a graça nem frustrar o jogador. O Jogo irá ganhar uma versão comemorativa de 30 anos para o PlayStation 4, Xbox One e Xbox 360. A confirmação veio da loja Amazon que colocou o jogo à venda após rumores nas últimas semanas sobre sua existência. O lançamento estava planejado para 13 de outubro por US$ 20 (em torno de R$ 70). O arquivo que estou enviando na postagem possui todos os cinco episódios juntos, totalizando 2,2 GB, além de já estarem legendados e no formato exe-portable, rodando direto da pasta em que for salvo, dispensando a instalação. Porém o jogo é bastante pesado e necessita de uma máquina razoável para rodar bem, especialmente uma boa placa de vídeo.
Os requisitos mínimos do sistema são os seguintes:
Processador: Pentium IV 2.7 GHz ou Athlon equivalente
Velocidade do processador: 2.7 GHz
Memória RAM: 3 GB
Memória de vídeo: 512 MB
Direct3D: Sim
Versão do DirectX: 9.0c
Sistemas Operacionas: Windows XP, Windows Vista, Windows 7, 8, 8.1 e 10.
Espaço: 500 MB
Aqui ele rodou sem problemas no Windows 10, desde que nenhum outro programa estivesse ativo.
BASTIDORES- HISTÓRIAS DO FUTURO PARTE 1:
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Documentário dividido em várias partes contendo a história da criação da trilogia, desde a idéia inicial até as propostas recusadas de vários colaboradores. Nesta primeira parte tem os primeiros três capítulos que são os seguintes:
Histórias do Futuro – Iniciando (27:24)
Histórias do Futuro – Mantendo o Tempo (05:43)
Histórias do Futuro – Tempo Remanescente (29:54)
O documentário está legendado e, como não encontrei todas as legendas necessárias, fui obrigado a fazer as minhas próprias legendas em algumas partes e utilizar legendas mais próximas ao idioma de Portugal. Então, as legendas mudarão levemente de formato entre um e outro segmento, mas nada que atrapalhe a compreensão do vídeo. Está no formato MKV e um tamanho total de 553MB.
NOS BASTIDORES DA TRILOGIA PARTE 1:
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Um making of mais completo mostrando histórias dos bastidores da trilogia, entrevistas e um especial apresentando pelo ator Leslie Nielsen. O arquivo contém:
A Noite de De Volta Para o Futuro (especial apresentando pelo ator Leslie Nielsen) (27:10)
Cenas Deletadas (10:44)
Huey Lewis and the News The Power of Love (videoclipe) (6:27)
Entrevista com Michael J. Fox Q&A (somente áudio, em inglês e sem legendas) (10:20)
Nos Bastidoes da Trilogia – Capítulo 1 (15:30)
Sequência do Teste Nuclear (4:12)
O documentário está legendado e, novamente, como não encontrei todas as legendas necessárias, fui obrigado a fazer as minhas próprias legendas em algumas partes e utilizar legendas mais próximas ao português de Portugal. Então, as legendas mudarão levemente de formato entre um e outro segmento, mas nada que atrapalhe a compreensão do vídeo. Está no formato MKV e um tamanho total de 509MB.
INFORMAÇÕES DO FILME:
Ronald Reagan se divertiu com a descrença do Doutor Brown de que um ator como ele poderia se tornar presidente, tanto que ele pediu ao projecionista para parar o filme e repetir a cena. Ele também pareceu gostar tanto do filme que até fez uma referência direta à ele em seu discurso do Estado da União em 1986: “Nunca houve uma época melhor para se viver – um momento de vibrantes maravilhas e feitos heróicos. Como foi dito no filme ‘De Volta Para o Futuro’, para onde nós vamos, não precisamos de estradas”. As partes do roteiro com referências ao presidente Ronald Reagan precisaram ser revistos pela Casa Branca para aprovação, de modo a não ofender o presidente.
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Em um de seus discursos mais famosos, o presidente Reagan cita frase do filme.
O chefe da Universal Pictures, Sid Sheinberg, não gostou do título “Back to the Future”, insistindo que ninguém iria ver um filme com a palavra “futuro” no título. Em um memorando à Robert Zemeckis, ele disse que o título deveria ser alterado para “Spaceman of Pluto” (Homem Espacial de Plutão), que se justificava com as piadas de Marty confundido como um alien no filme, e também sugeriu novas mudanças como substituir a fala “Eu sou Darth Vader do planeta Vulcano” para “Eu sou o homem do espaço de Plutão!”. Sheinberg foi convencido a mudar de idéia por um memorando de resposta de Steven Spielberg, que lhe agradeceu o envio do maravilhoso “memorando piada”, e que toda a equipe riu bastante com ele, ajudando à todos a relaxar depois de um dia bem trabalhoso. Sheinberg, orgulhoso demais para admitir que estava falando sério, cedeu e deixou o filme manter seu título. Somente anos depois ele confidenciou à Spielberg que aquele memorando não era uma piada para relaxar a equipe. Já outras mudanças sugeridas foram aceitas, como ter “Professor Brown” alterado para “Doc Brown” e seu chimpanzé chamado Shemp alterado para um cachorro chamado Einstein. O nome da mãe de Marty seria anteriormente Meg e, em seguida, Eileen, mas Sheinberg insistiu que ela fosse nomeada Lorraine, homenageando sua esposa Lorraine Gary.
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Sid Sheinberg. Apresentou sugestões, mas teve bom senso para aceitar que a equipe definisse pontos chaves do filme.
O roteiro foi rejeitado 40 vezes antes de ser, finalmente, aceito.
Os roteiristas/produtores/diretores Bob Gale e Robert Zemeckis, realmente receberam uma carta de John DeLorean após o lançamento do filme, agradecendo-lhes por usar o carro dele na produção. Aliás foram usados 3 DeLoreans durante as filmagens. DeLorean não pagou nenhum valor para que seu carro aparecesse no filme, uma prática de patrocínio comum no cinema, até porque a empresa tinha falido em 1982, tendo conseguido fabricar o último DeLorean ainda no ano seguinte.
O DeLorean usado na trilogia era um DMC-12 modelo 1981, com um motor de 6 cilindros PRV (Peugeot / Renault / Volvo). Na edição especial do DVD da trilogia lançada em 2002, foi declarado, incorretamente, que o DeLorean tinha um motor de 4 cilindros padrão. Após o lançamento do filme, foram vendidos kits de peças para DeLoreans, a fim de torná-los visualmente iguais à máquina do tempo, inclusive com a base para o reator nuclear, feita a partir da calota de um Dodge Polaris. O DeLorean foi deliberadamente escolhido por sua aparência e pelas portas estilo “asa de gaivota”, tornando plausível que as pessoas, em 1955, presumissem que se tratava de uma nave alienígena.
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Por baixo da maquilagem de um dos carros mais conhecidos do cinema: motor de 6 cilindros e interior enxuto (acima).
O DeLorean DMC-12 foi fabricado pela DeLorean Motor Company (DMC) entre 1981 e 1982. É fácil de ser reconhecido por suas portas “asas de gaivota” e por sua carroceria metálica de aço inoxidável. Durante toda a trilogia foram utilizados sete unidades do DMC-12, além de um modelo em fibra de vidro para simular o carro voando e outro em escala para filmagem em miniatura. Em 1995, um empresário do Texas, Stephen Wynne, criou uma empresa dedicada à restauração destes modelos. Com o tempo, o negócio foi dando dividendos e em julho de 2007, a DMC Texas anunciou a fabricação do DMC-12 com 500 unidades. Neste momento o modelo tinha 80% das peças originais dos carros de 1982 e 20% de peças totalmente novas. Posteriormente, em 2011, Wynne fez outro grande anúncio: a volta do DMC-12, mas como um carro elétrico. Esse modelo teria uma autonomia de 160 kilômetros, com uma velocidade máxima de 200 km/h e uma aceleração de 0 a 100km/h em apenas 5 segundos. O DMC-12 elétrico continua sendo fabricado pela fábrica texana sediada na flórida. Quem quiser comprar um, basta entrar em contato no seguinte endereço: http://www.dmcflorida.com/dmc-texas.htm
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O DMC-12 de 2007 (no alto e ao centro) e o modelo elétrico no pátio da fábrica. Duas versões de um ícone.
De acordo com Michael J. Fox nas entrevistas do DVD / Blu-Ray em 2010, o interior do DeLorean era tão apertado devido aos adereços adicionados, que cada vez que ele mudava de marcha, batia repetidamente seu antebraço na manopla que aciona os circuitos da máquina do tempo, e ele também batia os dedos com força contra a placa de exposição do tempo. Se você prestar atenção durante a perseguição de carro com os terroristas, você pode ouvir essas batidas cada vez que Marty usa o câmbio (apenas no áudio original inglês). A máquina do tempo DeLorean principal é um veículo registrado e licenciado no estado da Califórnia. Enquanto a placa usada no filme diz “Outatime”, a placa real desse DeLorean é 3CZV657.
Quando Marty está sendo julgado nas audições das novas bandas no início do filme, o juiz que se levanta para dizer que eles “tocam alto demais” é Huey Lewis, cujas canções, “The Power of Love” e “Back in Time” fazem parte da trilha sonora do filme. Ele também escreveu a música da audição de Marty (que é uma versão re-orquestrada de “The Power of Love”). Huey Lewis foi convidado por Robert Zemeckis e Bob Gale para escrever uma canção para o filme. No entanto, os dois Bobs não ficaram encantados com a primeira música que Huey compôs para eles. Depois de explicar o que eles queriam, Huey voltou com “The Power of Love”. Eles, então, disseram que precisavam de mais uma canção. E assim, em cima da visão de um corte do filme, Huey teve a inspiração para “Back in Time”.
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Huey Lewis no filme e em foto dos anos 90 (direita).
Michael J. Fox tinha sido sempre a primeira escolha para Marty, mas ele não estava disponível devido à conflitos de agenda com seu trabalho em “Caras e Caretas” (Family Ties – 1982 / 1989). Como a co-estrela do seriado, Meredith Baxter, estava grávida na época, Fox estava trabalhando muito mais no show do que o habitual. O produtor do programa Gary David Goldberg simplesmente não podia se dar ao luxo de deixar Fox sair. Zemeckis e Gale, em seguida, lançaram Eric Stoltz como Marty baseando-se em seu desempenho em “Marcas do Destino’ (1985). Após quatro semanas de filmagens, Robert Zemeckis e Bob Gale sentiram que Stoltz não era o ator certo para o papel e Stoltz concordou. Neste momento, Baxter estava totalmente de volta no show e Goldberg concordou em diminuir a participação de Fox no seriado liberando-o diariamente mais cedo para fazer o filme. Fox elaborou um cronograma para cumprir o seu compromisso em ambos os projetos. Todos os dias, durante a produção, ele se dirigia direto para o set de filmagem do filme depois de gravar o seriado, dormindo, em média, cerca de cinco horas diárias. A maior parte da produção foi filmada seis horas a cada dia, com as cenas à luz do dia filmadas nos finais de semana. As refilmagens das cenas de Stoltz adicionaram três milhões de dólares ao orçamento.
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Meredith Baxter (destaque) em “Caras e Caretas”, e Eric Stoltz em foto de 1987.
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Muitas cenas foram gravadas com Eric Stoltz (acima). No último quadro, um comparativo de uma mesma cena com os dois atores.
Crispin Glover afirmou ter visto o filme apenas uma vez, logo após seu lançamento. Em contraste, Christopher Lloyd afirmou que, quando ele ocasionalmente se depara com “De Volta Para o Futuro” enquanto surfa entre os canais, muitas vezes ele se senta e o assiste novamente.
Quando Lorraine segue Marty até a casa de Doc, ela e Doc trocam um rápido cumprimento. Isto marca o único diálogo na tela entre Christopher Lloyd e Lea Thompson, embora eles apareçam juntos em todos os filmes da franquia, inclusive os especiais para tv.
O cachorro que vemos dentro do DeLorean, na verdade, é um dublê fantasiado de cachorro! Apenas as cenas em close são do animal de verdade. O uso do dublê foi necessário, não só para garantir a segurança do cão, como por economia mesmo. A tecnologia para se instalar um equipamento que permitisse controlar o carro por controle remoto já existia, mas ficaria demasiadamente cara e não se justificaria seu uso em tão poucas tomadas.
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Dublê fantasiado assume a condução do DeLorean. Segurança e economia.
Quando este filme foi exibido para um público teste, a Industrial Light and Magic não havia completado a cena final do DeLorean voando, e os últimos minutos do filme foram visualizados em preto e branco. Não importava, já que o público gritou em aprovação após a cena final de qualquer maneira. Mas o início da exibição foi complicado. O público não foi avisado de que o filme seria uma aventura/comédia. Robert Zemeckis e Bob Gale lembraram que a atmosfera no cinema começou a ficar muito tensa durante a cena em que Einstein, o cão, é enviado através do tempo, porque o público achava que algo horrível tinha acontecido com ele.
Um mito persistente é que Michael J. Fox teve que aprender a andar de skate para o filme. Na verdade, ele era um skatista razoavelmente qualificado, tendo praticado o esporte durante todo o colegial. No entanto, era necessário um dublê para as cenas mais perigosas. Em 1985, era muito difícil encontrar especialistas em skate, já que o esporte não era muito popular. Assim, um dos produtores do filme foi até Venice Beach, uma praia freqüentada por pessoas com hobbies inusitados. Lá ele encontrou Per Welinder, um sueco campeão europeu de skate, que se tornou um dos dublês de Michael J. Fox.
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Per Welinder. Campeão sueco dublou Fox em todas as cenas perigosas com skates.
Thomas F. Wilson quase teve a clavícula quebrada na cena em que Marty e Biff estão prestes a lutar na lanchonete, com Eric Stoltz acertando Tom de verdade, tomada após tomada, apesar de repetidos pedidos de Tom para suavizar o soco ou acertar o tempo correto da coreografia. Tom disse mais tarde que ele estava prestes a devolver o favor durante as filmagens da cena do estacionamento do lado de fora do salão de baile, mas Eric foi demitido antes que o confronto pudesse ocorrer.
Claudia Wells, que interpretou Jennifer Parker em “De Volta para o Futuro” (1985), deu lugar à Elisabeth Shue em “De Volta para o Futuro Parte II” (1989) e “De Volta para o Futuro Parte III” (1990), quando pediu afastamento das filmagens ao saber que sua mãe fora diagnosticada com câncer. A atriz chegou a gravar algumas cenas da sequência de 1989, mas decidiu pausar a carreira para cuidar da mãe.
Enquanto filmava a cena do estacionamento com Marty e a jovem Lorraine no carro, a equipe de produção decidiu fazer uma brincadeira às custas de Michael J. Fox. A cena mostraria Fox bebendo de uma garrafa de licor, supostamente preenchido com água, para depois cuspir quando vê Lorraine com um cigarro. Em uma das tomadas, no entanto, a garrafa que continha água foi trocada por outra que continha álcool real dentro. Fox, sem saber disto, realizou a cena e deu um belo gole na garrafa, só para descobrir, tarde demais, o seu conteúdo. A cena da brincadeira é destaque na seção “Outtakes” do DVD e faz parte do arquivo “Making Of” da postagem. Em todas as tomadas seguintes o ator ficou desconfiado e sempre dava uma experimentada no conteúdo da garrafa antes de tomá-lo. Inclusive na tomada que ficou no filme, essa “paradinha” pode ser notada.
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Desconfiado, o ator experimenta o conteúdo antes de tomar a água da garrafa, mesmo na tomada que ficou no filme.
O músico Mark Campbell dublou Michael J. Fox durante a música “Johnny B. Goode”. Ele é creditado como “Marty McFly”. O que ocorreu foi que um dos produtores queria que o personagem de Michael J. Fox fosse o mais adorado possível pelas possíveis fãs adolescentes do filme, uma vez que não se previam continuações da obra, e ajudaria muito se achassem que a voz na música fosse a do próprio ator. Porém não poderiam creditar a voz ao próprio Michael J. Fox, o que acarretaria numa mentira que poderia trazer graves problemas à todos, já que autorias em obras de áudio visual possuem uma legislação rigorosa nos EUA (vide o caso Milli Vanilli que acabou nos tribunais). A solução foi creditar a voz para o personagem – o que é uma verdade – e deixar a interpretação dúbia para o público. O produtor também pediu a Mark Campbell que jamais comentasse o caso. Tudo ficaria bem se não fosse o fato de, tanto o filme, quanto a trilha sonora alcançarem grande sucesso. Isso deixou Campbell sem a publicidade que o ajudaria muito na carreira e sem os grandes dividendos das vendas do disco, pois ele não tinha sido creditado. Pressionado pelos demais compositores que participaram do disco, o produtor aceitou, anos depois, revelar o nome da voz por trás daquela música, e hoje Campbell, finalmente, desfruta da sua parte da fama e dos direitos autorais gerados pelo disco.
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Mark Campbell nos anos 80 e nos dias atuais. Reconhecimento justo por sua participação no filme.
O adesivo na parte traseira do caminhão de Doc é praticamente ilegível, mesmo em alta definição. Mas todo fã-clube que se preza vai em busca dos mínimos detalhes da produção. É uma típica frase de pára-choque de caminhão que, em tradução livre, diz o seguinte: “Uma bomba nuclear pode arruinar seu dia inteiro”.
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Tanto lá, como aqui, as típicas frases de pára-choque.
A inspiração para o filme deriva, em grande parte, do produtor Bob Gale ter descoberto o anuário do colégio de seu pai, e se perguntando se ele teria sido amigo do seu pai quando era adolescente. Gale também disse que, se ele tivesse a chance de voltar no tempo, ele realmente voltaria àquela época e veria se eles teriam sido amigos.
Na sequência de abertura, todos os relógios de Doc marcavam 07:53 (25 minutos atrasados) com exceção de um relógio. Ele está no chão, aparentemente quebrado, e marca 08:18.
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Ironias do roteiro. Único relógio com marcação correta está, aparentemente, quebrado.
Quando Thomas F. Wilson é questionado sobre “De Volta para o Futuro” por fãs entusiasmados, muitas vezes ele entregar-lhes um cartão postal com as respostas para as perguntas mais freqüentes, para poupar tempo.
Christopher Lloyd passou a maior parte do filme com as costas arqueadas, como um corcunda, para compensar a diferença de altura com entre ele e Michael J. Fox. Fox tem 1,63 enquanto Lloyd tem 1,85. Para compensar a diferença de altura, o diretor Robert Zemeckis também utilizou técnicas específicas onde os dois muitas vezes eram filmados em diferentes profundidades de câmera. Para close-ups, Lloyd teve de se agachar para aparecer no mesmo quadro com Fox. A mesma abordagem foi utilizada nas duas continuações.
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Rara cena em que Lloyd fica ereto (no alto) denuncia a diferença de altura que não fica evidente nas demais cenas (acima)
De acordo com uma entrevista que ele fez no “The Tonight Show Starring Johnny Carson” (1962 – 1992), Crispin Glover perdeu a voz devido ao nervosismo durante as filmagens de “De Volta Para o Futuro”. Para algumas cenas, ele teve que dizer suas falas em voz bem baixa, dublando-o ele mesmo, mais tarde, no estúdio de gravação.
Marty McFly imita várias estrelas do rock famosas durante a última parte de sua performance no baile da escola, quando ele começa a tocar heavy metal. Seu chute e o salto nos alto-falantes são de Pete Thousand (The Who), tocar a guitarra enquanto está deitado vem de Angus Young (AC / DC), o andar agachado enquanto chuta o ar é de Chuck Berry, o seu solo com a guitarra próxima ao rosto é de Edward Van Halen (Van Halen) e o estilo de tocar com a guitarra nas costas é de Jimi Hendrix.
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De cima para baixo, Pete Thousand (em dois momentos), Angus Young , Chuck Berry, Edward Van Halen e Jimi Hendrix. Astros do rock imitados por Marty.
Levava três horas de maquiagem para transformar os 23 anos de Lea Thompson nos 47 anos de Lorraine.
O Screen Actors Guild, sindicato dos atores americanos, não pode ter duas pessoas com o mesmo nome em seus livros. Assim, Michael J. Fox inseriu a letra “J” em seu nome para diferenciar-se de um ator chamado Michael Fox. Em “De Volta para o Futuro” (1985), Marty remonta ao ano de 1955. Seu pai é um grande fã do seriado “Science Fiction Theatre” (1955 – 1957), algo que Marty usa a seu favor. O Michael Fox original estrelou esse mesmo seriado no ano de 1955.
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Michael Fox teve uma longeva carreira, principalmente na TV.
De acordo com Bob Gale, Johnny Depp fez o teste para o papel de Marty McFly: “Eu olhei através dos arquivos, e eu disse: ‘Nossa, eu nem me lembro que testamos Johnny Depp!’ Então o que ele fez, não foi muito memorável, eu acho!”
Quando Doc Brown envia primeiramente Einstein “um minuto” para o futuro, o tempo decorrido entre o instante em que o DeLorean desaparece e reaparece, na realidade, é de 1 minuto e 21 segundos, assim como o ressurgimento ocorreu às 1h21, e o capacitor de fluxo necessita de 1,21 gigawatts de eletricidade.
Um posto de gasolina Texaco é mostrado em ambos os anos 1955 e 1985. Curiosamente, o avô materno de Christopher Lloyd foi um dos fundadores da companhia petrolífera Texaco.
Quando Marty finge ser Darth Vader do planeta Vulcano, ele toca uma fita rotulada “Van Halen” para acordar George e assustá-lo. É um sem título de Edward Van Halen originalmente escrito para um filme chamado “Vida Selvagem” (1984), que contou com a participação de Lea Thompson.
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Composição de Van Halen utilizada no filme foi criada para “Vida Selvagem” (direita).
Em toda a trilogia “De Volta para o Futuro”, a data do tempo “presente”, após a apresentação do DeLorean, é 26 de outubro de 1985 (2015 é o futuro enquanto os anos de 1885 e 1955 são o passado). Exatamente 25 anos depois, em 26 de Outubro de 2010, toda trilogia “De Volta Para O Futuro” foi lançada em Blu-ray em um “25th Anniversary Edition”. Em 21 de Outubro de 2015 (dia em que Marty chega no futuro), é lançada a edição de 30º aniversário do lançamento do primeiro filme. Toda ação do filme se passa de 25 à 26 de outubro de 1985 e de 5 à 12 de novembro de 1955.
O carro de Doc Brown em 1955 é um Packard Super Eight conversível 1950.
Quando Marty está andando na rua da praça do relógio ao chegar em 1955, a música que está tocando é ‘Mr Sandman’, cantada por “The Four Aces”. Ele passa em frente a uma loja de discos com um cartaz na vitrine anunciando “A Versão Original cantada pelas Chordettes”. Apesar de aparecer nitidamente no filme, a música não consta em sua trilha sonora.
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‘Mr Sandman’ by Chordettes. Clássico dos anos 50 fica de fora da trilha sonora.
A versão 1985 da casa de Doc é a garagem em que Marty e Doc escondem o DeLorean em 1955. Na cena de abertura aparece um artigo de jornal dizendo que a mansão foi incendiada anos antes, seja por dinheiro do seguro ou devido a um experimento explosivo. A presença do desenvolvimento comercial na área também implica que Doc vendeu o terreno ao redor da casa para obter mais dinheiro para financiar seu projeto. Afinal, ele concluiu o projeto depois que ele tomou “muitos anos e toda a sua fortuna da família” para construir a máquina do tempo.
O script nunca pediu para Marty bater repetidamente com a cabeça na porta “asa de gaivota” do DeLorean. Este ato foi improvisado durante a filmagem, pois o mecanismo da porta se tornou defeituoso.
Billy Zane faz sua primeira aparição no cinema neste filme como “Match”, um dos comparsas de Biff. Ironicamente, apesar de ter a carreira mais sólida dos quatro membros da turma após “De Volta Para o Futuro”, ele foi o único da turma que não teve absolutamente nenhuma fala enquanto esteve em cena.
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Estréia de Billy Zane no cinema. Sem falas.
A composição de Alan Silvestri não começa até os 18 minutos do filme, de forma adequada, quando a Máquina do Tempo/DeLorean é revelada.
No roteiro original, Doc Brown e Marty vendem vídeos piratas a fim de financiar a máquina do tempo. Este ponto do roteiro foi removido a pedido da Universal, pois eles não queriam serem vistos promovendo a pirataria de filmes.
A área externa usada como a cidade de Hill Valley também é vista no primeiro episódio de “Além da Imaginação: Onde estão todos?” (1959) e também em “Gremlins” (1984). Ela é recorrentemente utilizada pelos estúdios da Universal em vários filmes e seriados, desde a sua inauguração.
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“De Volta Para o Futuro” (no alto), “Além da Imaginação” (ao centro) e “Gremlins” (acima). Uso recorrente das mesmas instalações.
Desde o dia do início das filmagens até o dia em que foi lançado foram apenas nove semanas e meia, um prazo curto sem precedentes para um lançamento de um grande filme.
Christopher Lloyd baseou seu desempenho como Doc Brown em uma combinação do físico Albert Einstein, do maestro Leopold Stokowski e do personagem Rotwang, o inventor do filme “Metrópolis” (1927) interpretado pelo ator Rudolf Klein-Rogge.
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Christopher Lloyd e suas inspirações: Albert Einstein, Leopold Stokowski e Rotwang, interpretado por Rudolf Klein-Rogge.
A máquina do tempo teve diversas variações. No primeiro rascunho do roteiro a máquina do tempo era um dispositivo laser que foi alojado em um quarto. No final da primeira versão o dispositivo foi ligado à uma geladeira e levado para um local de teste de uma bomba atômica. Robert Zemeckis disse em uma entrevista que a idéia foi descartada porque ele e Steven Spielberg não queriam crianças entrando em geladeiras e ficando presas dentro – parte da idéia foi aproveitada em “Indiana Jones E O Reino da Caveira de Cristal” (2008). No terceiro projeto do filme, a máquina do tempo era um DeLorean, mas, para enviar Marty de volta para o futuro, ele teria que dirigir o DeLorean durante um teste de bomba atômica, onde a explosão geraria a energia necessária para acionar o capacitor de fluxo. O trecho do teste da bomba no deserto de Nevada foi deixado de fora, a fim de reduzir o orçamento, sendo introduzida a história do raio em seu lugar.
Ao acordar novamente em 1985, próximo do final do filme, Marty tem nas mãos um envelope pardo, aparentemente sem explicação. Acontece que uma breve cena que ocorreria no início do filme, entre as cenas do jantar em família e Marty sendo acordado pelo telefonema do Doc, foi cortada. Ela mostrava Marty preparando-se para enviar sua fita demo para uma gravadora. Marty decide não fazê-lo, e deixa o envelope vazio em sua mesa. Então, a cena que mostra ele indo para o café da manhã com o envelope pardo lacrado, sugere que ele, animado pelo “pesadelo” que ele achava ter tido na noite anterior, decidira enviá-lo.
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Cena cortada resolve o mistério do conteúdo do envelope, não informado na montagem final.
Há apenas cerca de apenas trinta e duas tomadas de efeitos especiais em todo o filme.
De acordo com Bob Gale, em um dos primeiros rascunhos do script, o sobrenome original de Marty era McDermott, mas ele foi repensado por ter muitas sílabas. Foi Robert Zemeckis, que, em seguida, veio com o nome McFly.
Steven Spielberg presta uma pequena homenagem para Stanley Kubrick nos primeiros minutos do filme. Quando Marty conecta a sua guitarra nos equipamentos de Doc, a primeira ligação que ele aciona está rotulada como “CRM 114”, código que Kubrick usava como referência ao longo de muitos de seus filmes. Essa era uma marca deixada pelo diretor, mas nunca explicada por ele: o “código CRM 114” e suas variações. Sua primeira aparição foi no filme “Dr. Fantástico” (1964), como “CRM 114”, que era o nome do equipamento decodificador de mensagens. “Em 2001 – Uma Odisséia no Espaço”(1968), 114 era o número de identificação da nave de exploração que ia para Júpiter. E em “Laranja Mecânica” (1971), o mais recente dos três, o código aparece sob a forma do Soro 114, a droga injetada no protagonista Alex.
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Pequena homenagem à Kubrick, o código “CRM-114” mostrado em “De Volta Para o Futuro” (no alto à esquerda) aparece em várias produções do diretor.
Um tema recorrente em toda a trilogia, o esterco com que Tannen e seus companheiros são cobertos após a perseguição à Marty em torno da praça da cidade é, na verdade, uma mistura de musgo de turfa, cortiça e sujeira, combinado com um agente aglutinador para torná-lo pegajoso.
Se notarmos bem, a carta de advertência que Marty escreve à Doc em 1955 não só tem espaçamento diferente da carta recuperada em 1985 (veja a última linha de cada uma), como a letra também não é a mesma. As diferenças não foram explicadas pelo diretor, mas ele disse que não se trata de um erro de continuidade. No entanto, deixou em aberto a possibilidade de uma realidade paralela alterada pela viagem no tempo, que poderia ser aproveitada no mesmo roteiro ou em uma seqüência, caso o filme tivesse um grande sucesso, coisa que nem mesmo o diretor acreditava seriamente naquele momento.
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A mesma carta com escritas diferentes. Distorção do espaço-tempo que seria aproveitada no filme seguinte?
O produtor Neil Canton ofereceu o papel de Doc Brown à Christopher Lloyd, depois de terem trabalhado juntos em “As Aventuras de Buckaroo Banzai” (1984). Lloyd, originalmente, recusou o convite, mas mudou de idéia depois que sua esposa o convenceu a assumir o papel. Ele improvisou algumas de suas falas.
Quando Robert Zemeckis estava tentando vender a idéia deste filme, uma das empresas que ele abordou foi a Disney, que recusou o projeto, porque eles achavam que a história de uma mãe que flerta com seu filho (embora por uma torção da viagem do tempo) era muito ousada para um filme sob sua bandeira. Na verdade, a Disney foi a única empresa a pensar que o filme era ousado. Todas as outras empresas, disseram que o filme não era ousado o suficiente, em comparação com outras comédias adolescentes daquela época, como “Picardias Estudantis” (1982), “A Vingança dos Nerds” (1984), etc.
Em 1955, Doc Brown vê a fita de vídeo de si mesmo explicando a necessidade de 1,21 GW de energia, quando ele volta para a casa e é visto conversando com um porta-retrato à que ele se refere como “Tom”. Ao mostrar a foto, podemos ver que é o retrato de Thomas A. Edison, com quem ele estava falando. Ao colocar o retrato sobre a prateleira, podemos ver outros cientistas ilustres. À esquerda de Edison estão Sir Isaac Newton e Benjamin Franklin, e à sua direita está Albert Einstein, a inspiração de Doc para criar a máquina do tempo.
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Da esquerda para direita, os retratos mostram Sir Isaac Newton, Benjamin Franklin, Thomas A. Edison e Albert Einstein.
Quando Marty diz à Doc que Ronald Reagan era presidente em 1985, Doc zomba perguntando se Jane Wyman era a Primeira Dama. Wyman, na verdade, tinha sido casada com Ronald Reagan entre 1940-1948. Em 1955, Reagan já estava casado com Nancy.
O produtor executivo Steven Spielberg inicialmente tinha algumas reservas sobre a contratação de compositor Alan Silvestri, mesmo tendo ficado impressionado com a composição de Silvestri para “Tudo Por Uma Esmeralda” (1984). Durante uma exibição-teste em que o filme foi acompanhado por uma trilha temporária que só usou parte da composição, Spielberg comentou com Robert Zemeckis que aquela era “o tipo de música de que o filme precisava”, sem saber que ela era, de fato, uma das músicas de Silvestri.
O homem dirigindo o jipe em que Marty pega carona na traseira no início do filme é o coordenador de dublês Walter Scott. Já a apresentadora do telejornal é a atriz Deborah Harmon, em uma pequena ponta.
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Walter Scott e Deborah Harmon, fazendo pequenas participações no filme.
O dono do café em 1955 zomba da idéia de um prefeito negro, mas o primeiro prefeito negro de uma cidade da Califórnia já tinha sido eleito décadas antes. Foi Edward Duplex, prefeito eleito de Wheatland em 1888.
O filme foi classificado como nº 10 na lista dos 10 melhores filmes do gênero “Sci-Fi” do American Film Institute, em Junho de 2008. Em dezembro de 2007, ele foi selecionado pela Biblioteca do Congresso para preservação no National Film Registry.
Quando Doc sai do DeLorean em uma roupa de proteção contra radiação, Marty perguntou-lhe: “Isso é um Devo?” “Devo” era um grupo musical americano pós-punk, cujo maior período de sucesso comercial foi, principalmente, no final de 1970 e início de 1980. O macacão anti-radiação que Doc estava usando era semelhante aos que os integrantes do “Devo” eram conhecidos por usarem em seus vídeo-clipes e performances ao vivo.
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Doc (no alto) vestido ao estilo “Devo” (acima). Referências pop/rock/punk permeiam todo o filme.
Em 2010, durante uma reunião do elenco para comemorar os 25 anos do filme, Michael J. Fox disse que estranhos ainda o chamam de “McFly!” constantemente. Fox disse que o exemplo mais notável foi quando ele estava em uma selva remota no Butão, país do sul da Ásia, localizado entre a China e a Índia, no Himalaia oriental. Um grupo de monges budistas passou por ele e um deles olhou para Fox e disse: “Marty McFly!”
O livro em quadrinhos “Tales from Space”, mostrado pelo filho do fazendeiro quando Marty invade o celeiro com o DeLorean, presta homenagem à EC Comics, uma linha controversa e influente de HQs dos anos 1950. Se você olhar cuidadosamente para a capa da história em quadrinhos, você pode ver o logotipo EC no canto superior esquerdo. Embora não houvesse nenhum “Tales from Space” pela EC (Seus títulos de ficção científica eram “Weird Science” e “Weird Fantasy”), houve uma história em quadrinhos intitulada “Tales from the Crypt”. Robert Zemeckis é um fã da, agora extinta, EC Comics e serviu como produtor executivo de “Tales from the Crypt” (1989) – no Brasil, Contos da Cripta.
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HQ mostrada no filme faz referência à título real produzido pela editora nos anos 50.
O filme apresenta uma grande quantidade de ações de Marketing por várias empresas, mas nenhuma delas tão presente quanto a da Pepsi, cuja marca é visível através de todo o tempo de exibição do filme. As cenas em que a marca aparece são as seguintes:
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1985: Durante a sequência de abertura, quando todos os relógios tocam às 8:00 (25 minutos atrasados) há uma placa da Pepsi visível no canto superior direito do quadro;
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1985: Uma lata de Pepsi Cola é visível quando a banda de Marty se prepara para tocar em frente ao júri da escola;
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1985: Uma lata de Diet Pepsi é visível durante o jantar da família McFly;
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1985: Outra lata de Diet Pepsi aparece ao lado do relógio acima da cama de Marty , quando ele dorme, antes da chamada de Doc. O relógio mostra 00:28;
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1955: Quando Marty entra na lanchonete do Lou, um termômetro da Pepsi está no canto superior direito da parede.
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1955: Quando George encontra Marty no posto de gasolina Texaco, uma máquina de Pepsi é visível;
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1955: Marty leva uma garrafa da máquina de Pepsi e bebe no lado de fora da lanchonete;
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1955: Quando Marvin Berry & The Starlighters estão tocando no baile, uma caixa de Pepsi Cola está apoiando uma caixa de som;
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1955: Uma garrafa de Pepsi está no carro dos músicos, quando Marty é colocado no porta-malas.
As guitarras que Marty usa durante o filme são: Erlewine Chiquita (seqüência de abertura), Ibanez Roadstar Black II (cenas da banda de Marty durante a audição no colégio em 1985) e Gibson ES-345TD 1963 (Marty tocando no baile em 1955) – detalhe que, em 1955, essa guitarra ainda não existia.
O nome “D. Jones” aparece no lado do caminhão de esterco. Esta é uma referência ao gerente de produção Dennis E. Jones. Já a placa de um carro estacionado na saída da audição das bandas (que diz “PARA MARY”) é uma homenagem à Mary T. Radford, assistente pessoal do diretor da segunda unidade Frank Marshall. Em outra participação especial dos integrantes da produção, a imagem do Prefeito Red Thomas no carro de propaganda eleitoral em 1955 é do decorador de set Hal Gausman.
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Dennis E. Jones, Mary T. Radford e Hal Gausman. Integrantes da produção participam, discretamente, do filme.
Quando Lorraine está no quarto com Marty em 1955, ela diz à Marty “Bem, esse é o seu nome não é? Calvin Klein?”. No entanto, na versão em francês, a fala foi alterada para Pierre Cardin, e na versão dublada em espanhol, para Levi Strauss.
No London Comic Con em 2015, Michael J. Fox admitiu que seus quatro filhos (um garoto e três garotas, todos adolescentes) nunca viram “De Volta para o Futuro”.
Quando Marty está tocando” Johhny B. Goode” e Marvin telefona para seu primo, Chuck Berry, para dizer-lhe sobre o novo som que ele estava procurando, isso ocorre em 12 de Novembro de 1955. Nessa data, na realidade, Chuck Berry foi nomeado o mais promissor dos novos artistas de R&B pela Billboard.
Os direitos de “Back To The Future” e de suas seqüências são de propriedade de Robert Zemeckis e Bob Gale. Em uma entrevista no início de 2015, Zemeckis sustentou que nenhum reboot ou remake da trilogia seria autorizado durante a sua vida ou a de Gale. Levando-se em conta a qualidade (ou a falta dela) dos remakes e reboots produzidos nas últimas três décadas, essa era a melhor notícia que um fã da trilogia poderia receber.
Fontes: Imdb.com, aveleyman.com, thingsinmovies.com, walknridela.com, filmmunch.com, store.intrada.com, backtothefuture.wikia.com, spbrasil-2009.net, techtudo.com.br, underhoodservice.com, forum.donanimhaber.com, taringa.net, dmcflorida.com/dmc-texas.htm, fanpix.famousfix.com, sitcomsonline.com, mpora.com, super.abril.com.br, blogs.indiewire.com, mark-campbell.net, fanpop.com, rollingstone.com, gettyimages.com, alamy.com e classicmoviereel.com.

=>> país: EUA 
=>> duração original: 116 minutos 
=>> estúdio: Universal Studios 
=>> distribuidora: Universal

7 comentários:

  1. CAnnibal, que postagem maravilhosa, que trabalho excepcional o seu! Está de parabéns!!

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  2. Maravilhosa postagem!! Ainda mais com o arquivo maior de 5,70 gb, que pra mim, já está ótimo... Cannibal, você está na espera dos dois outros filmes... Muito obrigado por compartilhar, de maneira fiel, estas raridades... O Site está ótimo!!

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  3. Só faltou falar sobre a primeira namorada de Marty McFly, Melora Hardin. Segundo algumas pesquisas, ela foi cortada do filme pq era alta demais para o Michael J. Fox.

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  4. Vcs têm de agradecer ao grande Don Costa, sem ele esta postagem não existiria.

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    1. E sem o cannibal a gente nunca ia consequir baixar esse filme
      Devemos agradecer ao cannibal por tornar o download facil com tantas opções de servidores, por add versões novas, arquivo pequeno, médio, grande e ainda o bluray completo, além do tvrip exclusivo que não se encontra no tela
      O don costa costa merece e o cannibal também, cada um fez a sua parte.

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  5. '''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''' GALERA do site memoriadatv... o único DE VOLTA PARA OFUTURO QUI TEVE 3 DUBLAGENS FOI O 3 ???

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  6. Cara muuuuuuuuuuuito perfeito esse seu trabalho!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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